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SEBO LITERÁRIO

POESIA
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DEIXE-ME
SONHAR...
Naidaterra
Deixe-me
sonhar
que
o
mar
canta
o
nosso
amor
escondido...
Amor
só
de
nós
dois
que
encanta
as
estações
com
ousadia,
um
amor
querido...
Neste
mar
de
canto
constante,
me
embalo
no
teu
corpo
quente,
cheiro
de
frutas
sazonadas
de
lugares
secretos,
o
jardim
dos
amores...
Nosso
amor
sufocado
resiste
tal
qual
uma
onda
que
se
quebra
e
não
desiste...
Oculto,
fantasia
um
destino
venturoso
nas
entrelinhas
de
enes
poemas,
expostos...
E
sonhar!
É
viver
numa
agridoce
e
perene
emoção,
sensação
de
ter...
Naidaterra
Julho/2008 |
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DIREÇÕES
OPOSTAS
Naidaterra
Passamos...
Por
mais
juntos
que
um
dia
estivemos,
sempre
houve
entre
nós
um
galho
seco
que
balançava
insistentemente,
temor...
Sentindo
o
vento
a
fragilidade
do
momento,
bastou
somente
um
solavanco
e os
senões
da
vida
nos
separaram,
o
adeus...
Sorrateiramente,
tristes
e
melancólicas
nossas
almas
cruelmente
foram
arrastadas
em
direções
opostas...
Naidaterra
Julho/2008 |
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CORAÇÃO
CALADO
Naidaterra
Calei
este
meu
coração
insensato,
tolice
dar
asas
ao
ingrato...
Apaixonado
é um
louco
desvairado,
não
merece
perdão
e
nem
ser
amado...
Tentei
amor,
esquece
esse
meu
coração,
cego
é
frágil,
perde
o
compasso...
Imponente
ignora
a
voz
da
razão,
me
faz
cúmplice
da
sua
emoção...
Calei
o
inconsequente,
não
merece
perdão...
Naidaterra
Agosto/2008 |
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PRECISO
DE
TI...
Naidaterra
Preciso
de
ti,
para
que
eu
possa
viver
em
mim...
Preciso,
porque
o
mar
deixou
de
marulhar,
não
cantam
as
gaivotas
e as
ondas
não
beijam
a
areia
quente...
Preciso,
porque
o
sol
não
me
aquece
e
nem
é
ouro
a
sua
cor,
sou
um
eterno
inverno...
Preciso,
porque
as
estrelas
são
réplicas
dos
teus
olhos
no
firmamento...
Estou
à
deriva,
perdida
na
imensidão
de
um
céu
negro,
sem
luar
e
sem
brumas...
Preciso
de
ti,
para
sentir
novamente
a
vida
pulsar,
te
encontrar
para
me
achar...
Naidaterra
10/2008 |
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POESIA
DE
UM
POETA
Naidaterra
E a
ele
fui
com
o
peito
arfando
cedendo
a um
desejo
inevitável...
Rasgou-me
o
véu
da
nudez,
e eu
me
permiti
ouvir
o
som
do
prazer...
De
posse
concedida,
fez-me
mulher,
poesia
de
um
poeta...
Naidaterra
11/2008 |
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COMO
TE
AMO...
Naidaterra
Penso
estar
louco
meu
coração!
Minha
alma
vive
uma
emoção
antiga,
misto
de
um
encantamento
e
deslumbramento...
Estranho
a
minha
própria
voz
quando
digo,
te
amo...
Anos,
rugas,
cabelos
brancos
e o
corpo
lento,
que
importa!
Esqueço
tudo
quando
minha
boca
insaciável
se
esquece
dentro
da
tua...
Quero
reviver
esta
felicidade
neste
corpo
velho,
mas
vivo...
Deus,
como
te
amo...
Naidaterra
11/2008 |
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POETA
Naidaterra
Sou
o
teu
sonho...
Estou
aqui
para
falar-te
do
meu
amor,
do
meu
carinho...
Sou
tua
poetisa
e te
oferto
uma
rosa
em
prosa
dizendo
que
minha
vida
te
está
oferta...
Embriaga-te
de
meus
versos,
existência
pulsante
da
minh'alma
que
em
sussuros
lhe
falará
deste
meu
amor...
Trago
comigo,
além
do
meu
coração
em
flor,
o
perfume
que
exala
o
amor,
indecifrável...
A
poesia
me
deu
mãos
aveludadas
que
só
sabem
fazer
carícias...
A
poesia
me
deu
um
coração
que
só
sabe
falar
de
amor...
Sou
poesia
em
tons
e
sons,
sou
todas
as
estações...
Sou
poetisa
e
vivo
de
emoções...
Naidaterra
11/2008 |
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LAMENTOS
Naidaterra
Não
escapa
a
nenhum
ser
humano,
um
lamento...
Faz
parte
da
nossa
evolução,
do
nosso
aprendizado...
Tudo
que
na
vida
passamos,
nos
serve
como
reflexão
e,
lamentar
é um
ato
tão
normal
como
chorar
ou
sorrir...
Basta
saber
que
você
tem
consciência
de
suas
lamentações
e
tratar
de
aprender
com
os
erros
e
acertos...
Nem
sempre
os
lamentos
são
nossos,
só
fazem
parte
do
nosso
caminho,
lamentamos
uma
perda
querida,
um
acidente,
o
que
devemos
fazer
é
ter
limites
e
compreensão
dos
fatos
ocorridos
conosco
e
com
os
outros...
Naidaterra
02/2009 |
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Livro de Visitas
 
Para
pág. 10 |
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