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SEBO LITERÁRIO
autor


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Caminho Pelas Estrelas
Muitas vezes eu gosto de ficar olhando
para uma janela, ou seja, admirar a
composição
arquitetônica de uma janela.
E então, assim me disponho a pensar,
refletindo sobre muitas nuances que a
vida nos impõe,
ou nos apresenta.
Fico a contemplar uma janela e então
começo a perceber que uma janela não é
somente uma
separação de ambientes internos e
externos de uma casa, fazendo com que a
mesma continue
tendo uma coligação com o ambiente
externo que a cerca, através duma
janela.
Sim! Uma janela separa, divide ou até
unifica mundos.
Eu me refiro a pessoas, mundos,
universos diferentes. E quando olho para
uma janela, muitas
vezes, numa associação de idéias, eu a
associo aos nossos olhos.
Nossos olhos são, como se fossem
janelas.
Percebo que no Computador, tudo também
se abre através de janelas. Links que
não deixam
de serem, portanto, janelas.
Mas, querendo aprofundar um pouco mais,
uma janela divisa casas de outras casas,
em outras
casas que moram gentes, pessoas, que nós
costumamos a chamar de vizinhos.
Os Seres Humanos nasceram para viverem
agregados uns aos outros, mesmo que
simbolicamente até, existam as
separações, as cercas, as divisas, as
divisões... Embora haja as
janelas!
Mamíferos que somos, somos uns ávidos
curiosos.
Nas janelas de nossas casas, existem as
frestas...
Dizemos corriqueiramente que é para
ventilar. Mas as frestas servem, e
muito, para espiar,
para comparar, para se exibir, para
confrontarmos atitudes e comportamentos,
com o nosso
próximo.
Assim também se dá, com os nossos olhos,
muitas vezes, através dos nossos
olhares!
As janelas são apenas uns prolongamentos
dos nossos estilos de vida. Nós vivemos
nos
espelhando nas atitudes do nosso
próximo, muito embora tenhamos uma
tendência a
reprovarmos o que vem do nosso próximo.
Nós, seres humanos que somos, na nossa
grande
maioria, somos uns curiosos natos.
Se torna muito gostoso, ás vezes,
espiarmos pelas frestas das janelas e
até bisbilhotarmos a
intimidade do nosso próximo.
E agora, nessa Era Globalizada em que
vivemos conectados a câmeras,
filmadoras, fios
invisíveis, celulares que fotografam,
fica tudo cada vez mais difícil de
criarmos nossos oásis de
privacidade.
Nessa nova realidade que o mundo virtual
da Era Globalizada a nós nos impõe como
condições e estilo de vida, ou melhor,
praticamente como uma obsessiva condição
de vida,
vamos quase que inconscientes, criando,
gerando, e nos adaptando aos nossos
novos estilos,
cada vez mais ávidos e envoltos nas
pequenas sutilezas das ações subjetivas,
no tocante mundo
virtual em relação ao tópico que agora
exponho em questão: - Privacidade!
Janelas, divisas, olhos, privacidade!
A cada dia fica mais difícil vivermos
dentro das razões introspectivas da
nossa própria
individualidade.
Eu sou como um caracol! Sou como um
avestruz! (Às vezes! Mas, muitas e
outras tantas e
tantas vezes, não!) Eu confesso que
adoro enfiar minha cabeça pra dentro de
mim mesmo e
sondar, sondar, rondar a minha volta,
observar, aprovar, repudiar, enfim,
administrar o meu
universo interior. Sempre,
constantemente faço isso!
Sinto que sou um desconhecido de mim
mesmo, e quanto mais eu procuro me
achar, mais eu
me perco e quanto mais eu me perco muito
mais eu me acho, quando então eu me
disponho a
doar-me, a dividir-me, a repartir-me...
Então, nesse estado de viver, dessa
forma, eu me acho próximo do meu
próximo,
compartilhando coisas, experiências,
somando vidas, sentimentos, dores,
amores, decepções,
enfim, tudo o que for possível. E creio
que tudo é possível compartilhar...
Eu procuro me dividir muito, em muitos
eus, me dividindo como posso ou puder,
da forma
que posso ou puder, ou quiser, pois eu
Amo a Humanidade! É assim que eu me
sinto Humano,
é dessa forma que eu me sinto vivo,
habitante desse nosso Querido Planeta
Terra!
Procuro muito me doar, me dividir,
compartilhar, principalmente dentro da
Arte de Escrever!
Escrever é Amar! Escrever é Dividir-se!
Escrever é Somar!
E quem divide, soma e ama!
Eu creio, e cada vez mais vou procurando
conscientizar-me disso, não ser difícil
ou
complicado, gerar amor e abastecer nosso
mundo interior desse tão sutil e
subjetivo
sentimento que gera toda uma grande
diferença, dentro do nosso sublime e
afetuoso estado de
ser: - Gerar amor dentro das profundezas
de nossa alma é amar e amar-se!
Gosto de criar, personalizar, elaborar,
dando um toque todo meu todo pessoal no
que crio
dentro do que creio. Isso dizendo não no
sentido de elaborar textos, frases,
construir poemas
quando uma inspiração vem como um vento
forte que ás vezes nem mesmo eu sei de
onde
vem, e vai me vibrando por dentro,
impulsionando a escrever, a gerar,
criar, amar, enfim, mas
sim, naquilo onde eu me somo me construo
aos poucos, dentro das formas mais
simples,
naquele jeito gostoso, prazeroso, com o
contato da natureza real, objetiva,
direta e prática,
que nos rodeia no cotidiano dos dias.
Quando não tenho compromisso com os meus
trabalhos, gosto de criar meu laser de
forma
que dinamize o meu dia com outros tipos
de trabalho, como por exemplo, criar uma
saborosa
salada de frutas.
Tudo isso eu faço com profundidade de
Amor, além de zelo e carinho, pois não
faço só pra
mim, mas sim pra mim e também e
principalmente para as pessoas que amo.
Faço primeiramente um giro no
supermercado olhando tudo a minha volta,
escolho os
morangos, as maçãs, as bananas, (o mamão
tem no quintal de casa) peras, uvas,
creme de
leite.
Na poncheira de cristal, ponho cravos e
canela com açúcar cristal. Depois as
fatias das frutas
picadas com tranqüilidade, na tábua de
madeira. Fruta por fruta, pedaço por
pedaço, vou
colocando na poncheira. Depois, derramo
o creme de leite com um pouco de leite
comum e
mexo bem, no sentido horário, com uma
colher também de pau. E pronto! Cubro
com papel
alumínio e ponho na geladeira!
Isso me dá muita paixão, inspiração, e
até prazer!
