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SEBO LITERÁRIO
  
Poesia
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AS
FLORES E
AS
BORBOLETAS
Antônio Paiva Rodrigues
A vida é
bela, a
rosa
amarela.
A alma é
sutil,
eterna e
bela.
A vida é
dom
divino
do
Criador,
Que nos
enche de
alegrias
e amor.
Nos
espinhos
vem à
dor e a
flor,
Os
acúleos
das
dores
são
oferendas.
O
espinho
por mais
rude,
mais
cruel.
Metamoforseia-se
em
flores
divinas,
Que
brilha e
embeleza
em cada
esquina,
De
divina e
bela é
tocada
de luz e
mel.
As
borboletas
por
encanto
e
sedução,
Encantam-se,
beijam e
sugam
seu
néctar.
Nos
polens
levam a
semente
reprodutora.
De uma
nova
vida em
encantamento,
A luz do
universo
a
fortalece
e
imanta.
A
oferenda
das
borboletas
a outras
plantas.
Para a
divindade
transformar
em vida
nova,
Os
polens
benditos
que
geram
novas
vidas.
É a
natureza
em flor
vencendo
as
amarguras.
Enchendo
nossos
corações
de vida
e
venturas.
Delas
tiramos
os
buquês
que tem
um
destino,
Um
coração
em
desatino,
repleto
de
bondade.
De amor
e
caridade
sem
espinhos
da
ingratidão,
É o
coração
que amo,
adoro, é
meu
viver
purificado.
Extasiado
pulsa em
contraponto
e
borbulha
em amor.
As
flores
perfumadas
têm
destino
a minha
amada,
Que as
recebê-las
alegra-se
como a
passarada,
E um
beijo
descomunal
agradece
a
sensação
do
querer,
Que
dedico
ao meu
bem-querer,
o amor
mais
puro.
Sensível
afável,
deslumbrante
que
transforma
o meu
viver.
Antônio Paiva Rodrigues |
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DEUS É
TUDO .
Antônio Paiva Rodrigues
É
mostrar
como
Nele
chegar.
Não
duvide!
Não
duvide!
É
sublime
caminhar
Antes
observe
as suas
próprias
obras,
aflorar;
Deus é
tudo.
Fora
Dele não
se
concebe
desatinar.
Deus é o
mundo e
Nele há
muitas
moradas,
ninguém
pode
duvidar.
Teu
peito é
sublime
se
estiver
para
Cristo
para
adorar
Não
duvide
da força
do Pai e
do Nosso
Senhor
Porque
teu
peito é
maior
que o
próprio
corpo.
Se teus
pequenos
olhos
não
puderem
enxergar,
Ainda
assim
teu
peito
saberá,
Basta em
Jesus, o
Cristo,
o
coração
ficar.
A
verdade
consola
e veio
em
espírito.
Por um
minuto
escute
as
batidas
em teu
peito
E talvez
as
palavras
em um
João
façam
algum
sentido
Quando
leres o
catorze
aquilo
que
haveria
de ser
feito
Depois
do
Senhor
erguido
no
madeiro.
Antônio Paiva Rodrigues
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ESPERANÇA
Antônio Paiva Rodrigues
No
véu da
esperança
Vem
a
lembrança
Dos
sonhos
renhidos
Dos
dilemas
esquecidos
Que
me fazem
sofrer
Da
guarda
constante
Do
futuro
brilhante
Que
pretendo
ter.
Em
constante
delírio
Vi o
rastilho
De
fé e
esperanças
Das
belas
lembranças
Da
vil
esperança,
Esvair-se
no ar.
Minha
sina é o
mundo
Não
sou
moribundo
Nem
vagabundo
Desejo
brilhar
Nos
olhos
marejados
Gotas
douradas
Regentes
do bem
Vou
mais
além
Sem
desdém,
Quero
alcançar
No
futuro
chegar
Com
força e
ternura
Sem
freios e
frescuras
A
soberba
alegria
Que
um dia
batia
Em
minha
porta eu
não via
O
caminho
da
glória,
De
outras
glórias,
Ser
não
podia
ser,
E
sim
saber
Jamais
pensei
alcançar
A
glória
literária,
Multifária,
De
belezas
buriladas
Na
verve
encarnada,
No
viço da
vida
De
um ser
tão
querido
Sem
cangas e
opressões
Não
vejo
senões,
Nem
alaridos,
Quero o
partido
Dos
poetas
esquecidos,
Tangidos
pela
insensatez
Mas,
sempre
lembrados.
