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SEBO LITERÁRIO
autor

LIVRO DE PROSA POÉTICA
CAMINHO PELAS ESTRELAS
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Nítidos Contrastes Reveladores Nos dias de hoje, quando paro para
refletir, ou para pensar e repensar no
cotidiano dos dias plenos ou comuns
sinto que a realidade vem pesar sobre os
meus sentimentos. É quando então eu me
sinto na obrigação íntima e pessoal de
concluir no quanto está cada vez mais
complicado e difícil podermos
compartilhar ou mesmo pensarmos sequer
em compartilharmos dos nossos sorrisos,
dos nossos desejos, dos nossos anseios,
dos nossos tópicos comuns, da nossa
participação afetiva no tocante aos
movimentos da vida, enfim, podermos
compartilhar dos nossos momentos de
felicidade com os nossos irmãos
próximos, muito próximos ou distantes,
ou muito distantes de nós. Pessoas que como nós, vivemos a procurar
os objetivos e realizações ao
percorrerem os ciclos do viver onde
muitas vezes em fases de muitas
catástrofes naturais, vivendo sobre
muitos infortúnios ocasionados por
diversas desordens acarretando-lhes
sofrimentos, amargores, insatisfações e
infelicidade... Nos dias de hoje, quando paro para
pensar, para intuir, sentir o ar da vida
que flui em torno do meu ar, muitas
vezes carregado de sentimentalismos,
chego a ficar aturdido pelas
dissonâncias que se fazem presentes nas
regências que fluem de uns para outros,
dentro da criação natural dos ciclos da
vivência de cada qual, quanto seres
humanos que somos na constante caminhada
pelas performances da vida. Onde a felicidade bate à porta, num dado
momento para uns, enquanto arranca os
telhados e destrói os lares para muitos
e muitos outros. Massacrando as
esperanças do cotidiano comum com uma
brutalidade invisível, embora tangível,
com uma fúria em forma de mãos
impiedosas regidas pelas forças
descomunais da natureza. Destruindo
desta forma, casas inteiras, cidades
inteiras, devastando em segundos,
lugares imensos! Como é difícil ser feliz, estampar um
sorriso no rosto, enquanto sabemos que
vivemos diariamente como se estivéssemos
equilibrando-nos dentro da balança
imaginária da nossa sorte, a realidade
da nossa vida física e espiritual,
pesando os nossos destino, à borda de
uma apavorante, medonho e ruidoso Vulcão
intempestuoso e sempre predisposto a
qualquer momento, sem pedir-nos licença,
vir atormentar-nos com uma avalanche de
desmoronamentos destruição e mortes... Nos dias de hoje, paro para pensar no
quanto está difícil e até chega a ser
constrangedor, fartar a alma e o
espírito em muitas e fortes orações para
renovarmos sempre a nossa aliança com o
Criador. De fartar-se de estudos e
conhecimentos intelectuais e culturais,
enquanto vou pensando em tantas pessoas,
que muitas vezes, independentes de
classes ou circunstâncias sociais,
sofrem e se desesperam por tantos
desajustes emocionais, sociais,
culturais, intelectuais, sentimentais, e
tantos e tantos e tantos outros muitos
ais... Nos dias de hoje, fico aqui parado a
pensar, enquanto olho pela janela, vendo
a beleza das rosas irem florindo
naturalmente, desabrochando-se
silencioso nas nuance verdes olivas dos
gramados em tons diversificados entre
luzes e sombras, dentro da negrura da
noite avançando horas adentro, enquanto
uma estrela ao longe, no céu longínquo,
parece brilhar pra mim um tácito e
submisso acordo entre ela e os meus
anseios que ficam dentro de mim,
estagnados a buscarem uma significativa
razão e uma plena lógica para tudo isto,
satisfazendo assim um acordo entre as
minhas tristes comparações que vou
fazendo entre mim e o meu mundo e os
outros eus contidos dentro dos eus dos
meus irmãos que estão vivendo as
dramáticas esferas das experiências mais
frustrantes, mais tristes, mais
deprimentes, mais não lógicas, mais
insanas, que os abatem, os atemorizam,
os deixam constrangidos e impotentes
para adquirirem ou readquirirem as
forças para enfrentarem os desafios que
a vida, num dado instante qualquer, até
a eles vem e numa furiosa circunstância
do momento, os fazem reféns da própria
instabilidade da sorte que os amarra num
turbilhão de situações sofríveis e
deprimentes! Nos dias de hoje, enquanto olho pela
vidraça, cheia de minúsculas luzes
foscas que incidem no vidro da janela,
penso no quanto é difícil compartilhar
um sorriso sequer, com os meus irmãos
mais próximos ou mais distantes de
mim... É difícil e condoído pra mim, pressentir
estas realidades sociais, tão a cada vez
mais alarmantes, tão perturbadoramente
intrigantes, gritantes!... Eu vejo, sinto, presencio e compartilho
muito amor, muita vida, muita vibração
carismática e pura beleza rica de
energia, ao ver todos os dias, em todas
as tardes em fins de tarde, o meu pai ir
alimentar com querela de milho e ração,
os muitos e diversos pássaros a que vem
pousarem no quintal da minha casa. Noto que há muita poesia e muito lirismo
neste amor despojado, humilde,
descompromissado, mas muito subjetivo e
criado numa forte textura de composições
de retalhos tecidos numa vida plena de
belas e significativas vivências... Que
chego a acreditar que este seu gesto
simples de alimentar os pássaros em fins
de tarde é o resumo dos encontros,
desencontros, fugas e medos! De
realizações e de sonhos registrados no
teor de todas as histórias que
compuseram e que ainda compõem as
memórias da sua história pessoal, dentro
da sua experiência de vida! Distante, embora um observador presente
a toda esta encantadora e singela cena,
fico eu, olhando através da minha outra
janela. Vejo e absorvo para o meu
íntimo, o máximo que posso, destas
nuances de belezas reveladoras, aonde em
cada seqüência de momento em momento em
que avanço pelo tempo futuro, vai
registrando dentro do meu ego as
festividades alegres, encantadoras e
furtivas do bater das muitas e muitas
asinhas, enquanto eles bicam e bicam e
fartam-se da comida... Mas, nos dias de hoje, enquanto absorvo
