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SEBO LITERÁRIO
autor

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A SÁBIA VOZ DO POVO
Às vezes eu me deparo confrontando com
as minhas indignações. Enquanto vou me
questionando sobre tantos tópicos
sociais, ou que estão ou são ou vão
sendo estabelecidas,
“conforme o andar das carruagens”, como
as regrinhas sociais que definem os
muitos ou os
nadas, nos jogos sutis, ou que se
tornam, gradativamente e sempre, sendo
feitos tão
sistematicamente, dentro de certos
comportamentos idealizados como sendo
politicamente
corretos. Politicamente corretos?!
Eu disse isto?! E o que vem a ser
politicamente correto?! (...)
Na rotina diária de trabalho, tenho
alguma consciência bem estabelecida
dentro do meu modo
de agir. Sempre receptivo para acolher e
entender a importância de se criar,
produzir, algo
que seja construído de maneira bem
aparada, de formas bem apuradas e com
todos os
acabamentos bem feitos. E que gerem
significativas estéticas visuais no
tocante aos recursos
das palavras que possam ser elaboradas
de maneiras intensamente envolventes,
empolgantes e
que possam criar certo carisma pleno de
significativa beleza, no sentido de se
narrar algo que
seja consistente e real, dentro dum
elevado desempenho artístico elaborado
dentro desta
narrativa. De forma que ela se elabore
de formas intensas, agradáveis, e com
boas qualidades
para todos àqueles que estiverem
porventura. Lendo o determinado texto em
questão.
Para que desta maneira, a nossa criação
seja duradoura e se possível, possa até
contribuir
para embelezar as qualidades das vidas
do nosso Planeta! E que andam numa
deriva
perigosa, em meio aos muitos conflitos
pelos quais nós, muitos, andamos
atravessando
juntamente com as revoluções
gigantescas, desproporcionais às nossas
capacidades de
aceitação e adaptação, que
sucessivamente estão ocorrendo dentro do
nosso Ambiente
Planetário. E que estão acontecendo de
maneiras inconstantes e bruscas, em
conseqüência das
muitas transformações sucessivas,
ocorrendo em todos os aspectos. E por
todas as áreas da
Natureza!
E assim sendo, o que dizer então, da
natureza humana?!
O que anda acontecendo, cada vez tão
mais intimamente sofrível, com as nossas
convivências
sociais?! O que faz com que desgarremos
cada vez mais dos convívios afetivos,
emocionais,
que sempre teve e têm dentro dos seus
aspectos psicológicos, amplas forças
para gerarem
diversos confortos espirituais dentro do
nosso íntimo, dentro das complexidades
existenciais
estabelecidas dentro das lógicas reais
compreendidas dentro da virtualidade
gerada dentro da
nossa personalidade, vivenciada no nosso
mundo interior?!
Quais são as perturbações tão
deprimentes que estamos sendo obrigados
a enfrentar, impostas
por poderes dominantes?! Além de já nos
ampararmos nas conflitantes cargas
emocionais que
temos que carregá-las como sendo um
enfadonho encargo social da nossa
sobrevivência?!
O que fazer, para aonde se ocultar ou se
excluir de dentro desta quase tão
estúpida explosão
social inclusa dentro dos objetivos
burlescos e fúteis pelos quais somos
obrigados a vivenciar,
nos panoramas do nosso mundo interior,
ao percebermos que estamos sendo
invadidos,
agredidos, transgredidos na alma, por
tantos engodos, por muitos enganos, e as
muitas
peripécias produzidas nas estratégias
políticas sempre tão cheias de farsas,
pelas quais, somos
obrigados a vivenciá-las no nosso
cotidiano?!
Sem podermos criar forças para
modificarmos o panorama exterior que
fica cada vez mais
estereotipado por pessoas fraudulentas,
ímpias, e totalmente injustas?!
Totalmente avessas aos nobres e
verdadeiros compromissos sociais pelos
quais elas realmente
deveriam servir, como sendo instrumentos
altamente espiritualizados, (assim era
de se
esperar!) por representarem em uníssono
e concordância, a boníssima e a tão
sábia voz do
Povo.
Esta nossa sempre tão afinada com a Voz
do Universo! Emanada pelos Sons do Amor
de Deus!
Qual deveria ser o tom da nossa voz,
estabelecido em nós, para podermos
empolgar as
dinâmicas da sabedoria contida dentro
das nossas razões naturais, do nosso
existir, para que
despertássemos desta maneira, as nossas
inquestionáveis forças que temos dentro
de nós,
adormecidas?! E que ficam a espera de
alguma atitude da nossa parte, para
poder se
manifestarem... Pacificamente à espera
que comecemos a tomarmos alguma atitude,
quando
nos apercebermos, mesmo que seja
gradativamente, o quanto há de
desafetos, jogados,
desperdiçados, negligenciados a esmos,
nas dinâmicas da nossa vida?! Devido ao
fato de
estarmos sendo manipulados por pessoas
que poderiam e deveriam fazer algo de
útil e de bom
e de duradouro para o bem humanitário.
Mas que não o fazem!
Nem mesmo sequer, se atrevem a fazê-lo!
Seja um mínimo que for. Pois, para se
atreverem a
fazerem algo de útil, antes de tudo,
seria preciso que se desvencilhassem das
próprias
máscaras agarradas, pregadas, coladas,
nas suas vaidades impostas pelos status
de “personas”
que são.
Máscaras tediosas e ofuscadas pelos
falsos brilhos envaidecidos por uma
incapacidade política
cada vez mais industrializada, cada vez
mais personalizada, ou seja, cada vez
mais
mascarada, cada vez mais se tornando uma
verdadeira fantasia que vai cegando-os
através
dos múltiplos jogos de farsas, e mais
farsas, rebrilhando-se nas discretas
máscaras!
Por alguns instantes, posso denotar
inerente ao meu jeito de ser, certos
constrangimentos, ao
deparar com os meus argumentos e denotar
dentro deles, certas lacunas de
imparcialidades,
no sentido de se criar uma visão para
algumas linhas de segmentos aonde se
possam ser
definitivamente retratados, os
acontecimentos sociais que possam
efetivamente descrever-se
com alguma certeira linha de
generalidade, em todos os aspectos –
voluntários ou não – as
esperanças de cada qual dos componentes
que se compuserem em todas as estruturas
desta
sociedade. Podendo mostrar tanto na
individualidade de cada persona, quanto
na íntegra de
cada qual – a força íntima dos desejos
que vão abrangendo todas as esferas de
quaisquer
espaços sociais gerais, e que sejam
estabelecidos dentro de uma cultura –
aonde se retratem os
segmentos sociais valorizando os seres
humanos, quaisquer que sejam eles.
