SEBO LITERÁRIO

 

Antônio Paiva Rodrigues

 

Crônicas

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Rebuscado e prolixo

 


Não tema os julgamentos dos outros, aja assim: São duas qualidades de que quem escreve uma boa a outra má, será?
Dizem os entendidos. No anseio de rabiscar vem à vontade de explanar.
Na cartilha que estudei, aprendi a desenvolver. E passei a escrever demais, mas na minha lógica não me perdi jamais;
São como dois amores que marcarão nossas vidas, pela glória literária ou pelo anseio incontido, deixem pra lá, às vezes querem só agradar.
Comentários tendenciosos todos estão sujeitos, o anseio de aprender faz o jeito, com comentários sem comentários sem ritual já pertenço ao mundo intelectual.
Rebuscado, prolixo não importa, o que vale não ser idiota, tudo emana da mente de um ser que espera ansioso a abertura da porta.
Ao abrir vem o refletir descortinando com mais espanto e fervor, tudo faço com sentimento e amor;
Aos críticos, literatos, poetas e líricos as bênçãos de amor e paz que são ouro verdadeiro que no consciente aporta.
Deixem-me apor nas entrelinhas o que penso e acho, não joguem ao vento e ao mato, não sou capacho nem indigente sou gente que se delicia com a fonte corrente que brilha com fervor.
Prolixo ou rebuscado aqui vai o recado, olvidaste os meus erros que pacificaram meu coração. Não ligo, é luz que se revela qual delicada sinfonia, com bonita melodia a resposta logo vêm.
Em forma de harmonia que massageia meu ego, e num interregno, no ascender de esperança, transforma e avança tal como criança, em busca da perfeição.
No bom sentido tornei-me homem austero e severo, conhecendo bem as leis. A minha estrutura é simples e graciosa menos honrosa, daqueles que me qualificam por inveja ou orgulho ferido.
Diante de tanto lero, lero, meu cérebro parece um coração palpitante em tom elegante cheio de energia, não vazias, mas eternizantes, quando você acredita que pode fazer, as coisas ficam fáceis.

Antônio Paiva Rodrigues*

Livro de Visitas

       

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