atento ou abstraído esta beleza muitas
que até a mim vem baterem na porta da
minh’alma, enaltecendo de encanto as
minhas memórias, não pode deixar de
pensar no quantas muitas crianças morrem
de fome, devido aos abusos do poder de
uns esganados mesquinhos que vivem por
aí, acreditando que o Planeta é
propriedade única e exclusiva deles, dos
mandatários. Dos que pensam neles e só
neles e em como criarem cada vez mais,
sofisticadas formas de manipulação cheia
de trapaças para deixar o povo cada vez
mais oprimido, aturdido ou embaraçado
com as realidades cheias de distorcidos
disfarces e manobras políticas, onde os
sentimentalismos puros, verdadeiros,
ganham ares e títulos de
sentimentalismos banais... Enquanto que
as astúcias, as audaciosas perspicácia,
as avarezas e a incontrolável ganância,
acabam ganhando, através de manobras
políticas, os ares de inocente de uma
dignidade cheia de falsas coerências e
abnegadas presteza em prol das
necessidades populares. Nos dias de hoje, os contrastes sociais
estão cada vez mais frívolos e
assustadores, fazendo de todas as cores,
nítidos contrastes reveladores! Nos dias de hoje, enquanto exercito a
fúria e a força das minhas orações,
enriquecendo e expandindo cada vez mais
a minha fé em Deus e nas forças regentes
do Universo, vou cultivando a minha fé
em amar, apesar de tudo e acima de tudo,
amar e ainda cultuar dentro e fora do
meu eu, do meu estado de serem, as
forças construtivas dos atos de amar,
enquanto caminho pela vida, noites e
dias afora... Enquanto nas horas da realidade que me
cerca enquanto penso em tudo isto, vou
caminhando pela noite afora e pelas
horas noturnas adentro, espantando o meu
sono. Vou vigilante e atento, guardando,
me resguardando, descobrindo e revelando
os meus agregados segredos coniventes
aos muitos segredos e anseios dos outros
meus muitos irmãos humanos com eu,
viventes... Nos dias de hoje, enquanto oro, teço
muitas e muitas prerrogativa e
indagativas preces, sinto perto de mim
os grilos tecerem suas melodiosas
harmonias dentro duma paz tão pessoal e
minha. Num ar tranqüilo, carismático e
esplêndido, nesta noite clareada pelo
luar e inúmeras estrelas que enfeitam um
céu claro pela força da lua que se faz
quase cheio. Nos dias de hoje, em paz estou e em paz
vivo! E amoroso estou, enquanto oro e rogo e
peço e silenciosamente clamo, por
aqueles que não muito distantes de mim,
ou mesmo por aqueles muito distantes de
mim, padecem e sofrem, pelas intempéries
do destino. Onde a vida desenha-lhes os infortúnios
desconfortáveis pelas dores presentes! Nos dias de hoje...
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Ferramentas & Armas O simples ato de esfregar o chão com uma
vassoura, passar um rodo, usar
detergente e água, é um ato necessário,
útil, significativo no tocante a
higienização e a limpeza. Embora seja considerado um serviço
doméstico, é de muita importância, pois
se trata da limpeza do ambiente em que
vivemos. Seja o escritório, seja um
prédio inteiro, um restaurante, um
shopping, nossa casa ou nosso corpo. A limpeza e a faxina é muito importante
e o profissional da limpeza e
higienização ambiental também o é. Quando se trata de um ser humano
consciente com a beleza do trabalho que
faz. Ou seja: - As mulheres e os homens da limpeza
cuidam da harmonia e do equilíbrio
estético dos ambientes. Eles varrem,
perfumam, cuidam enfim, da aparência
geral dos ambientes humanos em que
atuamos direta ou indiretamente, nas
mais variadas formas. Então o escovão, o esfregão, a vassoura
o rodo e assim como toda a aparelhagem
de limpeza são importantes quando usados
como ferramentas do dia a dia, em nossa
vida prática, em nosso trabalho. O pessoal da limpeza com suas
ferramentas, limpam, cuidam, higienizam,
lustram, fazendo com muito labor as suas
tarefas, sempre. Continuamente,
ininterruptamente. Para o nosso bem
estar geral. No início da década que compôs os anos
1980, a palavra Ecologia estava
começando a pespontar seu brilho para
atuar no mercado da moda. Produtos bio
degradáveis começavam a darem os seus
ares da graça... Mas hoje sabemos que para a nossa
limpeza e higiene pessoal, diariamente
poluímos as nossas outras casa, o nosso
mais importante e significativo lar: - O
nosso Planeta Terra! Não estou querendo dizer que devemos
aderir a campanhas da não limpeza! Muito
pelo contrário. A regra é permanecermos
desenvolvendo os padrões e estilos de
vida que conquistamos nos nossos dias
atuais. Apenas penso que devemos ter sempre
estabelecida como regra à consciência e
ação plena no tocante as atitudes
ecológicas politicamente corretas no uso
de tudo. Principalmente com tudo a que
se refira à água! Pois ela é um dos bens mais preciosos
que temos, para compor os nossos dias
com satisfação, prazer e felicidade. Nossas atitudes comuns do dia-a-dia, é
que fazem a somatória benéfica ou
maléfica na composição geral que forma o
todo do ambiente. Nossa casa, nosso ambiente de trabalho,
nossa cidade é o lugar do nosso habitat
que desenvolvemos como sociedade ao
longo dos anos no percurso do tempo
afora. E os nossos quintais e os nossos jardins
são o paraíso que ainda existem para
somar-se ao outro paraíso maior que é o
nosso Planeta Terra! E que continuará a existir e a se
recuperar gradativamente, continuamente
sempre, se soubermos como lidar com as
forças que imperam nas Leis da Natureza! Deixando-as fluírem livremente. Sem
querermos dominá-las. Nós somos capazes de construir a
dinâmica da nossa existência e somos
também suficientes, dignos e íntegros
para encontrarmos soluções adequadas
para desenvolvermos mecanismos que
preservem e fortaleçam e até reintegrem
o que já fora perdido do ecossistema,
para uma reintegração ativa ao ambiente
natural que nos enriquece de vida,
prazer, satisfação e energia. Hoje tive a oportunidade de ver duas
frutas de figo da Índia, apodrecidas,
sobre um bloco de concreto de cimento.
