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SEBO LITERÁRIO

POESIA
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QUERO-TE...
Naidaterra
Chega
de
sonhar!
Não
quero
mais
abrir
minha
janela
em
noites
de
insônias
e
suspirar,
imaginar
estar
em
teus
braços.
Quero-te
p'ra
mim!
Escondida,
saio
na
noite
e
vou
invadir
o
teu
quarto,
exigir
teu
silêncio,
quero
vê-lo
sucumbindo
aos
meus
desejos,
marcar
meu
cheiro
no
teu
corpo,
deixar-te
louco
e
fazer-te
meu
de
vez.
Serei
o
vento
que
sopra
em
todas
as
direções
só
para
envolve-lo
e,
teu
corpo
beijarei
todo
por
fora
e
sentirás
por
dentro
a
intensidade
do
meu
amor..
Vou
navegar
nos
teus
cantos,
sugar
com
paixão
teus
encantos,
dançar
a
dança
dos
amantes
e te
observar,
ler
teu
olhar
e
quem
sabe
me
lamentar,
de
não
ter
tentado
antes
tomar
você
p'ra
mim...
Naidaterra
Junho/2009 |
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MEUS
VERSOS
Naidaterra
Não
são
heras,
garras
que
sufocam
torturando
jovens
e
velhos
troncos.
São
arabescos
que
ocultam
os
arcanos
da
minha
alma
peregrina.
O
archote
que
ousa
iluminar
meus
passos
nas
minhas
vindas
e
idas...
bagagens...
esquecidas...
Naidaterra
Julho/2009 |
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TENHO MEDO
Naidaterra
Entre
o
mar
e o
céu
está
o
teu
coração
ancorado
a
minha
espera...
Já
fui
a
lua
de
alguém
que
era
o
Sol,
impossível
foi
o
encontro
de
nós
dois...
Viajei
muitas
estrelas
suplicando
por
um
segundo
de
tempo
para
que
eu
tivesse
um
momento
de
calor,
sentir
o
sabor
real
daquele
amor...
Em
vão,
a
lua
e o
sol,
o
destino
os
separou...
Este
coração
que
me
chama,
eu
desejo,
mas
o
medo
de
que
sejas
outro
Sol,
impera...
Diga-me
e
faça-me
sentir
que
és o
mar...
eu
vou...
Naidaterra
Julho/2009 |
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FALAM
AS
MÃOS
Naidaterra
Tão
sublime
quanto
um
olhar
é o
toque
das
mãos
que
com
suavidade
toca
e
acalenta...
As
mãos,
são
como
asas
de
andorinhas
que
infinitamente
doam
proteção
e
calor...
Indicam,
sugerem,
alimentam
e
falam
aos
surdos
com
exatidão...
As
mãos,
plantam,
colhem
e
tudo
sentem
refletindo
em
gestos
este
sentir...
As
mãos,
são
lanternas
e
ferramentas
que
alimentadas
e
inspiradas
pelos
anjos
socorrem
e
cavam
fendas
em
pontes
criadas
por
sonhos
esquecidos
para
que
não
haja
endurecimento,
evitando
assim,
as
grandes
quedas...
Falam
as
mãos,
quando
frias,
trêmulas
e
suadas...
Quando
se
fecham
e
agridem...
Quando
recuam
e se
escondem...
Falam
as
mãos,
quando
já
cansadas,
só
lhes
restam
a
súplica...
Naidaterra
Julho/2009 |
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ALGO
COMO
A
SAUDADE
Naidaterra
Saudade
é um
enigma,
algo
como
a
partida,
só
partiu,
não
se
ausentou...
Algo
como
uma
dor,
emoção
que
não
dói...
Algo
como
uma
mansa
fera,
instiga
mas
não
ataca...
Esperança
que
dói,
mas
sempre
espera...
Queima
o
coração
e a
nossa
frente
o
rio
está
seco,
não
há
como
conter
a
chama
de
um
amor
que
se
foi
para
os
braços
de
outro
alguém...
Saudade
é
companhia
doída,
é
soluço
contido,
é
sentir
dentro
do
peito
que
se
apagou
o
clarão
de
antigamente...
Algo
como
a
saudade,
é
ter
que
dizer
adeus
ao
amor
e
não
aos
sentidos...
Naidaterra
julho/2009 |
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AMOR
COMPARTILHADO
Naidaterra
Um
amor
compartilhado...
Sentido
e
livre
como
o ir
e
vir
das
ondas
do
mar,
nada
pode
impedir
que
ele
aconteça...
Um
amor
revelado
e
sem
segredos...
Amar
esse
amor
com
todo
o
amor
do
mundo...
Um
amor
que
caminha
lado
a
lado
e os
braços
sempre
enlaçados
desejando
só
amar
e
amar...
Vontade
sempre
latente
de
viver
momentos
profundos
desse
amor,
horas
inexprimíveis
a
contemplar
a
beleza
desse
amar...
Desejo
ter
desse
amor
tudo
o
que
inflama,
o ar
que
faz
permanecer
acesa
a
chama...
Permanente
aroma
dos
rosais
que
enlaça
meu
corpo...
céu
orvalhado...
Meu
teto,
minha
rede,
doce
fruto
que
alimenta
a
minha
vida.
Preciso
tanto
doar
este
terno
amor
que
vibra
dentro
de
mim...
Naidaterra
fev/2010 |
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UM
SONORO
"NÃO"
Naidaterra
E
virou
mar
o
meu
mundo,
lágrimas
cristalinas...
silenciosas...
Ausência
de
aroma,
sal
secando
gota
por
gota
a
semente...
Um
sonoro
e
impetuoso
"NÃO",
fez
um
anjo
chorar
bem
antes
que
eu
nos
cobrindo
com
o
manto
escuro
da
ingratidão...
Foram
em
vão
as
tentativas
de
um
coração
que
esperou
por
um
"SIM"
que
chegou
definitivamente
ao
fim...
Ligeiro
passa
o
tempo!
Amores
e
amigos
vem
e
vão
com
seus
"NÃOS"
injustos...
Amanhã
o
sol
vai
surgir
e do
azul
da
imensidão
vou
ao
encontro
do
céu
na
doçura
de
uma
prece
ao
sabor
de
uma
música
celestial,
diluindo
e
esquecendo
este
sonoro
"NÃO"
Naidaterra
fev/2010 |
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QUANDO
TE
VI...
Naidaterra
Foi
meu
sonho
de
amor
que
vi
nos
teus
olhos
cheios
de
nostalgias
que
rasgaram
minh'alma
em
paixão
fazendo-me
esquecer
outros
amores...
Adeus
ó
desenganos
de
outrora,
encontrei
a
luz
que
calou
a
minha
dor...
Sei
agora
que
não
houve
como
tu
quem
me
encantasse
e
nem
o
mel
que
provei
dos
lábios
teus...
Não
sou
mais
sombra
nem
miragem,
sou
o
ideal
que
se
atinge,
sou
o
amor
que
pode
ser
tocado...
Naidaterra
Fev/2010 |
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pág. 12 |
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