Nos
sonhos
dourados
De
uma bela
altivez.
Nos
noites
de
festas,
Nas
lindas
serestas
Do
mundo a
brilhar
Afinal,
vem o
futuro.
Que
desejei
alcançar.
Antônio Paiva Rodrigues |
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ESTRANHOS
DESTINOS
Antônio Paiva Rodrigues
Alma
fraterna,
singela
de
donzela.
Bela,
excêntrica,
altiva e
carinhosa,
Do
coração
emana
amor em
aquarela,
Num
vislumbrar
de uma
seiva
saborosa.
Oh! Bela
criatura
que nos
alegra e
seduz,
Carinhos,
desejos,
ternuras
te
propus.
Alvitrei
por
carinhos
reluzentes
e
aparentes,
No
esplendor
do mundo
dos
amantes.
Delirante
desejo
anseios
quis
ofertar,
Na mais
simples
introspecção
do
despertar.
Nos
momentos
calorosos
e
desejos
de amar.
Oh!
Donzela
bela,
estonteante
e
descomunal.
De
recheios
belos
balizados
em tom
carnal,
Transforma
a visão
dos
apaixonados
em
soberba.
Levando
riquezas
em
profusão
sem
asperezas,
Na terra
esbanja
beleza
guarda
tesouros
no
peito.
A
inteligência
se
alteia
em
melodias
de amor,
No peito
esbanja
beleza
nos
corações
emoções,
Sem
senões
aguarda
a noite
inteira,
para
brilhar.
De calor
ardoroso
se
reveste
como
nobre.
Para
abrigar
meus
sentimentos
de um
coração
pobre,
Enchendo
de
prazer e
amor
para
transfusão.
De um
coração
ao outro
em tom
de
imensidão,
A
imantação
do corpo
pelo
outro a
pulsar
de
energias.
No
orgasmo
celeste
do amor
carnal
em
extasia,
De uma
donzela
amada,
querida
e meiga
em
demasia.
Antônio Paiva Rodrigues
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LOUCURAS
DE AMOR
Antônio Paiva Rodrigues
Ele
afirma
não ser
poeta,
mas...
Li no
teu
semblante
Uma
mensagem
oculta.
Terna
doce e
refrescante
Pensei,
cá com
meus
botões
Será que
ela
esqueceu
os
senões
Dos
prazeres,
alegrias
e
sensações
Que
fizerem
palpitar
nossos
corações.
Poetas
vivenciam...
A nossa
vida é
assim:
Cheia de
virtudes,
defeitos
e
trejeitos
Não
esqueçamos
jamais,
como
sofre um
coração
no peito
De quem
ama sem
preconceitos,
puro
como o
ar
rarefeito.
Que se
encontra
nas mais
altas
montanhas,
do orbe
perfeito
sem
rejeito.
Amar e
ser
amado,
uma arte
criada
pelo
Senhor
sem
defeitos...
Que
desprezamos,
por
ciúme ou
despeito
e por
sermos
imperfeitos.
Mas a
saudade
e o
aconchego
nos
deliciam
com um
amor
perfeito.
Poetas
não
temem...
Sublime,
eterna,
gloriosa,
bela,
inteligente
e
graciosa,
amo-te!
Sem ter
medo de
ser
feliz,
onde
miro te
vejo,
desejo-te
profundamente.
Dia e
noite
sou
feliz,
mas sem
tua
presença,
pareço
uma
grande
cicatriz.
Perturba,
machuca,
dilacera,
dói em
minha
alma,
sinto-me
infeliz
de longe
ao se
aproximar,
coração
a
palpitar,
desejo
te
beijar
toda
fagueira,
faceira,
semblante
a
brilhar,
pensa é
hora de
amar.
Poetas
amam e
sentem...
Amar
desesperadamente
entre
gemidos,
sensações
e beijos
ardentes
Sugar
nossas
forças
com um
magnetismo
imanente,
nossos
olhos
brilham
reluzentes.
Pedindo
mais
carícias,
nossos
corpos
entram
em
êxtase,
e uma
sensação
nos faz
cerrar
os
dentes é
o
orgasmo, o
prazer,
que só o
amor
proporciona
a gente
que ama
a gente.
Antônio Paiva Rodrigues
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