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SEBO LITERÁRIO
autor

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JAZZ SINFÔNICO TROPICAL
Ontem de manhã, quando caminhando
estava,
Avistei uma cigarra estendida ao lado do
prédio
Do escritório da Fábrica onde trabalho.
Morta!
Durinha que estava, já tão sem vida,
exaurida.
Avulta, morrera de tanto cantar.
- Morrera feliz - creio eu. - Será?...
Peguei seu corpo e o pus entre as mãos
Com minhas mãos próximas aos olhos.
Queria assim, melhor poder observá-la.
Parecia-me que morrera sorrindo a
bichinha!
Uma bela doce vida, agora comida, jaz
póstuma!
Pequena, ora preterida, do Jazz
Sinfônico Tropical!
Uma cigarra cantante, radiante... Ora
inerte morta!
De momento, dera-me a impressão de que
morrera rindo...
Notei, então, que o seu enorme corpo,
Já estava encoberto por pequeninas,
Mas vorazes insaciáveis formiguinhas
Devorando ávidas, aquele tão saboroso
Corpo que aquecera e se esquecera da
vida
Ao entregar-se assim: - Morta de tanto
cantar!
Administrando nossas amorosas forças
Humanas! |
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ARTE, AMOR&SONHOS
(RECRIAM-SE NAS FABULAS!)
Dançando, trombando uns com outros, de
nariz,
Dão cambalhotas os Palhaços Pirulitos e
Carecas!
A criançada se diverte, pedem bís, bíís,
BííísS!
Malabaristas, lá de cima, desmontam
bicicletas!
A lona do Circo tem cores caramelo e
azul royal.
No picadeiro, trapezistas, bailarinas e
os anões
À espera dos palhaços que espalham belo
Festival
Da Alegria! As criançadas riem desses
trapalhões,
Pulando na arquibancada. Aplaudem, se
encantam!
Numa tão colorida alegria tão festiva
sem igual...
Vibrando a vida equilibrista na corda da
ilusão!
No Palco: Arte, Amor&Sonhos, recriam-se
Fábulas!
Dançando, trombando uns com outros, de
nariz,
Dão cambalhotas os Palhaços Pirulitos e
Carecas!
As criançadas se divertem, pedem bís,
bíís, BííísS!
No Globo da Morte equilibristas rodam
motocicletas!
A Arte do Circo é brunido fio da magia
sem ter fim!
Os sonhos coloridos são sonoros encantos
de paixões
De um mistério sem igual, brilhando o
amor pra mim,
E nos corações puros infantis, em todas
as idades.
Poema sorridente afoito, enfeitiçando a
realidade
Deixando invisíveis mãos irem tocando as
emoções
Vibrando a vida equilibrista na corda da
ilusão!
No Palco: Arte, Amor&Sonhos, recriam-se
Fábulas!
Dançando, trombando uns com outros, de
nariz,
Dão cambalhotas os Palhaços Pirulitos e
Carecas!
As criançadas se divertem, pedem bís,
bíís, BííísS!
Malabaristas, lá de cima, desmontam
Bicicletas!
Na Arte dos Palhaços há uma pura paixão
em divertir
Gerando emoções nos corações buscando
ações felizes
Escondendo máscaras da solidão numa
alegria triste!
Representam vidas, num caleidoscópio sem
diretrizes
De um ombro Abrigo pra consolo das dores
a insistir
Em querer de o desamor dar dissabor no
Amor que exige
Vibrando a vida equilibrista na corda da
ilusão!
No Palco: Arte, Amor&Sonhos, recriam-se
Fábulas!
Dançando, trombando uns com outros, de
nariz,
Dão cambalhotas os Palhaços Pirulitos e
Carecas!
As criançadas se divertem, pedem bís,
bíís, BííísS!
No Globo da Morte equilibristas rodam
motocicletas! |
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PRIMAVERA
Um Hálito agradável doce e quente da
Divindade
Sapientissimamente agindo, acalorou Rio
Claro!
Um vento repentino, abrupto, inesperado,
lindo,
Permitiu por circunstância e ocasião do
momento
Que o calor do dia de sol, esquentasse
um muro!
Embora ele agredisse friamente algumas
pétalas
Da reflorescida primavera exuberante em
flor!
Em flores que se esgalhavam e balançavam
Livremente, suas belíssimas pétalas
lilases
Contrastando-se com o vivo azul turquesa
Ausente das nuvens! Lúdicas em pleno sol
Num imenso céu tipicamente primaveril...
A rude caiação esbranquiçada deste muro,
Manchou-se de suaves cores do bom vinho!
Esfregando-se roubando indelicado
expresso!
Espremendo nuas as muitas miudinhas
pétalas
Esmagadas pela dura brutalidade dos
ventos!
Vivendo as muitas cenas correrem
ligeiras
Fiquei remoendo milhões de pensamentos.
Sensibilizando-me com Nossos
Sentimentos,
Prestativo nesta minha boa atenção
dinâmica!
Que realça as belezas que vão se
desprendendo
Dos avultosos valores de cada Una
Existência!
Que partem do nosso individual, para o
Coletivo. |
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VERBOS EXISTENCIAIS
Não vou pretender deixar as minhas
palavras
Escritas em tantas memórias que vão
fluidas
No impresso expressivo de muitas e
inúmeras
Páginas e mais páginas do ‘WWW’ ou do
papel!
Creio poder e querer e desejar saber que
devo
Tomar inumeráveis atitudes de
comprometimento
Para com as melhorias da qualidade das
Vidas!
Aonde o nosso Planeta espera de nós um
mínimo
Ao influenciarmos na perpetuação das
espécies!
Com um Íntimo de bom senso, ao zelar
pelo Tudo!