As polpas já estavam ressecadas e pude
notar muitas sementes de um tom vermelho
escuro, sobressaindo-se e
esparramando-se naturalmente, do
invólucro das polpas apodrecidas. Se ninguém plantá-las, certamente o
vento, a chuva, o tempo,
encarregar-se-ão de espalhá-las pelo
local. Todas, muitas, algumas ou talvez apenas
uma delas, acabarão por se fincarem na
terra, germinando. Dando assim,
continuidades à sua espécie e as suas
origens continuarão vivas... É o milagre puro e simples da vida e ele
se repete inumeráveis vezes, a cada
segundo, pelo planeta todo, pelo tempo
afora. Esta é a verdadeira ferramenta da
criação do Universo! Um Amor infinito! E o que pra nosso entendimento é apenas
um milagre, um processo científico, ou o
nome que quisermos dar a todos os
fenômenos naturais e sobrenaturais que
ocorrem a cada momento, para o Criador
do Universo, este mecanismo natural é
apenas uma ferramenta que Ele, em sua
sabedoria usa para manifestar-Se na
existência natural do planeta em que
vivemos! Fiquei imaginando mais uma vez, pensando
no quanto a natureza é extremamente
generosa. E essa generosidade é um dos
reflexos da Personalidade do Seu
Criador. Do nosso Criador! Do nosso
Eterno Pai! Mas, também raciocinei que mesmo tendo
essa cadeia viva e rica em
biodiversidade, o Reino Vegetal está
sendo um dos mais afetados com as
bruscas transformações que estão
ocorrendo no nosso planeta. Precisamos preservar as espécies,
inclusive a espécie humana. E
preservando as outras espécies e as
outras muitas origens de vida (inclusive
muitas delas, desconhecidas por nós,
ainda!) e que habitam conosco no nosso
Planeta Terra, é que também nos
preservaremos quanto espécies humanas,
rumo ao futuro do Planeta afora. Num momento em que a frase
responsabilidade social está na última
moda, sinceramente eu nunca vi aflorar
tantas atitudes egoístas ou mascaradas,
muitas desumanas até. Criando e
estabelecendo assim como regras de
estilo de vida como um rótulo de
importância, onde fica oculta, embutida
por baixo dos panos uma verdadeira farsa
constituída dentro de uma hipocrisia
social. Num momento em que as disputas
pela permanência na fatia do mercado
estão cada vez mais acirradas é possível
ser ver, se sentir, se saber ou ouvir
falar que muitos reis estão perdendo o
trono, a majestade. E neste jogo cada
vez mais acirrado pelo poder, onde a
concorrência está a cada dia mais
numerosa em tudo e em todos os segmentos
sociais, culturais, econômicos,
empresariais, enfim, em tudo do todo que
engloba as manifestações da criatividade
humana no sentido de construírem-se as
habilidades para sobrevivermos no
mercado. E este mercado torna-se a cada
dia, a cada momento que passa uma
verdadeira feira livre. Parece haver uma tendência a sofrermos
super exposições de tudo, onde as
pessoas se expõem diariamente fazendo
uma seqüência de demonstrações num show
onde o ator é cada um lutando com as
armas que tem e que se dispõem por
lutarem sempre. E o palco dessa luta
tomou dimensões gigantescas! Pois este palco nada mais é do que o
nosso Planeta Terra! E nós, seres
humanos que somos, atuando dentro deste
palco, somos ferramentas e armas, tanto
a favor de nós mesmos quanto preservação
da espécie e da continuidade da
existência do Planeta, assim como também
somos armas contra nós mesmos e
conseqüentemente com toda a
biodiversidade existente no Planeta
Terra! Estamos a cada dia mais, encurtando as
nossas distâncias através da troca
cultural onde o fenômeno da Comunicação
em massa via globalização já é um fato
consumado. Nós, quanto seres humanos que somos,
somos a somatória geral da parte
integrantes agentes ativos e pensantes
do planeta. E podemos ser e somos as
ferramentas que podem construir
modificar para melhor, transformar ou
reformas ou reconstruir o nosso ambiente
natural que compõe o Planeta Terra em
que vivemos. Da mesma forma em que podemos e temos
também, um grande potencial para sermos
as armas que poderão continuar a
destruírem gradativamente o nosso
ambiente. Danificando de forma irreversível o
ecossistema natural que demorou bilhões
de anos para se formar e embelezar o
nosso Planeta Terra em que vivemos! Tudo depende de nós, através dos nossos
atos de consciência, adaptação e
integralização ao ambiente em que
vivemos. Tudo depende do nosso
compromisso social e dos nossos atos
livres de pensarmos, de agirmos e de
produzirmos movimentos nos quais nos
predispusermos a adquirirmos uma postura
dinâmica de ativistas sociais dentro das
nossas responsabilidades sociais e
culturais no sentido tocante as atitudes
corretas dentro da nossa realidade atual
face ao ambiente do Planeta. Devemos
atuar como integrantes participantes
desta causa, quanto seres humanos que
somos: - E esta atuação depende unicamente de
nós mesmos. Sejamos atuantes como
Ferramentas ou continuamos sendo
atuantes como Armas? Tudo depende apenas do nosso ponto de
vista e de ações dinâmicas ao criarmos
uma consciência expansiva, para
dinamizarmos nosso campo de ação
funcional para uma atitude ou para