Mas, para assim podê-los descrevê-los,
confesso que me deparo e me comparo
comigo mesmo
ao pensar, sentir, refletir, e por
inúmeras vezes até me decepcionar, com
os fatores que me
impedem de que eu possa criar um enredo
com mais empolgantes qualidades
literárias. E que
se façam jus merecedores de afortunados
créditos de uma superabundância
criativa, dentro
de um veio poético no qual possa eu,
então, recriar, através da arte, todas
as belezas que se
possam ser descritas, interpretadas,
gesticuladas, visualizadas, através de
todas as realidades
sentidas e vividas nas primazias dos
valores humanos.
Valores que se perdurassem
indefinidamente, numa trajetória de
verdadeiros sentimentos.
Então, eu fico desta maneira, refletindo
no quanto agradável a mim seria se
fossem, estes
valores, além de se perdurarem
indefinidamente, direcionados a tudo o
quanto fosse de bom,
de belo, de útil e duradouro para o
enriquecimento das qualidades de vidas.
Onde cada pessoa
encontrasse o que tanto buscam e desta
forma, acreditassem em algo ou em
alguém, para
sentirem-se ao menos, confortáveis
dentro de algum certo alívio, quando
revitalizassem dentro
de si, algum bem-estar de bem com a
vida, apesar de tudo!
Par enfim, concluir este meu raciocínio,
penso no quanto seria tão bom se eu
tivesse inerentes
em mim, as mesmas qualidades, os mesmos
atributos que fizeram de Victor Hugo, na
sua
época, ser um ser tão grande, além de
sábio mestre escritor e poeta.
Ele é um dos meus ídolos, pois eu o
admiro muito.
Victor Hugo tinha uma linha estética
muito objetiva, linda, perfeita. Sua
poesia é perfeita. De
rimas líricas e versos clássicos muito
bem compostos.
Victor Hugo soube retratar a sua época
com uma genialidade sociocultural ímpar.
Ele soube dar epopéia significativa e
verdadeiramente mágica e artística aos
seus belos e
uniformes escritos! |
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O TEMPO DA NOSSA EXISTÊNCIA
O tempo voa!... O Tempo da nossa
existência é muito veloz. É um tempo
aonde temos algumas
liberdades, que mesmo sendo muitas vezes
cerceadas, não deixam de ser uma
liberdade ampla
para prosperarmos, para crescermos,
aprendermos com a nossa comunicabilidade
voluntária
produzida dentro de um mundo pleno de
muitas formações expansivas de
expressões que nos
dão plena capacidade para realizar
nossos objetivos ao demonstrar nossos
conhecimentos
através da nossa cultura.
Em questões tão amplas e diversas no
tocante a tudo o que se refira aos
nossos mais profundos
ou os mais superficiais conhecimentos
que se refiram aos valores enraizados
dentro da nossa
cultura geral, podemos até julgar que
seja de extrema importância a
manifestação popular.
Na cultura popular existem muitas forças
de expressões, que acredito que sejam
das mais
espontâneas, mais importantes que se
possa haver no meio de quaisquer
sociedades. Dentro
dela, atuam incessantemente os mais
variados e significativos cultivos de
puros, belos, diversos
e esplêndidos conhecimentos, que ora se
nos apresentam de formações muito
extensas e de
enredos muitas vezes tão complicados e
noutras, tão singelos, e que, portanto,
até nos desperta
uma profunda e real comoção.
Penso que é muito importante este
cultivo de aprendizados mais populares,
onde podemos
aprender com os mais variados
seguimentos da vida, assim como também
temos perfeitas
habilidades para interagir com a
plenitude da existência ao criarmos
meios para
demonstrarmos senão todos, apenas alguns
dos nossos conhecimentos adquiridos ao
longo da
nossa árdua caminhada que viemos fazendo
através deste sempre tão enigmático, tão
incógnito, muito embora seja tão
importante meio de locomoção que temos
como ferramenta
universal para tracejar toda a
excelência dos múltiplos aspectos da
nossa existência – estou me
referindo ao Tempo – este nosso
inseparável amigo que vai ao encontro
dos acolhimentos ora
tradutores e noutras muitas horas,
intraduzíveis, dado a gama expressiva da
nossa linguagem
espiritual. Este nosso amigo Tempo é o
único apto capaz, dentro da lógica da
nossa humilde
compreensão humana, para nos apresentar
as muitas propostas de seguirmos avante
dentro
desta nossa incansável caminhada, que
ora fazemos calmamente, passeando pelo
viver, e
noutras muitas horas do nosso desgastado
tempo, percorremos “sem termos tempo”
para
criarmos alguns laços afetivos de sérios
compromissos com o espacial mundo físico
e espiritual
existente dentro da lógica essencial
nosso próprio tempo. Dado a gama da
correria que
fazemos numa procura de tudo querer,
tudo realizar, muitas vezes, nós vamos
até avançando
pela vida, nos esquecendo de que a nossa
vida pessoal se apresenta de forma
muito, mas muito
mesmo, intensamente simples!
Adoro a simplicidade da vida! A beleza
essencial do viver consiste na
simplicidade da forma
como administramos nossos pensamentos,
nossos sentimentos, nossos afetos, enfim
tudo o que
se compõe no nosso mundo interior – dado
a diversidade emocional e lógica com o
qual
criamos o nosso intelecto – fazendo
através dele, as expressividades do
nosso afoito amor a
todos os envolvimentos que temos ou que
criamos, para com o nosso bem-estar de
bem com o
íntegro viver nosso de cada dia.
A lógica de tudo consiste em viver a
vida passo a passo, minuto a minuto, com
um calmo
pouquinho de cada vez.
Penso que é muito importante criarmos as
razões lógicas dos nossos espaços
sentimentais, por
onde, através deles, podemos então dar
vazões plenas aos nossos recursos
criativos,
amparando-nos na construção árdua do
nosso sadio mundo emocional. E desta
maneira,
através dele, podermos viver toda a
extensão da vida, com certa plenitude
feita de muito
conforto senão físico, ao menos
espiritual.
Se pudermos conciliar nossos confortos
com os nossos prazeres físicos
entrelaçados aos
prazeres espirituais, então tudo fica
significativamente muito, mas muito
melhor mesmo,
dentro do nosso viver!