Num afinco puro, de integralidade. Ativo
agindo
Nos amorosos Verbos Existenciais da
Humanidade,
Com os Códigos da Bondade! Para conosco
mesmo!
Consentindo agir bem-aventuranças nas
Belezas
Naturais das Ordeiras Forças Evolutivas
Leais
Onde a Natureza se expande e se atina no
Tudo
Regente. Reagente às exorbitâncias ao
Planeta! |
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AS UVAS DO PADRE BRÁS
Cuidar da vinhas é colher dos frutos!...
... É como arrebanhar ovelhas para
Jesus!
Transformando em vinho, o sumo das uvas.
Simbolizando, no Cálice da Vida, o
Sangue!
Eternizando-se no Verbo, que se fez
Carne
Ao ter nascido, vivido, e morrido por
nós!
Transfigurando-se na Sagrada Luz
Divinal,
Doando-nos o Sagrado Dom da
Eternidade...
A parreira de uvas do Padre Brás é
arredondada.
Até se parece com um belo esverdeado
guarda-sol
Redondo, igual à vida nos ininterruptos
círculos...
Que neste ano tudo se renova como
sempre. Igual!
Podar, enxertar, fazer brotar as novas
sementes...
Das delicadas flores transformando-se em
cachos
A cada novo ano, revendo, do Ciclo das
Estações,
A parreira indo despojando-se das
amarelecidas folhas!
E logo após, vir reflorescendo-se à luz
do sol,
Enfrentando os ventos, chuvas, raios e
trovões!
Avivando-se no brilho das luas, e das
estrelas...
Avultando-se em belas uvas com novas
criações
Transfigurando-se de flores, em cachos
frugais!
Deleitando-nos açucarados sumos da
felicidade!
Perfazendo-se memorável na Eternidade
dos Ciclos
Abstraindo da seiva da vida, o adocicado
das uvas.
Com um puro vinho branco de bouquet
carismático,
Formando licoroso supra-sumo ao ébrio
deus Baco! |
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OS SONS DO AMOR
Exatamente, nunca soubera eu, precisar
Quando criança, esta manifestada força
Muito mais sentida, pressentida, avulta,
Que hoje eu a sinto em cada dia vivente.
Movendo-se uma, ou até alheatória a mim!
Esta gigantesca força é regente dos
impulsos
Ora tão suaves, ora intensos, do meu
coração
Saltitante. Soletrando processos
cognitivos,
Numa pureza que atua pulsante
ininterrupta
Nos insondáveis mistérios caídos do
Universo!
Onde o meu Oriente é expresso numa
bússola
Por onde faço o meu operante e belo
talismã
Propulsor e repercussivo dos Sons do
Amor
Impregnando minh’alma no imenso
esplendor
Da Luz vinda de Jesus Cristo, O Nosso
Senhor! |
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ACORDES SEM FIM
O que nós fazemos, quando finalmente,...
Sentimo-nos realizados por algo
bem-feito?
Será que deveremos repensar nossa
história?
Ou irmos seguindo em frente com os
atalhos?
Crendo podermos ir rumando nos novos
caminhos...
Sabendo serem todas as histórias criadas
no sem fim?
Tal igual a todas as muitas estórias,
com as narrativas
Sempre compostas por um início, um meio
e um fim?
Eu vou pensando, querendo saber, ao
compreender
Sentindo os narrativos prosaicos que
saem de mim.
Ao esvaírem-se de mim, como se fossem
líquidos
Fluindo ao derramarem-se nas dobras do
Tempo!
Por aonde as memórias mais emotivas vão
dançantes
Avivando-se proeminentes aos valores dos
sonhos!
Enquanto belas palavras são belas
melodias distintas,
Dentro deste meu tão emaranhado
labirinto emocional.
Aonde vou compondo os meus belos acordes
sem fim! |
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MISSÕES
Eu fico motivado e feliz por todas às
vezes
Quando eu posso dar a minha contribuição
Por mais ínfima que seja, embora
marcante
Significativa, inspirativa e muito
verdadeira,
Para também procurar melhora
sensivelmente
Na Qualidade de Vida do nosso belo
Planeta!
Somos uma corrente humana que se
fortalecerá
Por todas às vezes, quando nos
predispusermos
No Bem interagir nas muitas belezas tão
naturais
Que nos presenteia com O intenso brilho
da Vida
Confortando-nos, com imensas riquezas
expostas
Agindo atuantes em todos os níveis à
nossa volta!
Sinto que não há razões para que nos
ausentemos
Fugindo do compromisso que é poder
Preservar
Nosso Ambiente dentro do nosso Planeta
Terra!
Creio ser uma das nossas importantes
missões,
Que partem do nosso individual, para o
Coletivo.
Administrando nossas amorosas forças
Humanas! |
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CHÁ E CAFÉ DA TARDE!
Algodoados e macios flocos de nuvens
Navegantes flutuam pelos ares do céu
Radiante de um azul, na luminosidade
Adquirida pela vesperal transparência
Clara pelo sol espetando agudas raiadas
setas
Deixando o seu intenso dourado brilho
incidir
No metal cor de prata das torneiras do
quintal.
Onde algumas gotas d’água, ao
respingarem-se,
Vão formando uma pequena grota no solo
seco.
Um cheiro doce de gengibre com
cravo-da-índia
Acrescido do puro aroma do café com a
canela,
Esparramando-se pelo ar, impregna o meu
nariz
Predispondo-me a vivenciar num gosto
salivado
A leve hortelã com anis estrelado no
puro mel
Quando os olhos meus, miram e se admiram
Através das cortinas das janelas
entreabertas
A mesa com chá e café da tarde.
Docemente,
Preparados no fogão à lenha, na cozinha! |
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