Enquanto faço tudo isso, lúcido,
consciente com tudo a minha volta, o meu
coração dispara e
viaja pra muito além de mim, imaginando
muito, sentindo muito. Eu me encontro,
eu até me
distancio de mim, enquanto me pego
tocando nas frutas, enquanto mesmo ali,
presente, fico
concentrado no que desejo fazer com o
máximo de riquezas de detalhes, gerando
uma
perfeição possível de se gerar, nos
cortes feitos com simetria, na polpa das
frutas.
Então assim, aparentemente abstraído, eu
me pego e eu me perco pensando em muitas
e
muitas outras coisas. Muitas vezes eu
formulo meus pensamentos por associação
de idéias e
quando eu estou assim, nesse estado de
concentração e inspiração, num momento
tão mágico e
tão somente meu, eu procuro ir me
aprofundando e me abstraindo, embora
ciente de tudo a
minha volta, criando um crivo cheio de
filtros, rebuscando os valores tão belos
da essência da
vida, que ficaram guardados dentro de
minha memória emotiva, dentro das mais
profundas
raízes da minh'alma. Para então, criar
um sentido energético amoroso gerador de
acordes
sublimes, dentro desse tão afável estado
onírico de vigoroso toque poético muito
inspiracional.
Muitas vezes, eu me inspiro nas
grandezas de tudo o que é Divino e
Sagrado!
Tudo o que se concentra naquele profundo
algo á mais, que atua por detrás das
cortinas do
palco da vida, e que gerou e ainda gera
profundas raízes cognitivas nas nossas
emoções e
crenças geradoras dos nossos ânimos, da
nossa fé, nos nossos profundos valores
humanos.
Assim, então, vou a cada vez mais me
aprofundando dentro de todos os
valorosos aspectos que
a minha consciência vai me mostrando, e
vou assim entrando em uníssono com a
essência
primordial da vida.
Enquanto me concentro nas frutas, vou
saboreando as belezas naturais, ricas de
minuciosos
detalhes que elas me transmitem através
dos meus dedos, dos meus olhos
degustativos, do
meu nariz presenciando os cheiros delas
misturando-se uns aos outros... Enfim,
vou sentindo
suas diversificadas formas, observando a
luminosidade rica das suas cores tão
cheias de
minúsculos detalhes, pensando e sentindo
e absorvendo o sabor que elas transmitem
aos meus
lábios, a minha boca, além, é claro,
como já disse do cheiro aromático
espalhado no ar, que
delas se desprende misturando seus
perfumes suaves e cada qual, tão
característicos.
Fico ali, concentrado na exuberância das
suas formas, que vou decompondo-as com o
corte
afiado da lamina da faca. Vou misturando
suas polpas desnudas das suas cascas tão
ricas em
detalhes cheios de perfeição!
Tudo isso pra mim é um supremo toque,
que me faz pensar e inspirar-me em tudo
o que é
Belo!
Tudo isso também faz parte dentro do
macro que é a imensidão natural do
Planeta Terra! Os
detalhes mais ínfimos das nossas
atitudes são talvez os contribuintes
mais importantes para a
geração harmônica de todo o equilíbrio
natural do ecossistema do Planeta! Tudo
pra mim é
importante quando sinto o meu coração se
transbordando numa aura magnética de
sublime e
amorosa sensação de paz e em perfeito
equilíbrio e harmonia com a imensidão do
Planeta!
Girando soberano no tempo, atravessando
os quase insondáveis e incógnitos
Caminhos PelasEstrelas!...
Os caminhos infinitos que vão se
despontando em cada segundo da
metafísica quântica do
tempo, desvendando e desbravando os
desafios impostos pela Aura Magnética da
imensurável
trajetória que o Planeta Terra faz,
dentro desse majestoso eqüidistante
Universo! |
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A BELEZA REFLORESCIDA NOS PÉS DE
IPÊS!
As árvores dos Ipês são árvores
carregadas de símbolos carismáticos de
encantadora beleza,
ao irem-se florindo nos tons rosa,
branco, amarelo, ou roxo, nas colinas
verdejantes desse
nosso Brasil gigante. Árvores símbolo do
País enfeitam os meses de julho e
agosto, pré-anunciando
a chegada da Primavera.
Eu me encanto com a profundidade da
beleza que os pés de Ipês trazem nas
suas floradas,
para as paisagens que os cercam. Sua
madeira é madeira de Lei! De valores
nobres! Aliás,
todas as composições das árvores dos pés
de Ipês, são de procedências nobres! A
mão da
natureza abençoou de beleza a vida
existencial dos pés de Ipês!
Estou procurando usar uma linguagem de
tom coloquial simples sem os recursos de
muitas
metáforas ou rimas poéticas para, em tom
descritivo, procurar narrar de forma
simples,
objetiva e direta, a beleza de uma
árvore de classificação tão nobre,
quanto são as Árvores dos
Ipês!
E sendo final de agosto, já início de
setembro, é tempo de ver, observar,
sentir, até tocar o
delicado suave de intensa beleza que
emanam da energia singela das muitas
flores que
compõem, uma a uma, todas as árvores de
Ipês!
As copas dos Ipês Amarelos enchem os
olhos de ternura, devido à escancarada
beleza que se
deixa solta nos embalos dos ventos que
as levam e trazem de um lado a outro,
dando aos pés
um balançar suave aonde os ventos, como
silenciosos contribuintes, vão
despetalando uma a
uma, todas as flores que compõem as
copas de amarelo-ouro das árvores,
deixando em torno
de cada árvore um tapete de pétalas
douradas. Forrando o chão em sua volta,
numa grande
amplitude, em torno de cada árvore.
O mesmo acontece com os Ipês Rosa e Ipês
Branco. Também, é claro, com o Ipê Roxo.
Desde a minha tenra infância, sempre
ouvi meus tios e tias e meus pais, meus
avós,
comentarem ser o Ipê-Roxo, uma espécie
de árvore rara. E é! A cor roxa é uma
cor especial e
nas pétalas das flores de Ipês, da um
destaque todo especial, chegando até
mesmo a ser
exótico, devido à originalidade ímpar da
forma como as copas floridas dos
Ipês-Roxos, se
apresentam destacadas, dentro dos muitos
tons de verdes que as copas de árvores
outras, à
sua volta, se contrastam.
Todas as árvores de Ipês, nas diferentes
cores, ganham destaques nas suas
floradas, embora os
pés de Ipês-Roxos sejam ímpares, de uma
significação visual de harmonia
exuberante e
especial.
Árvores de madeira nobre não podem ser
cortadas, felizmente, graças a Deus!
No ano passado eu tive a felicidade de
acompanhar todos os ciclos de algumas
delas. Seguindo
a ordem cronológica, primeiro vi, no
inverno, as folhas verdes irem-se
amarelecendo e depois
caírem.