outra. Nós já dominamos o Planeta, embora não
sabemos ainda controlarmos as forças que
regem os mecanismos e os dispositivos de
ações dinâmicas da Natureza, no seu
amplo, na sua totalidade geral,
funcional. Porque na realidade a Natureza não é pra
ser controlada. A Natureza é pra ser
como um rio fluindo livremente para
atuar na dinâmica de tudo que compõe o
todo dos processos existentes nos seus
diversos campos de ações. E que formam o
todo do conjunto da dinâmica existencial
e funcional do Planeta. Quanto Ferramentas Humanas que somos,
devemos atuar e produzirmos, gerando
harmonia e equilíbrio em prol das forças
que compõem a totalidade da Natureza e
não agirmos contra ela. Devemos sempre
deixar a Natureza fluir livremente nos
seus diversos e significativos campos de
ações. Devemos deixá-la que atue
livremente por todas as extensões do
Planeta e por que não dizer, pelas extensões do
Universo da Via Láctea afora... A nossa própria anatomia física,
corpórea, é uma massa química que produz
energia física e interagem com outras biodiversidades de
composições também químicas, atuantes
nas diversas formas naturais que vibram
vivas dentro da harmonia e do caos
atuante nas diversificadas áreas e campos de ação,
regentes no equilíbrio do Planeta. Toda essa dinâmica são ferramentas que
também podem ser agentes atuantes como
armas. Somos, agimos e vivemos entre armas e
ferramentas! Com as ferramentas, construímos algo. Com as armas, destruímos algo ou alguém,
para depois novamente com as ferramentas
reconstruirmos o que havia sido
destruído e assim novamente
reorganizarmos a energia, dentro do caos
criado. Tudo isso é feito de muitas formas, sem
uma constância cronológica, sem um tempo
exato ou definido ou definitivo. As forças da Natureza, tanto quanto
ferramenta ou assim como armas, atuam,
agem e interagem entre si mesmas, sem
estabelecerem regras dentro de um tempo
para acontecerem ou fazerem acontecer ou
produzirem fenômenos como as chuvas
contra os brilhos raiados dos espectros
solares, criando as sete cores no
arco-íris... A Natureza produz sempre,
ininterruptamente, apenas uma dinâmica
de ação. Construindo e destruindo e
reconstruindo. E dentro desta dinâmica,
nós também, quanto seres vivos e humanos
que somos, atuamos, agimos e interagimos
com todos os processos de vidas,
existentes no ambiente dinâmico ativo e
inativo à nossa volta e também dentro do
nosso interior. Seja para construirmos, ou seja, para
destruirmos ou para refazermos, à nossa
maneira, o que já fora antes
estabelecido de outra maneira, ao
criarmos ou recriarmos assim o que
denominamos de novo. E o novo nada mais é do que uma nova
roupagem colorida em algo que fora
antigo. Na realidade, o tempo faz uma verdadeira
reciclagem de tudo o que compõe o todo.
E o antigo se torna novo, quando antigos
processos se repetem e se retornam e se
reformulam em forma de novos,
apresentando-se de uma maneira mais
convencional para as necessidades
daquele determinado momento. Assim é também, a exposição ininterrupta
(muito embora, estática!) pela
formulação e reformulação da dinâmica da
Vida, pelo percurso do tempo agindo no
Planeta Terra rumo ao Universo afora... Perfazendo o seu curso, acompanhado de
outros Planetas, numa Galáxia que
denominamos de Via Láctea, com
inumeráveis constelações de estrelas
belíssimas, asteróides, cometas e um Sol
e uma Lua para nos enriquecermos de
vida, magias, mistérios, misticismos,
eternidade, belezas, sonhos, realidades
e amores e poesias! E também uma profunda integralização com
as forças deste Todo que sempre nos
irradia eternamente de muita Luz, muito
Amor, muita Fé e muita Energia!
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Objetivo e Subjetivo O título desta crônica me agradou! Eu
gosto muito tanto de uma quanto de outra
palavra e
também o sentido tanto filosófico, como
concreto assim como abstrativo do que
elas me
traduzem na dinâmica da minha vida tanto
pessoal quanto a vida no seu pleno
segmento
geral. É por isso que hoje, pensei em escrever
algo falando do que sinto em relação a
elas. Do quanto
eu me harmonizo com as situações
expostas por ambas e no muito que eu
busco harmonizar a
minha vida com ambas as situações
impostas no que a mim se apresentam como
sendo o
resultado de uma ou de outra ou do
conjunto das duas. Dentro de um
determinado momento
da minha cadência natural de vida que
perfaz o meu dia a dia dentro do
cotidiano, que na
seqüência dos dias, a mim se apresentam
no que denominamos de viver os dias de
vida. Na minha vivência emocional, dentro da
minha óptica pessoal de como eu vejo o
mundo
exterior à minha volta, creio que
administro e convivo mais com o
subjetivo. O meu subjetivo é a massa abstrata
modeladora das minhas emoções que se
acentuam as
"performances" por onde se insinuam se
desenham e nascem as forças geradoras
das formas
dos meus poemas. Principalmente quando eles não são
concretos, quando se figuram muito na
linha do etéreo,
do fantasioso, do abstrativo. Os meus poemas mais abstrativos são os
meus poemas que são mais subjetivos.