E tudo isto, repito, se torna
significativamente muito, quando
percebemos, quando tocamos
nos sagrados encantos da vida, com as
forças manifestas através da mão
intuitiva da
sensibilidade que se acolhe dentro da
pureza entrelaçada dentro dos encontros
mais simples
que possamos cultivar através de todos
os nossos aprendizados, sejam eles
materiais, físicos,
ou intelectuais, virtuais, espirituais.
Conciliar a vida com as razões das
nossas emoções, e estendê-la procurando
a lógica que se
consiste dentro da afetividade que se
torna possível de se encontrar dentro
das luzes
esclarecedoras da compreensão sentida
com profundo e perfeito respeito aos
valores que vêm
do nosso próximo, é podermos dar asas à
criatividade interativa da comunicação
por se criar
certa amplitude de sabedoria, pela qual
poderemos avançar pelos estágios do
nosso viver –
sempre trazendo junto conosco, este tão
nosso inseparável aliado – o nosso velho
amigo
Tempo!
Creio ser através dele, o caminho mais
seguro pelo qual podemos avançar rumo ao
futuro da
nossa existência. Criando e recriando os
nossos afetivos acordos com a nossa
própria história,
ao fincarmos os pés neste chão e
avançarmos através dele, pelos amplos
caminhos desta vida...
Rumando sempre, seguindo em frente!
Constantemente aprendendo com os nossos
próprios erros, muito embora sem
deixarmos um
minuto sequer, de dignificar, de
enaltecer e de abrirmos brechas de
flexibilidades advindas das
experiências formadas dentro das mais
duradouras e profundas compreensões que
se fazem
através dos nossos acertos. Valorizando
todos os mais belos e significativos
enaltecedores das
muitas satisfações pessoais e até
impessoais, que se formam pelos poderes
que criamos ao se
viver uma vida avulta e espirituosa.
Construída através das exuberâncias das
belezas, que se
esvaem ininterruptamente livres pelo ar
espacial do nosso mundo, construído num
universo
afetivo formado dentro dos
aprimoramentos pelos quais valorizamos e
dignificamos todas as
composições das realidades, que vão
acontecendo se conectando com as
essencialidades do
mundo e se sucedendo dentro de todos os
aspectos gerais do viver, nos quais elas
se compõem.
Penso muito e creio sinceramente, de que
um dos fatos mais primordiais, é o do
qual
necessitamos para vivermos a vida com
alguma certa dosagem de pura satisfação
pessoal –
dentro das muitas vezes em que esta
satisfação emocional, se apresente
dentro do todo, num
conjunto de emoções que vão além das
nossas simples capacidades de
compreensões – e que
está no fato de sempre ajustarmos os
ponteiros no nosso relógio biológico do
nosso tempo
pessoal, aproveitando-o ao máximo
possível, no tocante a tudo o que
possível seja para servir-nos
de aprendizado – principalmente a tudo o
que se refira as expressões manifestas
no nosso
jeito simples de amar – quando podemos
formar uma realidade ou muito sutil ou
muito
complexa, no sentido de criarmos espaços
para manifestarmos nossas emoções e
aprendizados
dentro de um elo de troca baseada numa
interatividade ininterrupta com o nosso
próximo.
Criarmos razões e emoções puramente
lógicas significa para mim, compor-me e
recompor-me
sucessivamente, dentro desta doação
carismática e descompromissada, através
da qual posso
envolver-me prazerosamente com toda a
diversidade cultural e popular que se
manifesta
dentro, em torno de mim, e através do
meu próximo. Formando dentro da
sociedade uma
significativa construção cultural, onde
podemos criar e recriar nossos muitos
sonhos, ao
realizá-los através das expressões
emocionais e intelectuais através dos
valores enraizados
dentro da árvore do nosso profundo amor! |
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O PRIMORDIAL DESTES VALORES É A FAMÍLIA!
Mas, como é completamente muito estranho
este meio-fio em que se perdura na
margem, no
qual se forma entre a vida e a morte, os
segmentos que se perfazem dentro da
nossa sociedade
atual. Quantos mistérios podemos até
pressentir, desta inexatidão que sempre
nos faz
repensar os enleios da vida, todas as
vezes que nos deparamos com este
dolorido fenômeno
que vem sempre ou nas mais das diversas
vezes – de maneira sempre tão sorrateira
– para
pregar-nos as muitas e sempre tão
desagradáveis surpresas!
Dentro deste mundo tão conflitante –
cada vez mais adverso – pelo qual
atualmente estamos
atravessando pelo tempo, ao vivê-lo
dentro de um parâmetro social cada vez
mais diverso, e
conseqüentemente também, muito mais
adverso – com disputas feitas com muitos
e múltiplos
jogos pela sobrevivência impondo-nos
regras de lutas cada vez mais acirradas
– vamos sendo
obrigados a enfrentar todos os tipos de
batalhas possíveis e passíveis de
quaisquer tipos de
perdas ou de dores – exceto as perdas e
as dores ocasionadas por tudo o que for
fatídico,
insolúvel, indesejável embora também
sempre tão nebulosa aos anseios da nossa
pacífica Fé!
Como por exemplo, as catástrofes
naturais.
Além de não querer, nem mesmo pensar em
sequer tentar fazer alarde sobre as
corrosivas
linguagens recriadas através dos
sugestivos e subversivos apelos
consumistas que nascem a
cada momento, invasores das nossas
emoções, avanço prosseguindo pela vida,
pensando em
como nos pluralizar, como nos entender,
como nos motivar, como nos orientar
perante as
oportunidades, ultrapassando também
pelos recessos que se avolumam
atravessando dentro
de uma sociedade insegura, mediante a
tantas ocorrências absurdas, dentro das
quais
avançamos pelos segmentos da vida, nos
motivando a acreditarmos, a cultivarmos
a esperança
em até rever uma atitude de
credibilidade no sorriso das pessoas,
demonstrando alguma
manifestação espontânea de simpatia,
amizade e confiança?!
É notável percebermos nos dias atuais,
muitos valores espirituais que nós
julgávamos como
sendo imenso, não fazerem mais parte dos
mais dos triviais dos momentos de uma
família.
Segredar as mais puras intenções
extraídas com muitas dificuldades dos
estados supremos e
líricos da nossa consciência, às
estrelas, reverenciando o brilho
magnético da lua, e seguirmos
pela vida afora sempre nos amparando nas
faces mais belas, puras e doces que o
lado bom
tem a nos oferecer, nos mostrar, fica
muito destoado com o contexto social
cada vez mais
dramático e conflitante pelos quais
todos nós estamos passando nos dias
atuais.