Num determinado dia, peguei uma delas,
querendo registrar aquele íntimo
momento. Então
escrevi uns versos românticos, amorosos,
simples, e depois datei.
Guardo-a comigo até hoje! Está
ressequida, mas a tinta da caneta
esferográfica ainda está
visível.
Está à minha espera, pra quando eu tiver
inspiração, escrever o poema romântico
saído de
uma folha ressequida, caída de um pé de
Ipê!
Via as folhas caírem, vi as flores
brotarem, florirem, embelezando o local.
Depois as vi, com os ventos partirem,
caírem no chão, em imensos tapetes e
estragarem-se ao
sol, se ressecando e depois virarem
esterco para o pé vistoso, que ficava
naquele local.
Vi depois, ainda, num processo
ininterrupto e rápido, em questão de
dias ininterruptos e
algumas semanas, novas folhas irem
brotando, moldando os tons de verde
claro para verde
musgo oliva, enquanto cresciam. E
juntamente no meio delas, vi formarem
várias, inúmeras
vagens grandes de quase um mesmo tom
verde oliva acinzentado, que depois,
ressequidas pela
forte exposição aos ventos e ao sol,
começaram então, a racharem nas bordas
laterais, onde
dentro delas exibiram-se incontáveis
sementes envolvidas numa espécie de
folhas brancas
transparentes acetinadas, que na medida
em que os ventos chacoalhavam os galhos,
elas se
iam, dançando, dançando, girando,
girando no ar, dando muitos e muitos
rodopios
esparramando-se num campo de ação dum
raio de vários e vários metros distantes
da
localização do pé da árvore.
Um verdadeiro espetáculo de gratificante
beleza, que a natureza ofereceu e
oferece todos os
anos, onde as correntes de ventos se
encarregam de transportarem as sementes
pra longe, com
imensos potenciais de futuras novas
mudas de árvores. Isso sem contar os
pássaros, que
também contribuem, levando-as no bico.
Sendo árvores nobres, a natureza não
comediu generosidades para com essas
magníficas,
belas e exuberantes árvores.
Pude observar que elas têm um relógio
biológico de precisão Suíça.
Falando, ou melhor, escrevendo hoje,
sobre essas árvores, começo agora a
recordar-me que no
ano passado, para ser mais preciso, na
segunda quinzena do mês de julho, estava
eu amoroso,
comovido, poético, intenso, profundo, me
deliciando com a sábia inteligência viva
e analítica e
altamente científica do nobre Cientista
Carl Sagan. Estava eu lendo o livro
Bilhões e Bilhões,
da autoria do mesmo.
Inconsciente, o Poema Cognição (A
Família Humana), já estava a caminho, se
formando
dentro de mim.
O livro, a natureza à minha volta e os
ciclos de vida das árvores dos pés de
Ipês, foram fontes
de altas inspirações para mim. E também
Nino Chaninho, um gatinho de tristes
olhos azuis
vesguinhos, que tive o prazer de
conviver com ele por cerca de uns seis
meses.
Já estava então eu, no ano passado,
terminando de ler Carl Sagan, pensando
já, consciente,
nos laços profundos dos processos
Cognitivos que envolvem os mistérios da
vida, quando pude
sentir definitivamente que essa Cognição
não atua somente dentro da Humanidade,
mas sim,
dentro de todos os Reinos da Natureza,
embora com linhas Cognitivas diferentes,
talvez
incompreensíveis por nós, e talvez com
um grau de pureza muito mais evoluídos
até, nos
outros reinos da natureza, do que o
nosso.
Mas, voltando aos belos pés de Ipês, tem
um cena magnífica que desejo aqui,
registrar
retratar:
-Num determinado dia, no mês de julho do
ano passado, estando eu numa sala de
amplas
janelas de vidro, após ter chovido e
depois cessado, por volta do meio-dia,
brancas nuvens
reapareceram, enfeitando um céu azul que
pespontava tímidos raios solares,
enquanto as
gotinhas miúdas da forte e repentina
chuva, ainda escorriam na parte externa
do vidro da
janela que me divisava da parte externa
do local, pois estava na parte interna
da sala. Entre
eu e a janela, na janela que me divisava
do belo cenário de lá de fora, enquanto
as gotinhas
desciam, subiam vagarosas, ágeis e
graciosas "joaninhas" de asinhas
vermelho telha
alaranjado, com pintinhas pretas.
Olhando para a cena e vendo os ipês
floridos balançando no plano de fundo,
tive uma ilusão
de óptica que me deu a impressão de que
elas desejavam estar transitando nas
flores dos pés
de Ipês!
Pressenti que se não fosse à placa de
vidro, pois enquanto as gotinhas da
chuva escorriam do
lado de fora do vidro, elas subiam do
lado interno do vidro, divisando os
espetáculos que meus
olhos viam, pois que a placa de vidro
sendo invisível pra elas, transparentes
pra mim, enfim,
se elas estivessem em livre transito
pelo ar, estariam elas lá, com total e
sensível acesso as
folhas e às floradas dos Ipês,
saboreando a natureza e as flores,
expostas ao gélido vento e aos
tênues raios de sol que nas copas das
árvores, agora incidia. |
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TEXTO MENSAGEM: VAMOS CELEBRAR 2010?
E a Vida é algo tão bonito de se viver,
quando nos encontramos não conosco
mesmos, mas com
as texturas das tintas mais lindas, mais
brilhantes, que estão expostas no quadro
da vida do
nosso próximo.
Vamos celebrar este Novo Ano que se
inicia, marcando-se no calendário como
sendo o ano de
2010, com muita paz e muito mais amor
ainda, para celebrarmos a Vida, as
conquistas e
realizações, os sonhos realizados, os
sonhos ainda inacabados, aqueles sonhos
tão íntimos e
que faltam neles, as texturas mais
agressivas nas pinceladas feitas com as
tintas das nossas
paixões, para que eles definitivamente
aconteçam e se finquem definitivamente
nas raízes
emocionais vibrantes destas emoções que
residem dentro da alma do nosso coração.
Emoções encantadoras das paixões que se
exaltam nos cantos mais sublimes do Amor
pelo
nosso próximo e muito mais ainda, por
nós mesmos. Pois que é somente através
de nós, da
estabilidade organizada das nossas mais
íntimas e afetivas emoções para com o
bem-estar
conosco mesmos, é que então poderemos
Amar ao nosso próximo como a nós mesmos!
Eu sempre acreditei que eu fosse apenas
um mero solitário sonhador.
E sempre acreditei que sempre vivesse de
bem comigo mesmo.