Tenho muitos
poemas subjetivos que estão guardados,
inéditos. Tão inéditos que a maioria
deles somente eu
mesmo é quem os li. Mais ninguém. Digo isso, pois muitos poemas meus
inéditos, algumas amigas ou um ou outro
amigo ou algum
familiar, por alguma ocasião da minha
vida, já os leram. Outros, já não. Os poemas abstratos são
muito complexos. Não para quem os cria;
mas sim,
para quem os lêem. Nós cremos quanto
escritores que somos, nem tanto buscamos
uma
consagração embora ela seja
importantíssima. Mas somente o
reconhecimento já é fonte de
felicidade e satisfação pessoal. E tanto uma consagração quanto o
reconhecimento geral é o ápice do árduo
fruto que
produzimos com esmero, busca da
perfeição, talento, esforço, muito
sofrimento, solidão,
união, amor, amor, amor, muito amor a
tudo! Ser escritor, ser poeta, é essa a nossa
sina. É essa a nossa luta, a nossa
sorte, a nossa fama, a
nossa glória. E para que tudo isso aconteça é preciso
ter talento, perseverança, luta, luta,
luta, afinco,
afinco, afinco, persistência que creio
seja o mesmo que perseverança, e muito,
muito amor. Amor a Deus, amor à Humanidade e acima
de tudo muito Amor-próprio! Mas, voltando ao assunto subjetivo e
objetivo, penso que os dois se
entrelaçam em alguns
momentos, dentro das linhas cognitivas
do pensamento entrelaçado no espaço
tempo de uma
história, de várias histórias que
compõem os segmentos das linhas da vida. O subjetivo beira as areias da orla da
praia do mar... Caudaloso mar que banha as areias com as
espumejantes águas nascidas entre a
união do
Amor Divinal com toda a essência do que
no puro estado de beleza, transcende-se
ao
transmutar-se em sublime! O objetivo é o prático, o acessível. É
uma conquista. É o resultado final,
antes idealizado
dentro do nosso mundo onírico e
subjetivo, e que a partir do somatório
de vários fatores
existentes na árdua luta do nosso
trabalho, acabamos por transmutar o que
é subjetivo em
objetivo. Pois para concretizarmos os nossos
objetivos, antes de tudo devemos tomar
como princípio
atitudes diretas, práticas, racionais,
planejadas. Ou seja: atitudes objetivas. Depois compactuarmos os nossos objetivos
com a possibilidade de realizarmos os
nossos
sonhos que traçamos como meta de vida a
ser atingidos. Então nossos objetivos se entrelaçam com
os nossos mais profundos anseios
subjetivos. Para
depois irem se aprofundando e logo em
seguida submergirem do lago das nossas
experiências
e vivências que estão guardadas dentro
do nosso ego interior. E depois de submergidos nas luzes da
nossa realidade, transforma ou
impulsiona a dinâmica
da nossa vida existencial através de uma
realidade objetiva. Tudo isso acontece quando ao realizarmos
alguns dos nossos sonhos a adrenalina da
empolgação ilumina o nosso interior e da
um brilho especial de luz aos nossos
olhos. E uma vibração de prazer ao nosso corpo,
mente, espírito e coração! Completando nossas emoções com a plena
realização de alcançarmos a realidade da
atuação
do que antes, no mundo subjetivo,
sonháramos e que depois, com a força da
dinâmica do
empenho emocional, físico, moral,
intelectual e espiritual, realizamos
nossos objetivos com
muito afinco. Objetivo e subjetivo são caminhos feitos
por todos os escritores, sonhadores,
amantes, poetas,
romancistas, enfim, artistas, ativistas. Assim como todos os seres humanos que
tem outras formas de talentos e que se
expõem ao
mundo criando predisposições para
expressar a harmonia, o equilíbrio em
todas as facetas
das nuances existentes e vibrantes nas
belezas da vida.
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O MEU POÉTICO CHÃO Um gosto de sal na boca e o aroma da
terra lavada fluindo acima dos meus pés,
enquanto piso
descalço nas folhas ressequidas pela
estação outono. Um espelho em forma de muitos fiascos
dos raios do sol refletindo nos meus
olhos mirando
tudo a minha volta. E em torno de mim,
fica alumiando a minha emoção. Enquanto
vou
transmutando as minhas esperanças, quase
subjetivas dentro das minhas sensações,
no
objetivo transparente do horizonte logo
ali! Na espreita, me mirando, entreolhando-me
entre as plantas umedecidas pelas
gotículas de
chuva, que agora se ressecam na brisa
amena do vento tépido pela tênue e
tímida luz dos
reflexos vindos dos raios solares; que
pouco os deixam, a espessura das folhas
plenas de
texturas firmes e verdes, os adentrarem
floresta dentro. Para vir refletirem-se
no chão. Enlameado chão repleto de folhas
outonais caídas amarelecidas.
Onde eu as piso caminhando
vagarosamente, pensando no meu chão. O meu poético chão! O meu Universo
construído pela minha imaginativa emoção
em ação. E
tracejado pelas linhas do meu coração! Onde sempre vivo a rabiscar os esboços e
faço uns planos e tracejo metas cheias
de desenhos
de letras. Sempre paginando e
repaginando os percursos do meu viver.
