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SEBO LITERÁRIO

POESIA
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QUANDO
PENSAR
EM
MIM...
Naidaterra
Não
procure
o
que
em
mim
não
existe,
sou
da
paz,
simplesmente
uma
poeta
que
rabisca
as
emoções
de
um
coração
vivido...
só
ama...
Meus
versos
são
livres,
puros
e
simples.
Não
gosto
de
palavras
rebuçadas,
idéias
gravadas...
nada
meditado...
Não
corro
atrás
das
rimas,
mas
permito
que
percorram
os
caminhos
do
meu
coração...
Quando
pensar
em
mim,
tente
ler
meu
coração,
mas
não
role
as
delicadas
frases
com
a
intenção
de
encontrar
o
que
em
mim
não
habita...
Não
encontrará
tempestades
ou
desordens,
defeitos
sim,
mas
ame-os
para
que
eu
possa
também
amar
os
teus...
Deus
é
meu
escudo,
um
amigo
que
cicia
nos
meus
ouvidos
que
a
vida
é um
presente
divino
e,
eu
sou
uma
das
vidas
que
ele
soprou...
Quando
pensar
em
mim,
acomode
as
armas
e as
brutalidades,
sou
o
rumor
das
asas
da
paz...
Naidaterra
02/2009 |
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IDAS
E
VINDAS
Naidaterra
Se
nas
minhas
idas
e
vindas
tua
imagem
foi
se
diluindo,
penso
ser
a
minha
própria
desistência,
cansada
da
insistência
em
vão...
Deixou
de
voar,
fluir...
não
foi
culpa
minha.
Parei
o
tempo
para
mantê-lo
imutável,
irretocável
e
imbatível,
manipulei
as
horas
dos
meus
dias
e
noites,
desviei
tempestades,
abri
caminhos
e
prolonguei
as
excitações
decorrentes
das
estações...
Ofereci
o
hálito
da
vida
presente,
premente
em
mim...
Amor,
emoção,
sedução
e
calor
que
cala
a
dor...
Rejeitou,
esperei,
você
se
calou...
e eu
fui,
caminhei
e
não
percebi
que
ultrapassei
você
sem
sentir
mais
dor...
Teu
nome,
telefone
e
outros
detalhes
já
não
me
consomem...
não
foi
culpa
minha...
Me
perdeu,
nos
perdemos...
Naidaterra
02/2009 |
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TE
AMO,
ETERNAMENTE,
TE
AMO...
Naidaterra
Vem
de
longe
este
amor,
nasceu
um
dia
quando
os
teus
olhos
pousou
de
mansinho
dentro
dos
meus...
Entre
estrelas,
cantos,
luz,
sons,
o
céu,
a
noite,
o
sol,
o
luar...
o
campo,
nasceram
meus
versos
perfumados...
E
canto
meu
amor
num
impulso
nobre,
celebro
e
exalto
o
que
a
mim
foi
dado
como
dádiva,
viver
um
grande
amor...
O
som
do
universo
são
ecos
da
minha
respiração
ofegante...
te
amo...
Não
morrem
as
estações,
sempre
vivas
e
reais,
assim
é o
meu
amor...
imortal...
Não
se
esquece
nunca!
Naidaterra
Fev/2009 |
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CANÇÃO
DO
ADEUS
Naidaterra
Não
há
velas
no
barco,
soltei
na
água
os
remos
cansada
de
não
chegar
a
lugar
algum...
O
vento
sopra
manso
e o
rio
entoa
a
canção
do
adeus...
A
sós
com
meu
coração,
um
doído
lamento
vai
apagando
queixumes
e
ais,
rasgando
versos,
diluindo
fragmentos,
camuflando
vestígios,
sem
deixar
rastros...
Naidaterra
Março/2009 |
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DEIXANDO
VOCÊ...
Naidaterra
Os
versos
que
eu
te
fiz,
ora
em
nobres
odes,
ora
em
curtas
canções
e
outros
em
apaixonados
sussurros,
delete-os...
Enfim,
estou
deixando
você...
Naidaterra
Maio/2009 |
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O
IDEAL
DO
AMOR
É
como
o
voo
de
uma
ave,
não
podemos
ver
os
rastros
de
sua
passagem,
mas
podemos
sentir
a
emoção
fluindo
no
ar...
Amar
é
como
o
veio
da
água
que
desliza,
vai
marcando
cada
um
de
um
jeito,
não
há
como
escapar
deste
toque
morno
que
aquece
nossos
corações
na
medida
exata
para
vivermos
uma
grande
paixão...
Não
há
limites
para
o
amor,
quem
realmente
ama,
vê o
nascer
da
manhã
no
rosto
de
sua
amada...
O
amor
repousa
etério
sem
pensar
um
só
momento
nos
sobressaltos
da
vida
e
vamos
longe,
muito
longe...
além...
Naidaterra
Maio/2009 |
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AMANHECEU
Naida
Terra
O
dia
amanheceu
lindo...
Estou
completamente
apaixonada
pela
vida...
O
sol
ainda
tímido,
me
beija
delicadamente
como
se
sentisse
no
meu
corpo
o
gosto
da
nossa
noite
de
amor...
Fechei
meus
olhos
e
senti
as
tuas
mãos
me
tocando,
leves,
suaves
e
cada
vez
mais
íntimas,
cada
vez
mais
atrevidas...
Um
desejo
fremente
me
fez
esquecer
da
minha
realidade
e me
deixei
levar,
saí
de
mim
mesma
para
completar
a
doce
magia
do
momento...
O
toque,
o
beijo,
o
gosto,
o
cheiro,
tudo
acontecendo...
E a
deliciosa
sensação
de
saber
que
ao
cair
da
noite,
estarei
novamente
nos
teus
braços
vivendo
a
realidade
do
nosso
amor,
até
quase
o
dia
amanhecer...
Naidaterra
Junho/2009 |
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FAÇO
POESIA
Naidaterra
Meus
sentidos
são
feitos
de
versos,
como
quem
canta,
desenha,
borda,
tece
ou
mesmo
respira...
Como
num
lindo
jardim
brotam
flores,
a
poesia
nasce
em
mim
como
por
encanto,
um
dom
divino...
Por
certo,
desconhece
a
solidão
o
meu
coração
que
transborda
amor,
minhas
mãos
delicadas
e
frágeis
não
pedem
guarida,
são
guias
incansáveis
que
se
aninham
na
mãe
natureza...
Minha
poesia
é
felicidade,
é a
saudade
que
rói
de
mansinho
a
emoção,
mas
é
uma
dor
que
não
dói...
Faço
poesia
para
os
amantes
do
belo,
brasa
que
queima
o
coração...
Faço
poesia
como
o
menino
roda
o
seu
pião
e a
menina
faz
tranças
em
suas
bonecas...
Faço
poesia
com
magia
de
mãos
dadas
com
a
alegria
de
estar
viva
e
viver...
Naidaterra
julho/2099 |
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Livro de Visitas
 
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