Mas, surpreendo-me, ao perceber que não
é bem assim...
Percebo, agradecido, que não vivo só!
Eu, de repente, descubro que tenho muito
mais amigos
do que imaginava que tivesse. E mais
importante que tudo, é que eu descubro
em mim, uma
qualidade. A de que eu não vivo somente
pra mim. Eu vivo para as pessoas, eu me
preocupo
com a melhora da qualidade de vida das
pessoas, sendo elas minhas amigas ou
não. É
incondicional!
Pois eu me reafirmo: - Eu sempre fui
feliz!
Até nas minhas tristezas. (E que foram
muitas!)
Mas os meus momentos felizes superaram
tudo, pois sempre quis e sempre procurei
seguir o
Cristo! Mesmo sem merecê-Lo!
Sou um ser humano muitíssimo imperfeito,
mas é notável, é incrível, é sublime,
Deus me ouve,
pois senti que muitas vezes, nas minhas
gritantes, neuróticas, exageradas
orações, peço não
pra mim, mas para o meu próximo!
Sinto que Deus, Ele me deu tudo, desde
cedo Ele fez com que eu conhecesse e
aprendesse com
as minhas íntimas verdades, a força e o
sabor da minha humildade, dentro das
minhas
vaidades.
Então, eu sou feliz, pois luto e quero
que o meu próximo, na maneira dele,
igual a mim, seja
também, feliz. Eu desejo que neste ano
de 2010, possamos celebrar o sublime e
intenso
magnânimo da Vida, em todos os seus
aspectos de realidades. E que sejamos,
acima de tudo,
irmãos em Cristo, uns para com os
outros. E que acima de qualquer
situação, no amemos
intimamente, para gerarmos a força e o
poder da capacidade de amarmos o nosso
próximo!
Amém! |
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Mensagem: SÁBIAS MÃOS DA JUSTIÇA!
A perfeita essencialidade manifesta por
atos de extremadas belezas é algo muito
especial, nos
profundos tocantes que se manifestam nas
articulações emocionais que
verbalizamos,
enquanto vamos apreciando a configuração
dos registros da nossa existência.
Criando a
configuração de uma mentalidade mágica
absoluta dentro do nosso íntimo afetivo.
Predispondo-nos com a realidade
essencial da Divindade. Que sendo
concreta, manifesta-se
nas formas das nossas orações ou nos
nossos mais abstrativos sentimentos
reflexivos. Quando
somente poetizamos os registros
divinais, dentro da essência mais
sublime da nossa alma.
Tudo o que é tocante aos corações,
profundamente belo e marcante de
seguras, lógicas e
pacíficas emoções, desperta a atenção
principalmente quando buscamos encontrar
alguma
força dentro de outras afirmativas – com
outras justificativas para um
determinado momento
da vida – onde desta maneira possamos
até compreender ou até mesmo reaprender
a
direcionar os nossos relacionamentos com
maior profundidade de harmonia. Vencendo
desta
forma as inseguranças e os conflitos que
porventura possamos estar atravessando
naquele
determinado momento da vida.
Eu não sei como é possível para algumas
determinadas pessoas se aventurarem a
ousarem
sequer intimar, impor, usando de uma
forma ardilosa e agressiva para
dramatizar para o seu
meio, uma qualidade de razão plena de
convicção num determinado assunto que
sabemos que
elas não têm, não dominam em questões!
E o que é pior:
-Elas sabem disso! Elas são conscientes
de que não há possibilidade alguma de se
criarem
argumentos favoráveis a elas, pois não
há condições para tanto.
Mas, mesmo assim, persistem, sofrem e se
deprimem... Mas continuam tentando
abusarem de
todas as formas e meios possíveis, para
inverterem as razões para si mesmas,
criando umapseudo-realidade dentro de um patamar
que elas não conseguem suportar por
muito tempo;
pois que a Justiça Divina ainda impera
dentro dos nossos sentidos. É inevitável
de que todos
nos tornamos conscienciosos, seja num
determinado momento ou outro, de que as
razões
perduram no meio daqueles que agem com
as emoções galgadas nos anseios diletos
de fortes
cunhos tecidos pelas escritas firmes
impostas pelas sábias Mãos da Justiça!
Todas as vezes que surge um determinado
impasse de ordem conflitante dentro do
meu eu
emocional – e que este impasse esteja
relacionado a algum, alguns ou muitos
possíveis
distúrbios ocasionados por descrenças de
valores pessoais ou sociais – começo a
procurar
rebuscar em mim, então, um sentimento
aonde eu possa refletir nos fatos.
Procuro me
aproximar mais detalhadamente e com
muito mais afinco, sobre aquela
determinada situação
que porventura esteja desequilibrando as
minhas íntimas emoções – até finalmente
poder
novamente reencontra-me com um novo
amparo dentro do meu eu racional.
Buscar a harmonia e o equilíbrio dentro
das forças das nossas próprias emoções
internas se
torna muito difícil quando temos ou
precisamos agir desta forma – enquanto
estivermos
muitas vezes sem alternativas de outras
saídas ou soluções a curto, longo ou
médio prazo –
sofrendo todas as desventuras possíveis
na vida. Como se estivéssemos
enfrentando um
turbilhonado maremoto em noites de
tempestades frias, e em pleno alto-mar!
Muito embora sofrer, faz parte do nosso
crescimento e elevação espiritual. Mas
posso afirmar
com muita convicção baseada nas minhas
experiências pessoais, de que noto
muitos estados
convulsivos e depressivos por pessoas
que caminham pela vida desorientando-se
por se
extraviarem dos seus próprios objetivos
traçados como metas de sonhos que elas
pleitearam
durante a vida toda para que os mesmos
fossem conquistados, realizados, no
percurso linear
das suas vidas, mas, que num dado
momento, elas acabam se frustrando. Ou
por não os
conquistarem para si mesmas, ou por não
terem trabalhado com muito e árduo
afinco para
que eles se materializassem para elas.
Posso presumir que muitas pessoas buscam
alguma forma de alívio ou explicações
plausíveis
até para os encantos mais simples que
abordam as dinâmicas das leis da vida –
e que, embora
muito precioso, significativo, e
verdadeiro – pois são os elos
tonificantes e agentes das causas
formadoras de uma sabedoria pessoal
atuante dentro de cada um de nós e
acontecendo dentro
da nossa condição existencial.
Noto que muitas pessoas vivem se
perturbando, sofrendo em demasia, sem se
aperceberem
que a força maior para enriquecer a sua
existência se concentra dentro delas
mesma. E a
partir delas, é que o mundo à sua volta
vai acontecendo.
Devemos sempre nos lembrar de que viver
é um acontecimento ímpar nas
experiências
pessoais de cada ser humano. O que torna
o significado da vida, uma essência
plena, muito
valorosa e verdadeira!
