


A Atlântida
será uma lenda?
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
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Deserto de Mojave |
Deserto de Mojave
Deserto de Mojave é o nome dado a parte mais
elevada do Deserto da Califórnia, sendo que o
Deserto de Sonora corresponde a sua parte baixa.
Esse deserto possui clima bastante hostil e
abriga formações geológicas famosas, como o Vale
da Morte, com seus leitos de lagos secos e
cheios de sal.
Nesse deserto também está alocado o maior
cemitério de aviões do mundo, que consiste em um
depósito onde grandes jatos das empresas aéreas
de todo o mundo ficam aguardando para serem
desmontados para aproveitamento de seus
materiais recicláveis. O deserto tem esse nome
devido a grande predominância de cobras Mojave,
um tipo de cobra-cascavel.

Estudo dos extraterrestres com base em suas
características morfológicas. Como são e como se
comunicam, segundo o ponto de vista humano.
Estudos e investigações minuciosas podem ser
realizados, longe de fantasias ou simples
divagações. Ao abordarmos uma tentativa de
classificação dos tripulantes dos UFOs, entramos
num campo minado. Sem dúvida, essa temática é
uma das mais controversas na Ufologia.
Basicamente, não há quaisquer provas concretas
dos dados. Estamos lidando exclusivamente com
depoimentos de testemunhas que são, por
definição, subjetivos e vulneráveis a uma série
de variáveis e distorções, como podemos
verificar na última parte deste artigo. Isto nos
leva, incondicionalmente, para premissas que
podem ou não ser corretas com a realidade do
Fenómeno UFO. Poucos pesquisadores de renome do
circuito internacional ousaram uma tentativa de
classificação dos supostos tripulantes dos UFOs.
Entre eles, podemos citar um estudo sobre os
pilotos dessas máquinas realizado pelo doutor
Jacques Vallée, em 1964.
Segundo o trabalho de Vallée, podem se
estabelecer basicamente três grupos de ocupantes
diferenciados. De 100 seres descritos em 80
incidentes compilados pelo estudioso, quatro
foram considerados “gigantes”, 52 foram
qualificados como “iguais aos homens” e 44 eram
“anões”. Outros trabalhos destacados pelos
métodos científicos empregados na análise dos
tripulantes de UFOs são os de Geneviece
Vanquelef, dedicado à relação de aparência e
comportamento dos seres, o de G. Edwards,
relativo à fonética e linguagem que empregavam,
e do espanhol Vicente Juan Ballester Olmos, que
oferece o panorama dos encontros com tripulantes
de UFOs que foram recompilados pelos
investigadores ibéricos.
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Jacques Vallée |
Geneviece
Vanquelef |
Vicente Juan Ballester
Olmos |
Mas, até hoje, o estudo
científico mais completo na área é o do
brasileiro Jader Pereira, que catalogou 230
casos de contactos entre humanos e seres
extraterrestres. Embora apresente defeitos de
método, Jader Pereira estabeleceu pautas para
uma classificação básica dos diferentes humanoides, obedecendo especialmente às
características de forma física dos mesmos.
Segundo seu estudo, há 12 categorias básicas,
com 23 variações. E conforme seus critérios,
cinco pontos distintos serviram como indicadores
da credibilidade dos casos que analisou: (a)
Número de testemunhas; (b) Conceito das
testemunhas; (c) Outras testemunhas do
avistamento somente do UFO, supondo que esteja
relacionado com o avistamento do humanoide; (d)
Evidências posteriores, tais como marcas no
solo, radioatividade etc.; (e) Finalmente, nível
da investigação realizada. Com a classificação
cumprindo esses critérios, Jader Pereira centrou
sua atenção em pontos que considerou críticos
para determinar as categorias dos seres. Entre
os pontos, estava a utilização de equipamentos
protetores, como escafandro e máscaras, as
características métricas dos seres, suas
aparentes formas anatómicas e seus
comportamentos. Por exemplo, Jader Pereira
entendeu que os seres que eram parecidos com
humanos, inclusive em altura e aspecto facial, a
tal ponto de poderem passar despercebidos no
meio da multidão, seriam classificados como do
Tipo 01. No entanto, frente a uma casuística
multifacetada, Jader Pereira dividiu este tipo
em três variações: aqueles que se aproximam da
testemunha, os que se mantêm à distância e,
ainda, aqueles que costumam ser mais altos que
os humanos (acima de dois metros) e também se
mantêm à distância. Esta última variação
apresenta ETs portando roupas justas, luminosas
e, ainda, uma arma em forma de esfera de luz. Já
a classificação do Tipo 02 do pesquisador seria
idêntica a do Tipo 01, também com três
variações, mudando apenas no fato que os
humanoides teriam pequena estatura. Em suma,
Jader Pereira constituiu uma infinidade de
tipologias distintas.