Com que tom de voz se poderá bradar à
poesia e a todas as belas essências
românticas que
ampara-nos, com seus estados mais
sublimes extraídos do néctar puro da
seiva do Amor, se
não podemos mais criar condições do
saber? Embora conscientes de que para
ganharmos a
batalha árdua da conquista do nosso pão
de cada dia, trabalhando com afinco de
sol a sol
para produzirmos dignidade, honestidade
e respeito – para o bem-estar moral e
social da
nossa família – corremos o sério risco
de ficarmos oprimidos pelos corrompidos
elos sociais
estabelecidos entre nós e o todo,
atuante inquisidor, no meio do caminho,
na medida em que
vamos tomando consciência ao avançarmos
pela vida, nos apercebendo da nossa
fragilidade
pessoal, a cada novo dia que se passa
perante os valores nos quais antes
acreditávamos e
depois nos decepcionamos ao vê-los, um a
um, se corromperem pelos poderes
nefastos! E o
que é muito pior ainda, nos apercebermos
de que a justiça vai ficando cada vez
mais cega e
envergonhada até de si mesma!
Se escondendo, às escuras, trancando-se
dentro das salas com cortinas pretas
fechadas,
pensando e repensando nas atitudes
manifestas através da sua própria
impotência por não
querer revelar-se impiedosa; ao
desacreditada, se ver desnudar-se, se
ver se desmascarar-se,
perante aos olhos da humanidade – e
mesmo assim, ainda preferindo continuar
dentro desta
forma cômoda, continuar a revelar-se com
sendo apenas suave, branda e até impune,
a
mostrar-se verdadeiramente como deveria
ser: - Íntegra aos verdadeiros valores a
anseios
socioculturais!
Como podemos cultuar, cultivar,
enobrecer, todo o lado bom da vida,
levantar todas as honras
para tudo o que for louvável e do bem,
senão reafirmarmos os nossos mais
afetivos e íntimos e
sublimes laços com os valores que se
perduram dentro do bom, do belo e do
duradouro que
temos inerente as concepções de bons
valores de grandes laços de virtudes
amistosas para as
bem-aventuranças que estão sempre à
nossa inteira disposição, quando nos
conscientizamos
de que a verdade, a bondade e os seus
valores reais, ainda existem.
Nada mudou. Tudo apenas se desgastou e
se desgarrou e se corrompeu, dentro das
regras
sociais.
Mas todos nós temos dentro de nós a
capacidade de discernimento entre o que
é o bem e o que
é o mal, para nós ou para o conjunto
todo que globaliza a nossa sociedade
moderna.
Nós temos forças imensuráveis até para
transmutarmos as regras devassas, sutis,
injustas, que
estão sendo adaptadas dentro do nosso
dia-a-dia, sem que percebamos com muita
clareza, dos
seus maldosos intentos.
Nós temos a força, inerente a amplidão
do nosso espírito! É, acima de quaisquer
situações,
dele, deste nosso eu eterno,
indissolúvel, em quem nós devemos
cultivar viva a nossa vida
pessoal ao nos auto-amparar! Pois
estando-nos conectados aos nossos
valores espirituais
pessoais em força de espírito, estaremos
nos conectando simultaneamente com os
valores
espirituais e atemporais de Deus, pois
os nossos valores espirituais que
agregamos em espírito
ao longo da nossa existência pessoal,
são formados através das fontes
inspirativas manifestas
através de Deus e todos os seres
divinais.
Muitas pessoas criam desculpas ou
justificativas para tudo. Muitas
preferem ficarem omissas,
se fazendo de submissas. Se confundindo
entre meias verdades, buscando
encontrarem para si
mesmas, uma falsa idéia de alheamento
descompromissado, fingindo-se de que
apesar de
tudo, elas conseguem criarem uma verdade
inteira, mesmo sabendo que esta verdade
esteja
galgada nos falsos valores de uma
falsificada realidade influenciada por
um círculo vicioso de
inumeráveis meias verdades.
E dentro destas meias verdades,
embutem-se os ardilosos estratagemas que
se traduzem em
subtextos, em linguagens ocultas
inclusas de todas as fontes de
negatividades danosas,
perversas, ruins, más, nocivas a todos
os segmentos sociais.
Estas linguagens são verdadeiros crimes
pecaminosos que se traduzem como
avareza,
corrupção, desajustes, desagregação
familiar, corrupção infantil, escândalos
sexuais, enfim,
toda uma continuidade social agravante,
formando uma cadeia de muitas injustiças
repletas
de muitos atos de imoralidades. Um pior
que o outro, querendo um acobertar o
outro,
formando um círculo vicioso e devastador
aos verdadeiros valores morais e
espirituais que
uma sociedade sadia e culta, merecem
viver com dignidade, justiça e respeito.
Mas, apesar de tudo, eu creio que
poderemos resgatar os valores
tradicionais para a sociedade
– o primordial destes valores é a
Família!
A Família ainda pode ser resgatada desta
sociedade injusta, ao devolver-lhe a
força da justiça
que fora indevidamente oprimida dentro
dos nossos convívios sociais!
É mais importante crermos num raciocínio
lógico voltado para uma pureza
complacente à
dignidade soberana – feita pelos elos de
uma Justiça voltada para atitudes
políticas com finas
éticas morais – que se possam
desencadear num segmento de justos
sentidos para uma
realidade pacífica entre as pessoas que
se elevarem ao resgate pessoal dos seus
anseios mais
íntimos, para que todos celebrem uma
atitude de criteriosa e pacífica
concordância
precursora da propulsão do
desencadeamento de uma razão
sociocultural mais voltada para a
tão sonhada realidade de uma duradoura,
nobre e belíssima Paz Mundial!
A força da vida vivida em boas condições
socioculturais, socioambientais e outros
tantos
outros mais, somente depende de cada um
de nós – partindo do princípio da nossa
reorganização interior – depois da nossa
boa condutividade de participação
familiar. E a
partir daí, até podermos refletir as
nossas atitudes de afinco, aos talentos
expostos da
perseverança, coragem, camaradagem,
dignidade e fé, somados aos emotivos
impulsos do
amor capacitado para reger todas umas
sociedades voltadas para as realidades
passíveis de se
serem encontradas através do bem estar
de cada ser humano – em todos os
aspectos possíveis
– e que estiverem aptos para
reacenderem, a partir de dentro de si
mesmos, as chamas do
amor, da amizade, da união, da fé e da
justiça! |
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PRECIOSO DOM DOADO POR DEUS!