Todos nós somos verdadeiros. E viver é
um fenômeno muito importante e se torna
muitíssimo
agradável e apaixonante, quando podemos
– a partir de nós, sempre a partir do
nosso interior
– desvendar com heroísmo e bravura,
todas as belezas que há e atuam dentro
das excelentes
essências da vida. E a cada novo passo
que avançarmos em direção ao nosso
horizonte pessoal,
configurarmos em nós, a força vencedora
da exatidão, do afinco e da satisfação
sentimental
pessoal. Formalizando e enfrentando
todas as possíveis adversidades que
porventura ou
desventura, estiverem atrapalhando ou
criando os muitos obstáculos dentro dos
percursos da
nossa grande jornada que se dispõe
afetuosamente a nos mostrar, nos
direcionar, nos orientar,
para o encontro dos concentrados
aspectos atuantes dentro destes
importantes e tão sérios
compromissos que se centralizam em nosso
bem-querer afetuosamente, simplesmente
viver!
Nós precisamos reaprender conosco
mesmos, a repensar nossa vida através do
exercício do
reaprendizado da Fé naquilo tudo que for
tocante ao sagrado, ao divino, existente
dentro da
realidade absoluta que se concentra nas
eternas Leis da Espiritualidade aberta
em vida. E que
vai compondo, desta maneira, o teor da
beleza vivificante que se interage entre
o nosso mundo
interior com o todo do universo além de
nós. Formando uma equiparação que atua
dentro das
nossas criativas capacidades e
possibilidades, inclusive até, a de
repensarmos Deus e sua
importância, sempre no sentido de nos
fortalecermos em nossa fé tanto no
âmbito geral,
quanto a da que se dispõe em
generalidade dentro das nossas razões e
crenças íntimas –
sempre em obediência e profunda
reverência com a qualidade da Divindade
em excelência de
existência – dentro do âmbito geral que
se sucede tanto com as nossas
experiências pessoais,
assim como também àquelas que vão aquém
de nós mesmos.
Sempre se torna muito precioso o tempo
de que nos dispomos para que possamos
criar a
possibilidade de reabilitarmo-nos,
dentro dos processos cognitivos
existentes inconscientes
dentro do vocabulário estabelecido nas
raízes verbais das nossas linguagens –
enquanto vamos
tecendo a generalidade de transpormos em
palavras, as traduções dos nossos
sentimentos.
Completando dentro das nossas
capacidades intelectuais e emocionais, a
conscientização que
interage entre o nosso íntimo e o todo a
nossa volta. Produzindo então a
circulação dos elos
comunicativos que temos entre os nossos
aspectos íntimos de interpretação da
realidade da
existência geral, cadenciando um
equilíbrio harmônico entre o nosso eu
consciente afetivo
com todo o restante dos fenômenos
resultantes atuantes nos mais diversos
aspectos dinâmicos
da vida acontecendo simultaneamente
dentro de nós e nos universos externos e
alheios ao
nosso. Muito embora, sempre precursor de
uma suma propriedade de importância
significativa para nosso bem-estar
interior, tais como:
- A nossa intensa predisposição de
gerarmos a capacidade que criarmos à
ponderação, a
tolerância, a paciência, a boa vontade,
mas acima de tudo muita persistência,
muita coragem,
profundo interesse e dinamismo, além de
muita força de vontade. Muita paciência
e muita
paixão e respeito pela vida própria.
Além de um intenso e muito afinco e
compreensão em
forma de atitude, estendendo-se para o
nosso próximo. Pois assim sendo, creio
eu, estaremos
criando laços com maiores proporções de
bons e duradouros envolvimentos
harmônicos e
afetivos, para com todas as demais
estruturas sociais que compõem as leis
dinâmicas que
agem dentro de toda a Humanidade!
- Pensar, agir, reagir, sonhar!
- Acreditar e realizar, é amar!
Nós sempre nos tornaremos importantes,
mesmo que seja somente para conosco
mesmos, se
aperfeiçoarmos em nós a credibilidade
depositada na confiança pessoal
procurando até dar
créditos de confiança além de nós,
crendo com muita convicção, na esperança
de realização
que acontece no meio-fio existente entre
os muitos repetitivos acertos enquanto
vamos criando
meios para nos desvincularmos dos nossos
muitos erros. Sendo que o mais
importante disto
tudo, é que podemos exaltar dentro desta
capacidade fundamental que temos dentro
de nós –
o que nada mais, e tão somente é – este
importante fenômeno de vivermos a vida
com todas as
exuberâncias da simplicidade mais
acariciante e afetuosa que ela possa nos
oferecer.
Aprofundando o nosso ego aos elos
afetivos das nossas convivências e
também das nossas
realizações pessoais! |
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Mensagem: NOSSO SANTO GRAAL INTERIOR
Amar é sabermos como nos encontrar
mediante um amplo estágio espiritual de
abnegado e
refulgente sublimado esplendor! Quando
imprimimos na alma, as páginas
emocionais
constantes no histórico emocional
pregresso do nosso amor. Fazendo um
importante elo entre
nossa vida vibrando-se dentro da
harmonia expressa nos compassos
rítmicos, das batidas
dissonantes do nosso coração, perante o
espetáculo tão inconstante, tão
insolúvel, que as
narrativas emocionais da natureza
humana, sempre nos dispõem, ao
vivenciarmos dentro das
nossas experiências de vida, os afetos e
desafetos que vão espelhando-nos uns nos
outros,
formando um elo seqüenciado. Dentro dum
aprendizado sem fim.
Aprendizado que vai se tornando aos
poucos, embora gradativamente, o
merecedor dos
nossos mais incansáveis e sempre tão
valorosos enleios pelos quais vamos
desnudando os
anseios dos nossos emotivos sonhos
espectadores deste lírico estado de
amor.
Amor que se torna um mensageiro fiel
deste nosso impetuoso e espirituoso
estado de amar.
Amar é poder encontrar-se feliz, ao
deparar-se com as portas abertas perante
uma lógica
vislumbrada entre as atitudes
irracionais dos nossos sentimentos
comparados aos nossos
desejos práticos, objetivos e diretos –
ao equilibrá-los laboriosa e
pacientemente, com os
nossos prazeres despertos entre as
razões que sempre nos mostram a
realidade de se seguir em
frente – caminhando com os pés fincados
no chão e sempre atento às pegadas
deixadas nos
rastros do passado.
Enquanto seguindo em frente, avançamos
mirando nossos objetivos
materializarem-se cada
vez mais próximos da nossa atualidade.
