Angelino Pereira
BIOGRAFIA
Natural
de Guimarães/Portugal
Licenciado em Engenharia de Segurança no Trabalho,
Pós-graduado em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho e
Mestre em Engenharia Humana.
Desenvolve a sua actividade profissional como consultor na
área da prevenção de riscos profissionais e coordenação de
segurança. É professor do ensino superior na temática da
segurança e gestão da prevenção de riscos profissionais, com
vários estudos publicados em revistas da especialidade.
Colaborador em vários jornais, tem também participado em
palestras e tertúlias prosaicas e poéticas. Colaborador em
vários jornais, muitas são também as suas participações em
coletâneas e antologias entre as quais: Asas Vivas; Mãos
Dadas, volumes I, II, e III; Antologia Poética de Autores
Vimaranenses; Poesis I, II, XI e XII; (De) Corrente, Poesia
a Onze; Os 30 autores do CD “Assim Se Diz”; coautor da
Coletânea Poesia a doze “Resist (ir) Assim”, da colectânea
de contos “conta-me estórias”; Tempera (Mental), Poesia a
dezasseis e VERBUM, conto & poesia. Participou também nas 10
Antologias poéticas "Poetas de Sempre", publicações 2000,
2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009.
É autor de Sete livros “No Conto do Meu Poema”, editado em
1995; “Mensagem no Tempo”, editado em 1997; “Nostalgia entre
Angola e o “Puto”, editado de 2000,“O Problema da Gente São
as Pessoas”, publicado em 4 de Dezembro de 2004; “Renascer”,
publicado e apresentado em 23 de Abril de 2006, dia Mundial
do Livro e dos direitos de autor; “O Preço da Vitória”, um
romance com sucesso, em 2.ª edição. E AGORA: “Encontros de
Vidas”. Simplesmente apaixonante!
Angelino Pereira, é membro n.º 905 da Associação Portuguesa
de Escritores e Beneficiário n.º 16251 da Sociedade
Portuguesa de Escritores. E tem merecido alguns prémios e
distinções desde Março de 1985 quando recebeu uma Menção
Honrosa da Câmara Municipal de Guimarães por um trabalho de
pesquisa histórica sobre a nacionalidade portuguesa, com
título “24 de Junho Dia 1 de Portugal”
Voltou a ser galardoado em 22 de Junho de 1985 pela escola
Secundária Francisco de Holanda em parceria com a Câmara
Municipal de Guimarães com o 1.º prémio em Poesia.
Desde então várias distinções, tem merecido, como:
Tem sido em vários anos: 4 primeiros, 3 segundos, 3
terceiros, 2 quartos e 1 quintos prémios, nas Competições
Culturais do Clube de Pessoal da EDP, entre várias menções
honrosas; 1.º prémio em poesia do Instituto Superior da
Maia, em 1997;
1.º Prémio, em quadras populares no 1.º Encontro Nacional de
Poetas, em Guimarães, em 2001, entre várias Menções Honrosas
em anos seguintes, na modalidade de quadras populares,
alusivas ao Gerês, entre outros…
Http://www.angelino-pereira.blogspot.com
INTRODUÇÃO
Todos caminham sem tempo
para nada. A vontade de chegar, sem saber onde, na ganância
de tudo, atropela e esmaga a esperança de viver. E as
crianças, que a sorte não privilegiou ao nascer, são
apanhadas pela velocidade do tempo, na dor, na fome, na
desgraça e na indiferença de quem passa. A sociedade humilha
as crianças e faz a pessoas que depois detesta. Então o
poeta, inconformado, grita na esperança que o mundo o ouça:
“Usadas porquê e porque razão?” As crianças são o melhor do
mundo….
E
Olhando o nosso mundo, o que vemos?! Através da “caixa
mágica” observamos a maldade e ouvimos os gritos da dor
adormecida na fome de crianças que o homem escraviza. E o
GRITO do poeta atormentado soa no tempo da irracionalidade
que faz a guerra e mata a vida de tantos inocentes.
A criança continua sofrendo porque o homem não tem noção do
tempo e mata a criança que nasceu dele, e pior, não a sentiu
crescer nele. E então a minha escrita e MEU GRITO, com alma
aflita mas sempre insisto para decifrar O mistério da
pobreza.