Sintonizar a expansiva expressividade da
Força Inspirativa ajustando-a aos meus
impulsos
psíquicos físicos elaborando e
evidenciando-a com os meus pensamentos
percorrendo-se sobre
todos os poros do meu corpo, fazendo com
que os meus dedos se deslizam – ora
impulsivos –
ora lentos – ou como na maioria das
vezes – energéticos, sobre as teclas da
máquina de
escrever ou no teclado do computador –
assim vão os meus sentimentos
sintonizando-se com o
Divinal Éter da Fonte de Inspiração!
Quando então, eu me permito viajar nas
mais inusitadas ou românticas ou
poéticas idéias que
vão surgindo à minha frente.
Como se eu estivesse dentro de um
expresso noturno veloz, que projetando
luzes, sons, cores e
sombras através dos vidros das janelas,
também vão refletindo nelas o meu rosto
espelhando-se
junto com o meu corpo, a minha alma
criativa, os meus sonhos, os meus
segredos, os meus
desejos os meus medos e inseguranças,
enfim, as minhas satisfações pessoais e
o meu Universo
emocional inteiro deslizando-se,
desfilando-se, ao vibrarem-se, se
refletindo e se refluindo
através de mim e rebatendo-se de volta
para mim mesmo. E repartindo-se imenso a
tudo e a
todos à minha volta, ao projetarem-se
dentro dos argutos assomos imensos, que
viajam livres,
projetando-se nas expressivas forças
líricas da vida, através da luz dos
olhos meus!
Olhos que sonham por mim, além do
interior de mim – quando então, vou me
tornando uma
mística parte íntima adicionando-me
instintivamente ao íntegro de todo o
expansivo Universo
- que posso vê-lo, tocá-lo, senti-lo em
total e sublimada comunhão de
bem-aventuranças com a
espectral paz que vai se esparramando
através da pura energia deste Amor e
Glória –
enquanto vou viajando nesta equilibrada
sintonia literária com tudo e com todos
– num
imensurável apreço de gratidão sem fim!
Realizando páginas e mais páginas de
escritos que vão se traduzindo com os
preâmbulos que
vão me envolvendo entre as lacunas, as
parcialidades e todas as totalidades
íntegras e mais
abrangentes que se mostram desnudas e
completamente vívidas entre as
realidades e os
sonhos!
Fazendo com que os meus pensamentos
possam fluir impulsionados pelos mais
ardentes
desejos abstrativos incontáveis dentro
de si mesmos, enquanto transeuntes vão,
agitando-se e
motivando os amores e os sonhos a
caminharem avante por trilhas e mais
trilhas que sejam
misteriosas ou não, mas que sim,
aleatórias e descompromissadas a tudo o
que for relativo aos
métodos pessoais do meu proceder perante
a minha vida pessoal.
Tudo isto acontecendo simultaneamente,
enquanto escolho as palavras, enquanto
vou
digitando as letras e mais letras que
vão se formulando em frases – enfim,
enquanto meus
dedos tentam se ajustarem, se
sincronizarem com esta desenfreada
corrida que os meus
pensamentos ininterruptos fazem e vão
fazendo pelo espaço do tempo afora,
dentro de um
mundo dinâmico, criativo e composto
dentro de uma beleza harmônica
emocional, tocante aos
impulsos deste sagrado templo que se faz
dentro de mim, sem fim!
Oh! Quantas belezas eu posso gerar,
através das forças vivas das minhas
palavras!
Enquanto extraio o néctar vivo despojado
desta Luz que não se deixa apagar-se por
nada
deste mundo – pois que nela, perduram-se
infinitamente, os meus puros anseios de
vida,
dentro da impulsiva força do Amor que
também aquece as chamas do meu coração,
enquanto
vou me entregando de corpo e alma a este
intenso prazer de escrever por amar a
capacidade
de construir belezas duradouras para a
vida!
E quantas belezas serão possíveis de
expressá-las, através da criação
manifesta impressa de
tudo e por tudo o que possível for, de
retratar-se dentro das alusivas emoções
que perdura o
Amor?
Não saberei dizer ao certo as dimensões
desta progressiva força que ruma à
Plenitude do
Tempo. Muito embora possa senti-la, num
comparativo simples entre o meu eu
sentimental
pensante e toda a poesia exposta no teor
íntegro de todas as energias vivas
atuantes vibrantes,
dentro da sintonia que impulsiona a
dinâmica do Universo!
Penso que escrever é como se pegássemos
um punhado de areia entre as mãos.
Deixássemos
que este punhado de areia se derramasse
caindo vagarosamente de volta ao solo.
Enquanto
entre as mãos pudéssemos ir sentindo-o
escorregando suavemente entre os nossos
dedos que
vão querendo impulsivamente ir
tateando-o sentindo a textura e a
temperatura e a umidade,
até depararmos com a força filosófica
que impulsiona todas as existências. Ao
tecermos um
comparativo dinâmico entre a nossa
própria existência e os grãos das
areias, adjuntos numa
intuitiva visão do expansivo universo
que reside em cada um de nós...
Escrever assoma-se a este sentido,
também. Pegando um punhado de areia nas
mãos, é
possível sentir, de forma mínima, sem
ser fragmentada, toda a energia pulsante
viva que se
perfaz dentro da orla intraduzível
infinita do Universo!
Continuando progressivo na mesma forma
de linha de pensamento, noto que é
possível
comparar as energias vivas e pulsantes
das palavras aos valores incalculáveis
que se
concentram em cada grãozinho de areia.
E em conseqüência desta ação, destes
sentidos pensamentos filosóficos,
prosseguir dentro dos
caminhos que faço com minhas sensíveis
idéias – e assomá-las nas intuitivas
visões referentes
aos imensos valores que, sendo
inquestionáveis exista intraduzível,
dentro do Universo!
Pensar é um exercício, enquanto que
escrever, além de ser entre muitas
coisas – uma bela e
marcante manifestação Artística – também
é um valoroso e precioso Dom doado por
Deus!
Não censuro quem possa pensar de outra
forma – mas eu me asseguro e me garanto
– mesmo
que seja somente para mim mesmo:
- Eu acredito na força amorosa que se
concentra e se esvai de dentro de mim.