Ao ir desenhando-me
em caricaturas coerentes com o meu
profundo eu, através das linhas do meu
sublime
imaginário. Pleno de força poética regida pela
beleza eterna do Universo caminhando o
planeta Terra
entre as estrelas, rumo ao infinitivo
incógnito da desconhecida imensidão. Imensidão composta pela ígnea chama do
Amor Eterno e Divinal da Sagrada
Criação, que nós
O denominamos reverentes e humildes, de
Deus! Enquanto piso folhas e flores
ressequidas pelo tempo, espalhadas pelo
chão feito um
gigantesco tapete. Penso e contemplo
dentro e fora de mim à beleza do
incógnito expansivo da
plenitude amorosa que nos presenteia de
pura e radiante clareza e carisma. Feito
águas puras
cristalinas jorrando até a fonte do
nosso amor as nuances delineada pelos
contornos das
composições que atuam entre o micro e o
macro cosmos. Que ladeia-nos fora de
nós, onde
neles flutuamos, vivemos, vibramos,
atuamos, enfim. Com a força da nossa
vida motivando-nos
a caminhar e criarmos ininterruptamente
as texturas alquímicas do nosso próprio
universo interior. Rabisco uns desenhos de letras e deles
extraio as palavras para compor as
minhas mais
complexas emoções. Por sentir a
plenitude presente em todas as facetas
que compõem o meu
eu. Ao levar-me para fora de mim, ao ir
projetando-me para fora de mim, com o
meu senso
criativo segurando a minha alma por um
fio imaginário. Idealizado pelos sonhos
das minhas
memórias. Que fluem intempestivamente
como se fossem uma grossa pancada de
chuva
inesperada, caindo pela floresta, agora! Chuva que vem molhando meu rosto,
misturando-se com as minhas grossas
lágrimas e
diluindo e misturando-se com o suor do
meu rosto.
Fico eu, estagnado por uns momentos.
Sempre atento a tudo, enquanto a chuva,
do mesmo
instante em que veio e caiu por não mais
que uns poucos minutos, para de repente,
estanca-se
enquanto por dentro de mim, deixo fluir
o fluxo do meu sangue que o sinto
fazendo corar as
faces do meu suado rosto. Enquanto a chuva para de repente,
percebo que muitos grilos começam a
orquestração
sonora em conjunto com as cigarras,
formando uma bela, melancólica e singela
sinfonia que
flui por todos os poros da floresta
cheios de mato verde e perfumados. Num relance de olhos, posso notar que
acetinadas brumas de névoa úmida, agora
emergem do
plácido lago situado à minha esquerda. Nas suas margens pode-se ver muitas
flores d'água e pequenas
vitórias-régias. Cujas flores de
um tom rosa claro ficam expostas
imponentes refletidas, no espelhado do
calmo e cristalino
lago. Os pés de coqueiros estão inertes como
rochas. Contemplativos mirando o azul
celúreo do céu! E os bambuzais, mais distantes um pouco
dali, também refletem suas copas verdes
mescladas
de tons olivas, verdes musgos, indo até
os tons mais amarelados e verdes claros
de galhos de
bambus envelhecidos ou ainda em broto.
Tudo isso é possível ver do outro lado.
Na margem
oposta onde estou agora. E que fica
entre mim e o lago. Mas que também se
projeta se alonga
e se mostra de forma inversa e espelhada
dentro dele. Compondo uma bela imagem
numa
paisagem perene, flexível e quase inerte
dentro dele. Apenas pequenos movimentos de ondas
pouco difusas e minúsculas, fazem
movimentos
circulares que estão presentes na
dinâmica dos acontecimentos, devido aos
pequenos pingos e
respingos de algumas gotículas de chuva
que ainda caem. Fazendo assim, com que
estas belas
imagens cênicas refletidas dentro do
plácido lago, se tremeluzem de quando em
quando,
embora sem perderem a nitidez do foco. Tudo em minha volta esta radiante por
uma beleza sensivelmente cíclica e
magnífica. E os
aromas vindos da terra lavada e das
plantas e do mato, após a chuva que
caiu, fluem até o
meu nariz, enquanto meus pés descalços
vão tocando com pisadas firmes e
seguras, os tapetes
formados pelas folhas de outono caídas
ressequidas pelo chão. Vou assim avançando na minha caminhada. Às vezes, eles, os meus pés, até afundam
no lodo da terra ou na composição fofa
dos acúmulos
de muitas folhas que jazem umas sobre as
outras, apodrecendo e virando esterco
para
fertilizar naturalmente o fértil chão. As folhas destoam-se em vários tons de
cores degradee que se apresentam desde o
verde até o
amarelado ouro ou ocre. E também em
vários tons de pastel e até de tons
marrons escuros ou
terra de siena queimada ou avermelhado
telha ou vinho. São assim que se apresentam as cores do
outono, com estas folhas diversas de
tamanhos e
formas. E que se faz de tapete natural
para que eu possa continuar o meu
percurso desta
caminhada lenta e suave em que avanço
mata adentro, com os meus pés descalços,
integrando
meu corpo com a força da terra. Vou assim caminhando vagarosamente,
embora sempre. Num ritmo constante,
ladeira acima. Exalando o forte perfume vindo das
folhas dos pés dos enormes eucaliptos
que impregnam o
ar com suas fragrâncias refrescantes e
energizantes. Vou assim, avançando, seguindo o meu
caminho com o meu íntimo taciturno e
pleno de amor. Tranqüilo e em paz e observador de mim
mesmo e de tudo a minha volta.
Adentrando firme
rumo ao encontro do ritmo lento e
aconchegante deste compasso sentimental
que me acolheu
amadurecendo os meus sentimentos
exatamente por ter vindo avante, sempre
avante,
fincando firmes os meus pés neste meu
criativo mundo amoroso e sonhador. Que
nada mais é
do que o meu poético chão! Um poético chão para pisar, viver e
saborear as eternas nuance projetado do
infinito Universo
que se expande rumo ao futuro com suas
incontáveis plêiades composto por
inumeráveis
miríades de estrelas consteladas que o
meu eu sublime vive a olhar, amar e
reverenciar!