Enquanto vamos olhando para os afetos
que se
encontram e se concentram ainda, no
futuro da nossa realidade porvir e que
vão
demonstrando, desnudando-se e
instintivamente, sensivelmente,
apontando-nos o percurso a
seguir, dentro da direção certeira dos
nossos passos que vão os seguindo.
Certos, coerentes,
cadenciados e seguros, rumo aos
incógnitos deste futuro – enquanto ao
mesmo tempo vamos
deixando-nos livres, impressos dentro
das mais sonoras, numas horas, e noutras
mais silentes,
entonações pulsantes e mais vivas ou
mais sangrentas do nosso impulsivo,
ditoso ou abstraído
coração abnegando-se! Ou sublimando-se,
extrapolando-se, através de todas as
essências
impressas nestas perfumadas páginas
impregnadas de forças cênicas! Por
atuarem explosivas
em tão belos e poéticos enredos que se
expressam nas lógicas mais irracionais
que se
imprimem dentro das nossas sempre muito
apaixonantes atitudes para com o
bem-estar da
Humanidade inteira!
Podendo desta forma, viver a satisfação
emocional perante as lógicas emocionais
e
inspirativas, concentradas no todo do
inconsciente coletivo; aonde, através do
qual, nós
podemos fazer da criatividade da vida,
algumas expressivas liberdades, ao
recontarmos as
venturas e desventuras das histórias
humanas entrelaçadas com as outras mais
diversificadas
histórias que acontecem nos enredos dos
demais reinos! Traduzindo em palavras,
as emoções
expressadas nos ritmos das vivências que
vão se sucedendo através da riqueza
apaixonável
que atua em cada existência. E das
quais, podemos com certa dose de
habilidade inspirativa e
emocional, recriá-las ao recontá-las
através das Artes! Usando dos recursos
dos dons que
temos, aproveitando através das Artes,
as construções literárias, que vão se
formando através
da trajetória da nossa existência... E
desta maneira, usar estes dons para
fazermos da nossa
própria vida, uma alavanca, uma
ferramenta de trabalho, uma haste, um
apêndice, para que
possamos dar uma continuidade ou amparo
aos demais enredos de outras vidas que
se seguem
esperançosas iguais a nós. E então,
gerarmos inúmeras possibilidades de
forças criativas para
encontrarmos uma saída satisfatória para
solucionarmos de uma vez por todas, os
inúmeros
conflitos existenciais que andam
acontecendo por este mundo afora! Penso
obstinado e
esperançoso, de que isto possa ser
possível ainda, apesar de tudo. Apesar
das muitas crises
existenciais que se perduram por aí,
dentro do nosso convívio social...
Devido acima de tudo, a
esta muita falta de amor que anda
acontecendo por aí...
Amar é um fenômeno que criamos através
da interpretação dos nossos sentimentos
em
relação a algo ou a alguém. Assim como o
desamor também é um fenômeno que se
apresenta
em aspectos desorganizados, fazendo com
que os nossos desajustes e desassossegos
se tornem
um mar bravio em noites escuras de
fortes tempestades acontecendo em
alto-mar.
Amar é calmaria, é resplendor de alma.
São encantos manifestados em pureza
sobressaída de
pedaços vivos da Eternidade acontecendo
em torno de nós. É como se o jardim do
Éden
estivesse sobre os nossos pés e as cores
vivas da vida fossem apenas as
exuberâncias advindas
das belezas etéreas das árvores e das
flores harmonizadas em muitas
tonalidades de cores e
difusas fragrâncias esparramadas pelos
ventos acariciando as resplandecências
refulgentes
das luzes das nossas eternas essências
primaveris vivenciadas nesta cadenciada
calmaria
embalada de profundo êxtase desenvolto
num forte clima de encantadora paixão!
Cultivando, através das nossas, as
outras muitas histórias; que virtuosas e
venturosas, vêm-se
se assomando junto às nossas
expectativas de melhorias em qualidade
de vida. Fazendo-nos
então, com que sejamos uma ponte, um
elo, um fio, um termo equilibrado da
passagem
verdadeira das mensagens que vibram
perpétuas entre nós! Humanos que somos
harmonizando-nos com as majestosas
forças imperiais da Natureza.
Centralizada nas
essências pluralizadas que se encontram
no Éter, dentro das primícias mais
sensíveis do
Sublime, no Eterno espaço atemporal
aonde reinam as músicas mais belas –
arquitetadas
dentro das belíssimas ressonâncias da
musicalidade eterna – que se derrama
harmônica e
melodiosa, através do Etéreo vibracional
lírico do estado de Amor!
Amar é podermos conquistar a felicidade
de se ter o poder da prazerosa força da
comunicação
nas mãos. E dentro da alma do coração,
poder reproduzi-la, ao privilegiadamente
ler, sonhar,
amar, interpretar as mais puras e as
mais belas intraduzíveis emoções plenas
de anseios ricos
de valorosos amores vivos, fortes,
dramáticos e reais. Impressos dentro da
poética essencial e
existencial de todos os seres humanos
que ainda se preocupam com as belezas
entremeadas de
extremados encantos vindos do amor, da
paz, da união, da melhoria da qualidade
de vida do
Planeta, da amizade, da família, enfim,
de tudo o que for bom, belo e duradouro
para a
harmonia e o equilíbrio da vida.
Demonstrando todas essas dignas
essências, nos ímpetos mais
belos! Extraídos de dentro da própria
alma, ao transpô-los para o papel –
enquanto tecem as
construções da lógica poética impressa
na dialética – sobrevindas de dentro das
mais
profundas essências mais belas! E que se
concentram no lírico e tão sublime
estado de amar
que se demonstra envolto ou desenvolto
na alma emocional do espírito de cada
um.
Criando-se, desta forma, uma complexa
cadeia de boas atitudes que possam
espalhar e
espelharem-se através dos labirintos dos
nossos mais profundos sentimentos. Como
se fossem
eles, uma inesgotável fonte de água
pura, límpida e cristalina. Onde nela e
através dela,
somente concentrassem-se, extraídos dos
mais sublimes anseios amorosos de todos
nós –
somente o que fosse o bom, o belo e o
duradouro – e numa fórmula mágica que
nenhuma
razão compreendida dentro do nosso mundo
quântico tridimensional pudesse ser
desmistificada – esta poção milagrosa
fosse somente sentida, vivenciada,
saboreada através
desta água milagrosa que viesse a
tornar-se cada vez mais, uma forte poção
mágica de saciável
e tonificante fonte de consumo que
miraculosamente, pudesse então, melhorar
a qualidade de
vida da Humanidade inteira!