Eu creio em
Deus! Eu creio no Amor D’Ele! Eu creio
na vida e acima de qualquer coisa, eu
creio no meu
talento que é uma divinal doação D’Ele!
Então, irredutível, dentro do mais
profundo íntimo
da alma que compõe o meu corpo físico e
o meu corpo espiritual enlaçado dentro
de mim, não
mudarei de opinião! Não, jamais!
E escrever é um exercício também.
Concordo.
Mas este exercício é um hálito pulsante
e doce e quente que somente se faz, se
perfaz e se refaz
ininterruptamente dentro do processo
artístico estilístico criativo, para
estimular a nossa
criatividade ao usá-la escancarada e
escandalosamente prazerosa, adjunta a
este maravilhoso
dom. Como se fosse uma ferramenta em
prol aos propósitos inspirativos
derramados das
Mãos de Deus, que viesse seguramente
firme e íntegra tocar no vibrátil
sentido espiritual da
nossa vivência artístico literária!
Se já é fato consumado e comprovado pela
Ciência de que os nossos pensamentos
emitem
ondas de energia, então porque não
afirmarmos que as palavras são uma
expressiva forma
pura e concentrada de energia? O próprio
renomado Cientista Carl Sagan,
Cientista,
Cientista já falecido e profundo
pesquisador da vida, do amor em prol da
Humanidade,
Cientista que escreveu belos livros e
trabalhou para a NASA.
Escrever é uma habilidade muito
interessante, principalmente quando nos
dispomos a criar
prazeres, através do ato de escrever nos
sentido de propagarmos o bem, a
concórdia, a paz, a
esperança, os valores inquestionáveis
dos amores e dos sonhos – fortificando
desta maneira,
quem possa, porventura, se somarem, até
se inspirarem, estiverem lendo a estes
meus escritos.
Eu adoro, já escrevi muitas vezes sobre
este assunto, que amo de paixão escrever
poemas.
Principalmente quando estou abstrativo,
inspirado, tocado mesmo, pelas mãos da
Ciência e da
Sabedoria Divina.
Eu vibro de felicidade, até chego a
chorar de pura emoção, quando percebo
que num único
verso – está sendo possível que eu
sintetize toda a harmonia da Arte – ao
mesmo tempo em
que evidencie toda a lógica sapiente
dentro da pequena narrativa lírica
exposta e impressa e
sublimada e eternizada em apenas um
único verso.
É a razão emocional tridimensional
estampada na expressão literária
artisticamente
projetada para eternizar-se dentro do
perfil da beleza motivada a fixar-se na
luz da evidência
poética que se imprime dentro de um
inquestionável e sublime, de tão
perfeito, momento
Histórico por aonde os valores
imensuráveis do Amor de Deus, vem
patentear os seus
Registros de Vida, sobre nós, Poetas!
- Humanos afetivamente poderosos ao
mesmo tempo em que humildes carentes,
sempre
ávidos à busca do Amor e do entendimento
emocional e racional entre as pessoas,
através da
composição da fé e das nobres atitudes
emocionais que possam nos elevar em
espírito, numa nião conjunta com os divinais
propósitos de D’Ele e de todo o Seu
séquito de Santos, Anjos e
Arcanjos espalhados pela Eternidade da
História da Humanidade! |
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AO REAFIRMARMOS AQUELE SIM!
Paciente e laboriosamente sempre, dentro
de um relacionamento amoroso, para que
ele se
aprofunde cada vez mais, e crie raízes e
se estabilize dentro do nosso íntimo
vivencial
emocional, é necessário que tenhamos
muita e boa disposição para encontrarmos
os acertos,
os ajustes, dentro dos conflitos que aos
poucos vão se avolumando numa relação a
dois. Desta
forma, com equilíbrio, persuasão e muita
perseverança, poderão ser elaboradas
algumas ou
muitas soluções que sejam em prol do bem
de ambas as partes interessantes em se
levar
avante, uma união.
Encontrar o lugar ideal dentro da
harmonia que se possa estabelecer numa
afinidade conjugal
amorosa, é como encontrar uma pedra
bruta de diamante dentro de uma mina
rochosa, ainda
desconhecida.
Cuja existência, nós temos consciência
de que exista; até de muitas delas,
espalhadas pelo
planeta, muito embora sequer saibamos
aonde encontrá-las.
Então, muito menos, conseqüentemente,
num simples comparativo entre uma causa
ou outra,
vamos ficando dentro de uma situação
impossível de encontrar ou conquistar,
este tão
privilegiado lugar ideal dentro desta
harmonização amorosa... Seja dentro de
uma causa ou
da outra. Mas, muito embora, isto lá
seja perfeitamente possível, isto é um
grande fato. E
quem encontra esta ideal harmonia,
encontra um indestrutível tesouro...
Na vida, tudo o que precisamos é
alcançarmos um verdadeiro preparo para
que possamos nos
organizar. Tanto intimamente, quanto que
também, criarmos sensibilidades para que
possamos até nos estendermos aquém de
nós... Ao nos sintonizarmos com quem
amamos!
Aquela com quem nos dispusermos a nos
dividir para nos somarmos, dentro dos
afetivos laços
do verdadeiro amor, rumo ao encontro da
estabilização conjugal que vai se
criando, se
recriando e se aperfeiçoando, dentro
deste tão importante e profundo intento.
Portanto, volto a concluir: - na vida, é
preciso afinco, persistência e renovação
interior, para
que possamos desta forma, aparar as
excessivas arestas da nossa pedra bruta
lascada. Até nos
lapidarmos laboriosamente, para
encontrarmo-nos diante do espelho de nós
mesmos!
Refletindo as inenarráveis belezas que
se resplandecerão da força luminosa,
extraída e
esvaída de dentro do indestrutível
diamante que somos nós... Quando então,
perfeitamente,
poderemos até nos somarmos com a
perfeita beleza outra, que se nos
espelha dentro da
íntegra existência resplandecente dentro
da realidade atuante na vida da nossa
alma gêmea
vindo até nós!
E efetivarmos o desencadear dos laços
que nos envolvem rumo ao perpétuo deste
amor, é
tentar extrairmos do nosso encontro, a
fluência dos bens acontecidos em
eletrizantes e
encantadores intraduzíveis momentos de
paixão!