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Gentileza, Caridade e Solidariedade
Com a altíssima velocidade que ocorre
dentro do fenômeno da Comunicação atual
no mundo
moderno em que vivemos é preciso ter
muito tato e uma boa dose de diplomacia
ao falar sobre
assuntos que envolvam comportamento, no
tocante ao estilo de comportamento
humano. E
que é manifestado de acordo com a índole
ou a assimilação emocional fixada no
intelecto
cognitivo que formou a individualidade
de cada um, dentro da composição que
abrange os
padrões de comportamento social. Em muitas vezes, fica bem mais fácil
avaliarmos um estilo de padrão de
comportamentos que
envolvam o coletivo social, do que se
atrever a analisarmos um determinado
tópico de estilo
comportamental de um determinado ser
humano, apenas pela sua característica
individual. Manifesta dentro da composição
comportamental através da sua
individualidade. O ser humano, na sua individualidade,
quando visto pela óptica do seu contexto
racional e
emocional que abrange toda a sua
vivência existencial, torna-se complexo.
Já, quando nos
olhamos através das nossas atitudes
comportamentais englobadas num conjunto
social
humano, fica mais fácil analisarmos e
avaliarmos nossos manifestos, nossas
expressões,
impressões e posicionamentos, em relação
ao mundo externo em que vivemos.
Quis fazer até aqui, uma espécie de
pequena introdução para a temática desta
crônica, que
são aspectos culturais e psicológicos do
perfil de cada ser humano, mas que
reflete no contexto
geral de uma sociedade, a prática destas
nobres atitudes. Ser solidário com algo, alguma causa
nobres, de elevados valores culturais,
sociais, ou ser
solidário com alguém, engajar-se em
movimentos que valorizem e dignifiquem
os seres
humanos e as boas causas em relação ao
Planeta Terra, em geral, nos dias
atuais, é bem mais
fácil prazeroso e abrangente, do que no
passado, creio eu. Hoje temos muito mais recursos de força
de expressão no sentido aos meios de
Comunicação,
para posicionarmos firmes, mediante ao
levar avante as boas causas de boas
atitudes que
façam com que nos sintamos de bem com o
mundo, de bem com a vida. Ajudar ao
próximo é
ajudar a nós mesmos. E ajudando-nos
mutuamente, resolvemos muitas causas do
Planeta, que
hoje embora nos pareça sombria,
incógnito, amanhã poderá ser vista com
outros parâmetros,
pois serão causas que poderão ser
solucionadas, a partir do momento em que
nos
predispusermos a ajudarmo-nos
mutuamente. Nós somos seres humanos,
membros de uma
coletividade. Nós temos a força. Nós
somos a maioria e todas as minorias que
estiverem
querendo pretensiosamente ainda, nos
manipular, nos sobrepujar, enganar, nos
iludir, nos
extorquir, se arregaçarmos as mangas,
com certeza, e usarmos da força da
sabedoria popular,
com certeza, sairemos vitoriosos. Enfim, hoje temos muito mais recursos
para nos posicionarmos firmes, e
construirmos um
mundo mais digno, mais justo, mais
amoroso, mais humano, ao praticarmos
atitudes simples,
mas de significativos valores, como a
gentileza, a caridade, a solidariedade! Sentirmos dentro de nós a comiseração,
enfatizando com as dificuldades do
próximo, estender
mãos, abrirmos, escancararmos a alma, o
coração, ajudar e ajudarmo-nos na
construção de
uma sociedade mais certa e justa, mais
humana, é poder sentir a realidade de
muitos dos
nossos sonhos, sendo estampada no rosto
pleno de felicidade, na fisionomia do
nosso próximo,
do nosso irmão. Tudo isso, não é utopia e muito menos
vem a ser demagogia, a partir do momento
que
arregaçarmos as mãos e nos
predispusermos a pormos em prática as
forças que interagem
entre as razões conciliadas com as
emoções, vistas do bom senso em relação
as nossas
dificuldades e as dificuldades do nosso
próximo. Quem divide soma e ama e vive.
E vive com
qualidade de vida, pois vive em paz,
vive feliz! E eu não vejo nenhuma poesia na prática
destas atitudes, ou melhor, eu não vejo
apenas
poesia, mas sim virtudes! Virtudes
expressas através da nobreza de caráter! E são uma imensa virtude de caráter,
para qualquer um de nós, quantos seres
humanos que
somos praticarmos a solidariedade com o
nosso próximo. Que se pensarmos bem,
esta atitude
não deixa de ser pura poesia, pois
sermos solidários com o nosso próximo é
uma atitude de
extremada sensibilidade e beleza de
atitude estética, ética, real, virtual,
enfim, uma virtude
digna de nobreza de caráter, quando
estendemos as nossas forças físicas e
espirituais até o
nosso próximo, no sentido de o
auxiliarmos. Então, a prática da solidariedade também
pode ser vista através do ângulo da
óptica poética.
Pois é uma atitude geradora de extremada
beleza de dignidade de caráter para com
o próximo
e por que não dizer: - Para com uma nova
qualidade de vida futura para com o
destino da
Humanidade, inclusive. São através dos
pequenos gestos, dos pequenos detalhes,
que somamos
e enriquecemos a qualidade do todo. Devemos e temos por obrigação, sermos
humanitários! É importante lutarmos pela
nossa Paz! É sublime lutarmos pela Paz dos nossos
irmãos! É supremo, chega ser até divino,
lutarmos
pela Paz Mundial! É muito digno manifestarmos
publicamente, as causas do nosso
exacerbado Amor! É nobre nos sensibilizarmos, nos
engajarmos em causas sociais e
humanitárias.
No início dos anos 1990, na cidade onde
moro, onde hoje, atualmente funciona um
Restaurante, naquela época, era
justamente onde funcionava um Cartório.
Sempre que eu ia
até lá para fazer algum serviço, como
tirar xérox, autenticar documentos,
quando ficava
aguardando a minha vez para ser
atendido, eu não me cansava de olhar (e
até viajar
profundamente em sonhos) para um quadro
que lá ficava exposto numa das paredes.