E assim, através desta fórmula, através
desta seiva extraída de dentro do Cálice
do nosso
Santo Graal interior, pudéssemos
equipararmo-nos, equilibrando-nos na
reflexiva balança das
nossas razões e emoções! Espelhando-nos
diante de todos nós, através dos nossos
espelhos
refletindo-se nos reflexos espalhados
pelo mundo, possibilitando a nós todos,
visualizarmo-nos
com todo o apaixonante contexto dos
históricos das nossas memórias
emocionais, na intensa
espiritualidade múltipla existente nas
qualidades mais sublimes e amorosas
residentes na
alma de cada um de nós! Formando um
gigantesco elo abrangente, envolvente,
mediante a
um comum acordo feito a partir do
interior de nós mesmos. Ao
integrarmo-nos com a
totalidade dos humanos habitantes nos
demais diversos lugares deste nosso
gigantesco Planeta
Terra!
Criando-se assim, a harmonia da beleza
condutora, no fio magnético das vidas.
Numa chama
iluminada que se desperta numa realidade
profusa. Encontrada na equiparada
comunhão
entre a vida essencial com a lógica do
após morte. Depositando nas chamas vivas
da
esperança, os teores da fé essencial
baseada nas forças das crenças. Numa
profunda e
imensurável realidade concentrada numa
continuidade vivencial espiritual,
através dos
espaços etéreos da Eternidade!
Criando-se assim, entre todos os povos,
a possibilidade assegurada da harmonia
equilibrada
de vivenciarmos a partir de nós e por
nós todos, a tão sonhada Paz Mundial!
E desta maneira, criarmos e recriarmos
numa ordem cronológica e cadenciada, a
essencialidade fundamental de se amar
com toda a devoção e fervor os
entrelaçados históricos
desenhados nos Registros das páginas da
vida de cada um. Fazendo acontecer entre
nós, à
realidade deste manifesto, num
sentimento que se resplandece em cada
profundo íntimo de
alma! Acalentando-nos com uma pura
comoção, na formalidade dos laços
contínuos da
felicidade geradora, acima de tudo, das
forças mais expressivas da União humana
– baseando-se
na confiança recíproca entre todos os
seres humanos que se predispuserem a
amar – ao
criarem e recriarem para si e para o seu
próximo, o bem-estar que sempre advém da
bem-aventurança
que se concentra dentro das
inexplicáveis forças que se desprendem
da lírica
emocional do livre estado de se viver
incondicionalmente, de se ser amado e de
amar e amarse,
acima de tudo e apesar de tudo!
Tal como as primaveras concisas nas
expressividades mais históricas de todas
as Eras, aonde
em cada ano, em todos os Continentes, em
todos os Hemisférios, por todos os
recantos do
Planeta – em cada época diferente, de
cada tempo, num local ou noutro do
Planeta, ela
renasce e renova-se nas forças
carismáticas e mais belas da Natureza –
assim deveremos que
procedamos nós todos, diante aos tão
enigmáticos, prazerosos e belos enredos
que geramos
através dos ímpetos emotivos do amor! |
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OS DOCES BEIJOS DOS BELOS
BEIJA-FLORES
Na evolução dos meus pensamentos, que se
vão entrelaçando-se uns aos outros,
emendando-se
numa linha contínua, pela qual vou
navegando as minhas emoções pelos
contextos das muitas
histórias que se trafegam nas líneas
ininterruptas do meu viver pensante – é
o quanto então –
eu vou vivendo incansavelmente
procurando tracejar nas minhas
silenciosas sombras de
sentimentos difusos, algumas coloridas
sobras das dobras que se despetalam dos
arco-íris que
circundam o meio-fio do horizonte, em
cada final de espessas chuvas que se
derramam do céu
sempre tão acolhedor, amoroso e
sonhador.
É assim que procuro interpretar os meus
sentimentos, enquanto vou
vivenciando-os, através
do meu mundo interior. Vibrando-os, em
todos os aspectos mais globais –
sendo-os próximos a
mim ou então, até os mais distantes –
pelos quais vou criando sentidos
interpretativos, ao
trazê-los até a mim. Podendo concluir,
através dos meus pensamentos, todos os
teores que se
concentram nas evidências destes
aspectos. Sejam eles os mais reais e
dramáticos possíveis, ou
os meramente fantasiosos e até enfáticos
e envoltos no imaginário dos ensaios
cênicos, que vão
lentamente se formando dentro dos meus
vislumbres mais encantados, explorados
dentro das
inúmeras exposições de belezas
acontecidas nos movimentos teatrais.
É a força impactante da vida, através do
explosivo encanto da qual, vejo sendo
desprendida a
extraordinária exuberância da beleza
colorida, em todos os lugares nos quais
me concentro,
direcionando os meus olhos sonhadores,
dramatizando esta força impactante de
vida! Força
que vai induzindo, envolvendo,
acariciando, enaltecendo e levando a
fundo os meuspensamentos, nesta eterna e generosa fé
e remansadamente sublime que se tece
neste florido
atapetado de encantos por onde passeiam
as minhas intensas imaginações.
Constantemente
febril, procurando enredar-se pelos
caminhos que se formam através dos
muitos belos ciclos
de todas as eras esta exuberante estação
primaveril.
Estação que vem renovar os nossos ânimos
com a generosa força da vida,
reflorescendo a
Natureza em todos os lugares nos quais
inumeráveis atapetados de flores vão
abrindo-se em
pétalas e transbordando nos ares, a
pureza do abrangente amor impregnado de
fragrâncias
misturadas pelos mais diversificados
perfumes que se espalham das muitas
flores que brotam
em pétalas vivas! Deixando todos os
lugares, como se fossem atapetados
coloridos, tecidos
pelas divinais mãos e regenciais da
criação!
E, vivenciando em meu entendimento o
sentido da palavra criação, através de
uma simples
associação de idéias, passo
automaticamente a pensar nas complexas
dimensões que atuam os
sentidos mais amplos que se fazem dentro
do crer e da ação e do ato de se criar,
se fazer
acontecer, originar, ao poder dar vida a
algo ou a alguém.
Crer, sem querer vivenciar alguma
crença, simplesmente por se poder crer
em algo ou alguém,
quando podemos despertar e despetalar,
dentro de nós, os impetuosos sons
harmônicos
extraídos dos belos cantos jorrados da
colorida força da vida desabrochada
dentro da
perpétua flor instalada dentro do nosso
imenso universo interior. E desta
maneira singular e
imaginativa, poder dar plenos poderes
aos sonhos ao amparar a nossa vida numa
plenitude de
encanto amoroso. E dentro de alguma
crença, vivenciar as razões emocionais
mais
intraduzíveis, dentro de tudo o que se
possa justificar, mesmo que sejam
intimamente, para
nós mesmos, amparando-nos e deixando-nos
seguros, rumo ao encontro dos muitos
propósitos
da nossa vida.