É de certa forma também, procurarmos
resgatar para dentro da nossa união, o
elixir extraído
da eterna fonte da juventude derramada
pelo pó das estrelas que abençoaram
nossas
existências humanas aqui na Terra –
desde as vidas dos nossos primevos
antepassados, até nós
– dentro da nossa atualidade, quando
então vamos vivendo nos reprisando, tal
qual igual, em
sentimentos e emoções eram os nossos
antepassados... Quando, ao
conduzirmo-nos avante
com o nosso viver, vamos procurando nos
traduzir, ao nos compreendermos, ao
reprisá-los no
nosso cotidiano de hoje. Fazendo e
refazendo, de certa maneira, as mesmas
experiências que
eles fizeram no passado.
A História vai deixando alguns ou muitos
fragmentos, mas a sabedoria humana se
perpetua
através dela. Repetindo-se dentro dos
reflorescidos encantos que se desnudam
nos encontros e
desencontros gerados pelas paixões que
vão se estabilizando numa união. Quando
esta união
está propensa a se efetivar e
perpetuar-se dentro dos indescritíveis e
abençoados laços do
verdadeiro amor!
Este afetivo laço amoroso acontece antes
de tudo, dentro do Universo Espiritual.
Este laço se perdura dentro de nós, a
cada momento em que nos renovamos de
corpo e alma,
propensos e predispostos, dentro da
importante universalidade que se rege
nos infinitivos
espaços do vínculo espiritual que se
finca em nós, gerando profundas raízes
dentro do nosso
relacionamento.
Quando então, nos dispusemos
incansavelmente, a reafirmarmos aquele
Sim!
Aquele Sim, através do qual disséramos
um ao outro, a nós mesmos e ao Criador,
e também à
sociedade, através de nossa intraduzível
força cheia de expressividade e
representatividade
social do nosso amor, diante do altar
que celebrou a nossa união!
Amar é tão acolhedor e importante quanto
viver!
E assim como o amor, a vida também é uma
mensageira retratando-se dentro da
realidade, a
veracidade dos estados de predisposições
espirituais que se organizam e atuam
dentro do
universo em que vivemos.
Tanto amar quanto viver, depende em
grande número de grau de suma
importância, de nós
mesmos!
O Universo Espiritual nos acolhe e nos
ampara sempre!
Desde que criamos habilidades
espirituais para que este fenômeno
aconteça dentro do nosso
estilo de vida – e para que isto se
suceda, é primordial e muitíssimo
necessário que cultivemos
a fé!
Seja esta fé, estabelecida em qual
crença for. Desde que ela perdure e se
estabilize também. E
se complete sublimando-nos, na amorosa
força que vai se expandindo ou se
retraindo, dentro
de cada um de nós.
Pois que nada nos impede de que sejamos
criativos dentro do nosso estado de
amar!
De nos perder dentro dos olhares,
ouvindo as batidas descompassadas dos
nossos corações...
Prendendo e soltando o ar, se esquecendo
de que a vida lá fora, caminha ao menos
por estes
momentos tão nossos, ausentes de nós.
Onde para dentro de nós, figura-se
apenas a
importância de se nos cultuarmos dentro
deste nosso romântico estado de ficarmos
contemplativos e a sós...
O mundo, de momento, não nos interessa;
pois que somente, nós somos quem somos
nós!
E podemos nos estabelecer, nos redimir,
nos perpetuar, e amar, amar, amar...
Dentro das
regras essenciais que geramos para o
equilíbrio dos nossos íntimos afetos.
Vividas dentro do
nosso mundo particular. Pois que o que é
mais importante para nós, é esta busca
afetiva que
se estabiliza dentro do íntimo de cada
um de nós! Gerando muitas e múltiplas
cumplicidades
que vão se desenhando e se redesenhando
nas aflitivas buscas e conquistas de
encantos,
desencantos e desencontros... E depois,
muitos e muitos convulsivos e grandes
encontros
acontecendo dentro dos envolvidos e
profundos enlaces dos nossos olhos, dos
nossos corpos,
das nossas almas, dos nossos apaixonados
corações entregues a esta procura
dimensionada
dentro de um descomunal labirinto
incógnito que vai se dividindo, se
somando, se
multiplicando, dentro das inenarráveis
emoções que vão se desprendendo de nós,
através dos
nossos olhares...
Olhares que se perdem e se encontram
dentro do fascínio espiritual e físico e
químico de nós...
Aonde nós, dentro deste magistral
fascínio sedutor, vamos aos poucos
desprendendo-nos e nos
agregando dentro de nós mesmos! Sempre
girando em torno de nós mesmos, como se
fôssemos
delicadas e perfumadas pétalas
despetalando-se ao serem lançadas ao
vento, por inúmeras e
desfolhadas flores de rosas, orquídeas,
amores-perfeitos, cravos, jasmins,
gerânios e tantas e
tantas outras flores exóticas, com
variadas fragrâncias perfumadas e com
muitas tonalidades
de cores... Que vão se espalhando, ao
perfumarem os infinitivos amorosos dos
nossos espaços
intensos...
Deflagrados pelos convulsivos e
compulsivos ápices do nosso tão
esplêndido e verdadeiro amor
sedutor!
Amor que nos envolve através dos jogos
feitos dentro destas seduções!...
Jogos que são intraduzíveis, por serem
extraídos da química dos nossos corpos!
E do sublime
das nossas almas, através deste
carismático fascínio magnético. Sempre
tão exposto num
vivificante teor apaixonado, atuante
dentro destes excitantes jogos que nos
impulsionam a
vivermos entre os etéreos e os reais das
nossas existências...
Sempre nos compondo e nos descompondo,
duma forma tão misteriosamente
envolvente, e
que vai se esparramando pela cama e
flutuando aleatória e intensamente,
através dos nossos
olhares, pelo cotidiano racional e
explosivo sentimental, do nosso viver! |
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Mensagem: MAGNÍFICA FORÇA
Bem acima do sublime perpétuo, muito
além, bem mais além do fio que nos une
ou nos separa
dentro da linha da nossa realidade
física, das linhas divisórias que se
circulam e se circundam
por nós e entre nós, formando assim os
espaços atemporais da Eternidade, existe
soberana,
uma imensurável e descomunal Força que
rege todas as demais formas de Forças
que atuam
nos infindos mistérios do Universo!
Esta Força também atua em cada um de
nós. Fazendo com que brotem e vivam
ininterruptamente, as imensas razões do
nosso existir. Até que um dia elas se
cessem dentro
dos seus incompreensíveis ciclos vitais
que interagem conosco dentro de nós,
fazendo então
com que nos amparemos nos mistérios das
forças espirituais que vibram
infinitamente, dentro
das estruturas comportamentais da índole
e da personalidade que compõem as
exuberâncias
humanas que caracterizam o nosso pleno
estado de sermos atuantes vivos.