E que
era distribuído por uma Imobiliária da
Cidade. Naquele quadro era possível ver uma
semicircunferência simbolizando parte do
planeta e
sobre a linha divisória entre o planeta
e o espaço, via-se várias caricaturas de
seres humanos
de todas as raças, homens, mulheres e
crianças, todos de mãos dadas... E também, naquele quadro, tinha a
seguinte frase: "Se todos nós, nos
darmos às mãos, quem
então, haverá de empunhar a arma?...” É... Pois é...! Então, é pra se pensar,
se refletir, se humanizar, se amar, se
aventurar e a
vivermos o bem comum, sendo-nos um ser
humano do bem, voltado para o bem e as
causas do
bem comum! É muito importante que possamos praticar
os exercícios de liberdades de cidadania
e também
exercermos o livre gozo de podermos
expressar nossos objetivos, anseios e
realizações, sem nos
deixarmos, sem nos permitirmos sermos
conduzidos por pessoas falsas que apenas
pretendem
usar da manipulação política para
impedir de crescermos como cidadãos
livres e soberanos
que somos. Somos dignos, quanto seres humanos que
somos para vivermos e exercermos as
funções da
plena igualdade, real liberdade e
perfeita justiça! Quanto ao outro tópico da questão
temática desenvolvida nesta crônica, é a
atitude e a prática
da caridade. Muito complexo o parâmetro social do
efeito que esta palavra causa, quando
são exercitadas
as suas funções na prática. Digo isso,
não pensando no Amor de Deus e ao
próximo, aos atos
da benevolência, da compaixão, da
virtude teologal, mas sim no sentido da
esmola. Neste sentido, ser caridoso, praticar a
caridade, é, no meu conceito, uma via de
mão dupla. Esta atitude tanto pode trazer
benefício, quanto malefício. Tanto para
quem pratica este ato,
quanto pra quem recebe o benefício (?)
deste gesto. Tudo depende de como praticamos este
gesto e no emprego dele, nas causas
práticas deste
gesto. Existe um termômetro cognitivo
Espiritual, que, por ser tão bem
elaborado pela metafísica
vindas da sapiente mão da Divina
Providência, que nenhum ser humano fica
imune do índice
da sua dosagem de avaliação: - "Trata-se
da nossa vida interior, manifesta pelas
temperaturas
da nossa própria consciência". E sofrer de dor de consciência é um mau
terrível. - "Já vi gente chorar por esta
dor e também
pelo remorso na minha frente, enquanto
se dizia ser meu amigo. É lamentável,
profundamente
lamentável"... Então, pra resumir, caridade tem a ver
com estados de consciência, creio eu.
Muitas vezes um
ser humano procura praticar gestos de
caridade apenas para manifestar-se
publicamente,
socialmente, e desta forma massagear o
interior do seu ego corrompido pela
própria maldade
existencial, que o machuca
continuamente, dentro do seu mísero
estado interior... Enfim, praticarmos a caridade torna-se
um ato de consciência, de manifestação
individual,
cuja causa enobrece o quadro social,
embora seja uma prática distinta,
individual. Voluntária ou involuntariamente, as
profissões exercida por médicos e
médicas, enfermeiros e
enfermeiras, bombeiros e outras,
sintomaticamente costumam exercerem,
refletirem, no
quadro social, as funções das práticas
da caridade. Hoje em dia, até a profissão de
professor, professora, exercem essa
prática, em alguns casos.
Dado a falta de recursos para se
transmitir os processos cognitivos
existentes na estrutura dos
aprendizados culturais. Tornando desta
forma, cada vez mais inviável a classe
do
professorado ter livre liberdade para
transmitirem os seus ensinamentos de
mestres, aos leigos
alunos estudantes, hoje em dia!
Principalmente os que freqüentam escolas
públicas, de ensino
gratuito. A caridade também é uma prática
comportamental muito praticada nos
países que sofrem
por estados de calamidades públicas e
também em países com conflitos de
guerras e pós
guerras. Diante do caos e das calamidades
provocadas pelos horrores das guerras,
os seres humanos
perdem as máscaras estruturais do
convívio social. Tornam-se fragilizados
e predispostos a
serem uns simples e humildes mortais,
diante da força da natureza ou diante da
força do ódio
manifestado através das guerras. Então, deixa-se o egoísmo e o orgulho
pessoal de lado e todos se unem ao
estenderem as mãos
e se ajudarem mutuamente. Muito embora
os traumas deixados pelas guerras, nunca
mais sai
da mente e da individualidade de um ser
humano. A implantação dos 05 SS deu-se dessa
forma, no Japão pós Segunda Guerra
Mundial! Diante do caos e da catástrofe, todos se
voltaram para as causas humanitárias, se
reorganizaram diante das barbáries do
caos existencial e reconstruíram-se
assim. Através da
ajuda mútua, criando os cinco sensos,
que são: autodisciplina, saúde, limpeza,
ordenação e
utilização. Olhando para as nossas mãos,
olhando para os cinco dedos, nos
lembraremos dos
05ss.
A profissão de Cientista é uma profissão
de indescritível gesto de nobreza para
com o Amor,
sublime Amor, exercida como a busca, a
procura, o resultado da descoberta de
bens
duradouros para toda a Humanidade! Creio que o caminho está na Ciência! É
através da Ciência, conciliada com os
outros estudos,
que encontraremos novas portas, novos
caminhos, que se abrirá para o nosso
futuro. Futuro
que será construído de uma forma mais
humana, mais amorosa, mais promissora,
no sentido
de conquistarmos ou reconquistarmos o
religare (religião) a ligação entre a
Humanidade com
a Divindade, renovando assim as forças
da Natureza e do Planeta Terra! E desta
forma
reconquistar a harmonia Humana e Divina
através da Paz Mundial! |
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