Seguindo assim, penso também, que a
Estação da Primavera, igualmente seja
isto:- Uma
enorme fonte de renovação cheia de
propósitos de ser crer na força da Vida,
glorificando e
louvando de um Ser magnânimo, supremo e
superior, bem mais, mas muito bem
superior
mesmo, a todos nós!
Creio que as cores difusas das flores
colorindo os jardins, assim como as
radiâncias mais
quentes do sol e as claridades mais
transparentes dos dias, vão motivando
todos os nossos
apelos instintivos às nossas elevações
espirituais, ao ampararmos os nossos
elos afetivos com
as forças da Natureza. Recriando,
renovando, ou fortalecendo dentro de
nós, uma consciência
de crença mais forte, mais elegante e
mais abrangente com tudo o que se possa
referir aos
tópicos mais exuberantes e tradutores
das luzes e cores mais quentes que se
fazem assentindo
nas radiâncias espalhafatosas que se
desnudam por completo, dentro da Estação
Primavera!
Os enredos sinfônicos dos incontáveis
pássaros, entrelaçando-se aos sons
cacafônicos dos
grilos, ocultados nos verdejantes
matagais, que agora estão bem mais
espessos, devido às
muitas chuvaradas recentes que puderam
contribuir com a seiva mágica da vida,
no tocante
aos reforços da nutrição da terra,
entremeados de muitos outros insetos e
bichos, vão tecendo
os melodiosos encantos e harmônicos da
existência!
Enfeitando o pano de fundo dos cenários
das nossas vidas que passam afoitas em
sempre
querer viver cada qual para si, as
aceleradas disritmias destes tempos
sempre tão sem tempo
para nada e para tudo se fazer acontecer
dentro deste nosso mundo avolumado por
uma
procura de tudo. Que quase sempre ruma
ao vazio do nada! Quando sempre afoitos,
voamos
sem tempo para sequer pensarmos em
olharmos para os lados, rumo à busca de
ao menos
criarmos uma lógica plausível, dentro de
alguma justificativa ao menos que se
seja razoável,
mesmo que intimamente, para criarmos uma
leve massagem no nosso ego, num
entendimento
qualquer, mesmo que seja sem um
aprofundado fundamento, dentro das
razões do porque
estamos aqui. Podendo, de esta maneira
ocultar, ou até mesmo ignorar, as
dádivas destas
encantadoras belezas que a Natureza, de
formas intraduzíveis pelos nossos vagos
conceitos de
beleza, carrega, desnuda-se e se expõe
de forma sempre tão elegante e
magnífica, através dos
infindáveis Ciclos das Estações que se
englobam dentro dos espaços de si.
Belíssimas borboletas festejam os
encantos dos amores, espalhando-se pelos
ares, as suas
exuberâncias exóticas das suas
existências; numas simetrias suaves,
embaladas pelos
deslizantes vôos de asas colorindo ainda
mais, o anil azul primaveril do céu.
Sem contar, que nas belas tardezinhas,
logo após o sol ir-se pondo a pino no
meio-fio do
horizonte, incontáveis cigarras começam
a cantarem o Jazz Sinfônico Tropical!
Parecendo até, que elas carregam em seus
cantos, toda a gama da força precisa de
comove
todos os abençoados encantos poéticos
manifestos em todos os mais
diversificados pores-dosol,
que vão pincelando o céu com os tons
mais quentes, carregando de nuanças
avermelhadas,
as paisagens que se fazem à espera de
cada novo anoitecer, em cada nova linha
do horizonte.
Deixando os fins de tardes, além de
melódicos, vibracionais e inspirativos,
muito mais festivos,
desejosos, esperançosos e coloridos.
Penso que por detrás de todas estas
exposições acontecendo energeticamente
sempre tão
magníficas, e que ocorrem amplas,
através de todas as belezas expostas e
explícitas pela força
primaveril em natureza aberta, existam
os muitos desafios sempre tão cheios, e
carregados de
inúmeros mistérios. Muitos deles,
incógnitos até, pelas nossas tão vãs
percepções filosóficas!
Mas, a Natureza, para se exibir plena e
radiante, em cada nova primavera, ano a
ano,
atravessando séculos compostos por eras
ininterruptas, precisa de um gigantesco
parto de
amor, a cada nova estação que se lhe
renova o conteúdo todo e pleno, dos seus
coloridos tão
antigos. Muito embora sempre renovados,
ao despertar-se em nós, as renovações da
esperança.
Trazendo-nos um caminho pleno de
profundo amor e paz, ao sentirmos
vibrando também,
dentro do nosso íntimo, as forças
constantes deste magnânimo amor
despetalado num
colorido vibracional intenso.
Fico meditando em quantos caminhos e
descaminhos, em quantos acidentes de
percursos e em
desvios forçados, do seu trajeto
natural, nos inúmeros obstáculos que
foram precisos ser
ultrapassados, muitos deles quase
intransponíveis até, para que desta
forma, se pudesse
avançar... E chegar novamente até aqui!
Fico a pensar, no quanto foi preciso uma
extremada força relutante em batalhas
feitas com
muitas persistências, e que se
superassem, desta forma vitoriosa e
plena, todas as muitas
adversidades imprevisíveis, contidas
dentro das muitas inconstâncias
climáticas atuais. Para
que enfim, a Natureza, mais uma vez,
vestindo-se das suas características e
tradicionais
roupagens da Primavera, pudesse
novamente, neste ano, assim como nos
demais passados,
poder chegar encantadoramente até nós,
de maneira vibrante, brilhante,
belíssima e vitoriosa!
Enquanto algumas pessoas denotam perigos
em todos os lugares, a Natureza tem
caminhado
ao longo dos dias, meses, anos, séculos,
milênios, atravessado todos os
obstáculos. Impondo-se
poderosa e resoluta, em cada novo
desafiador momento, ao conseguir
heróica, reprisar o seu
imenso espetáculo primaveril, seja em
qual Continente for, seja em qual
Hemisfério for!
E eis que neste Tempo, ela chega toda
exuberante e pomposa, para vir colorir o
Hemisfério
Sul! Sempre conduzindo através de si,
todas as suas mais louváveis e
contagiantes pétalas de
belezas expostas em flores vívidas,
exóticas, e intensamente coloridas.
Fazendo até com que os arco-íris se
confundam com as evidenciais tonalidades
espalhadas
pelas mais profusas cores nas flores que
se desabrocham vivas e lindas, à espera
dos doces
beija-flores a virem beijarem-lhes os
seus carismáticos encantos magníficos! E
que se
espalham pelos ares, através dos seus
perfumes, desenvoltos de pétalas em
pétalas! |
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