Esta Força-Maior existe atuando cheia de
Iluminado esplendor de radiantes belezas
Cósmicas, impulsionando as molas
propulsoras da Vida. Delegando a ela, a
inquestionável
Eterna Sabedoria por onde passeiam todos
os corpos físicos – animados e
inanimados – que
vão tracejando cada qual, de forma
ímpar, a sua história pessoal, dentro da
composição
universal que se dilata sempre
avançando, avançando...
Rumo ao inesperado que vai se compondo e
se recompondo dentro das fontes
ininterruptas
desta Vida gerenciando na totalidade, a
integralidade da soma impulsionada e
ocasionada
pelas dimensões pessoais e interpessoais
de todos os seres viventes que existem e
sobrevivem
animados ou não, nos mais inumeráveis
pontos físicos ou espirituais, dos
Universos!
Esta magnífica Força que rege todos os
preâmbulos da Natureza Universal se
divide e se
subdivide ininterrupta e aleatoriamente,
por dimensões incompreensíveis por todos
nós.
Ao mesmo tempo em que se multiplica e se
triplica e se avoluma em forças extremas
de
belezas exuberantes. Alcançando no
Eterno, o Todo de tudo, no que é
intraduzível para o
nosso modesto pensamento linear
cognitivo composto dentro de um nível de
parâmetro
adaptado à nossa imaginação pensante;
atuante dentro de tudo o que possa
corresponder-se
apenas, nas simples realidades das
nossas expectativas e experiências
meramente humanas.
Esta Força plena de beatitude e beleza
esparrama-se por todas as dimensões
existentes na
atemporalidade dos Universos!
E nós, cada qual de nós, dentro do nosso
propagado caminho existencial, tecemos
dentro de
nosso mundo orgânico, a compreensão
abstrativa desta Força que ampara a
nossa cognição
espiritual, através dos impulsos que se
geram ininterruptamente nas nossas
forças pessoais
recebidas das forças da Vida que pulsa
dentro de cada um de nós.
Cada qual, de maneira única, compondo a
realidade interior, vai vivendo,
consumindo,
produzindo e reproduzindo-se, através
desta energia esparramada no Universo,
em forma de
Natureza, por esta Força magnífica!
Cada qual de nós, criando expectativas
diversas e até adversas, dentro da nossa
vivência
pessoal.
Administrando a nossa vida da forma como
pudermos. Depositando confianças e
esperanças,
nesta poção mágica vinda desta
imensurável energia que se derrama desta
Força Cósmica que
atua no Universo!
Somos composições reais das sementes
vivas desta Força!
Somos e nos somamos nas essências
dinâmicas, compostos que somos do
Átomo-semente que
originou-nos desde o nosso início
conceptivo, na formação da nossa
caminhada pelas estradas
das existências espirituais.
Permitindo-nos assim, com que pudéssemos
e com que vivêssemos, ganhando e
acumulando
experiências dentro deste pedaço de
Eternidade que atua em forma de Força,
em forma de
vida, vibrando as composições físicas e
químicas e espirituais que atuam dentro
do organismo
humano e intelectual de cada um de nós;
formando dentro de cada qual, a
universalidade
regente do Verbo que se organiza
impecável, nas dinâmicas das
Comunicações existentes
espalhadas entre todos os seres vivos
que formam todos os povos humanos
habitantes nos
muitos Continentes espalhados pelo nosso
Planeta Terra!
E o nosso corpo se energiza com este
dínamo espiritual invisível!
Através do nosso corpo, movimentamos as
atitudes comportamentais da nossa alma.
Impondo-nos, conscientes ou
inconscientes, ao nosso próprio
organismo humano, as múltiplas
funções que atuam em cada membro do
nosso corpo físico.
Através desta Força, se desprendem as
energias que nos delimitam ou nos
credenciam. Dentro
das infinitivas possibilidades, de
pensar e repensar, agir e interagir, com
os valores do amor,
da vida, da esperança, das crenças e dos
afetos múltiplos geradores das
realidades e dos
sonhos existenciais, atuantes por dentro
e por fora de cada um de nós.
Esta Força permite-nos caminhar,
avançar, retroceder, desviar-se do
caminho, voltar a ele,
parar...
Desejar, criar, recriar, destruir,
construir, andar, nadar, voar,
velejar...
Esperar, ver, ler, ouvir, pensar,
pensar, acreditar, amar, amar, amar...
Edificando a realidade da nossa
existência humana!
Vivenciando as inumeráveis
possibilidades de ações e reações dentro
das múltiplas variáveis
dinâmicas atuantes vibrantes dentro das
excelências atuantes no nosso
gerenciamento de vida.
Compondo dentro dos parâmetros da mesma,
os tracejados marcantes da nossa
história
pessoal, dentro dos Registros do Amor!
E o que nos faz existir e atuar na nossa
existência, dentro deste Milagre que é a
Vida, nada
mais é do que esta Força. Regente
também, inclusive, dentro do mais ínfimo
impulso pessoal
que atua dentro de cada qual de nós. E,
que além de nós, também se espalha por
todas as
extensões abrangentes possíveis; que
vibram atuantes, dentro da Natureza!
Fazendo com que possamos nos perpetuar
através de muitas possibilidades que vão
se criando
através do percurso da nossa existência.
Atravessando e acreditando nas
possibilidades da
continuidade do desenvolvimento da
evolução das espécies, crendo e nos
amparando neste
maravilhoso mistério que é a fonte em
forma de Força Magnífica, gerador de
todas as espécies
e diversidades de Vida!
Vamos assim, motivados ou não, sempre
impulsionados por esta Magnífica Força,
que age e
reage imperando dentro do íntimo de cada
um de nós. Compondo dentro das nossas
experiências pessoal, uma inigualável
sublimação existencial.
Aonde, dentro da nossa singela gota de
humilde Perfeição, vamos compondo a
realidade da
nossa história.
Criando as possibilidades
representativas e significativas, de
entrelaçarmos os nossos
processos cognitivos de aprendizados
emocionais, com as dinâmicas que agem e
reagem
dentro deste todo que nós denominamos de
Coletividade Humana!
E esta Coletividade vive e sobrevive,
através do invisível fio desta
emocionante Força Cósmica
que nós denominamos de Amor! |
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