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Não tema os
julgamentos dos
outros, aja
assim: São duas
qualidades de
que quem escreve
uma boa a outra
má, será?
Dizem os
entendidos. No
anseio de
rabiscar vem à
vontade de
explanar.
Na cartilha que
estudei, aprendi
a desenvolver. E
passei a
escrever demais,
mas na minha
lógica não me
perdi jamais;
São como dois
amores que
marcarão nossas
vidas, pela
glória literária
ou pelo anseio
incontido,
deixem pra lá,
às vezes querem
só agradar.
Comentários
tendenciosos
todos estão
sujeitos, o
anseio de
aprender faz o
jeito, com
comentários sem
comentários sem
ritual já
pertenço ao
mundo
intelectual.
Rebuscado,
prolixo não
importa, o que
vale não ser
idiota, tudo
emana da mente
de um ser que
espera ansioso a
abertura da
porta.
Ao abrir vem o
refletir
descortinando
com mais espanto
e fervor, tudo
faço com
sentimento e
amor;
Aos críticos,
literatos,
poetas e líricos
as bênçãos de
amor e paz que
são ouro
verdadeiro que
no consciente
aporta.
Deixem-me apor
nas entrelinhas
o que penso e
acho, não joguem
ao vento e ao
mato, não sou
capacho nem
indigente sou
gente que se
delicia com a
fonte corrente
que brilha com
fervor.
Prolixo ou
rebuscado aqui
vai o recado,
olvidaste os
meus erros que
pacificaram meu
coração. Não
ligo, é luz que
se revela qual
delicada
sinfonia, com
bonita melodia a
resposta logo
vêm.
Em forma de
harmonia que
massageia meu
ego, e num
interregno, no
ascender de
esperança,
transforma e
avança tal como
criança, em
busca da
perfeição.
No bom sentido
tornei-me homem
austero e
severo,
conhecendo bem
as leis. A minha
estrutura é
simples e
graciosa menos
honrosa,
daqueles que me
qualificam por
inveja ou
orgulho ferido.
Diante de tanto
lero, lero, meu
cérebro parece
um coração
palpitante em
tom elegante
cheio de
energia, não
vazias, mas
eternizantes,
quando você
acredita que
pode fazer, as
coisas ficam
fáceis.
Antônio Paiva
Rodrigues* |