MITOLOGIA GREGA
(Deuses, Guerreiros e Lendas)

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

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Carlos Leite Ribeiro nasceu em Lisboa, na freguesia de São Jorge de Arroios, no dia 05 de Março de 1937. Mora desde Setembro de 1967, na Marinha Grande (Leiria – Centro de Portugal). Prof. Mestre, fez Curso de Educação Física (1962), Curso Geral de História (Politécnico 1964) com Mestrado em 1976, Curso Geral de Geografia (Politécnico 1967) com Mestrado em 1984 entre outros cursos não oficiais: 8 Cursos de Radiodifusão (1986 a 1992). É Idealizador do Portal CEN – “Cá Estamos Nós”, fundado em 15 de Julho de 1998. Prémios da Assembleia Legislativa de São Paulo: “Prémio Homem do Ano de 2007, e o mesmo prémio também em 2008. E, também, o prémio “Personalidade do ano 2008 ; Membro Honorário e de Honra da ALMECE – Academia de Letras Municipais do Estado do Ceará (Brasil); Tem dois livros impressos: “Uma Semana no Rio de Janeiro”, editado por Fábrica de Livros Senai (Rio de Janeiro) com 3 edições e esgotado e “As Horas do Destino” editado por Nova Letra Gráfica e Editora (Blumenau SC). Participou em várias coletâneas. Tem muitas obras publicadas em ebooks-digitais.

 

MITOLOGIA GREGA
(Deuses, Guerreiros e Lendas)


 

 Olimpo



É a história fabulosa dos deuses, semideuses e dos heróis da Antiguidade. Ou seja, a Ciência dos Mitos. O nascimento e a função do mito constituem para os antropólogos e psicanalistas, de Malinowski até aos trabalhos de Freud (Moisés e o Monoteísmo, 1939), de Jung, e exercem seu impacto entre os fenomenólogos. Segundo estes (M. Eliade), os mitos encarnam fenómenos fundamentais da vida: o amor, a morte, o tempo, etc., e certos fenómenos como as florestas, as tempestades, têm sempre um mesmo valor simbólico, seja qual for a civilização considerada. C. Lévi-Strauss põe em xeque essas interpretações ao propor um novo método, a análise estrutural que faz de cada mito um conjunto de variáveis combinatórias. Este descreve a vida sensorial de cada povo, sua maneira de comer, de caçar, etc., bem como a sua vida social ou ritual. O mito é, para cada povo, um modo de “contar” sua maneira de ser (parentesco, filiação, produção), na sua especialidade, e na sua relação com o meio natural onde vive. A Mitologia Grega, é um conjunto de crenças e práticas ritualistas dos antigos gregos, cuja civilização formou-se por volta do ano 2000 antes de Cristo. É composta basicamente de um conjunto de histórias e lendas sobre uma grande variedade de deuses. A mitologia grega desenvolveu-se plenamente por volta do ano 700 antes Cristo. Nessa data já existiam três coleções clássicas de mitos: a Teogonia, do poeta Hesíodo, a Ilíada e a Odisseia, do poeta Homero. A mitologia grega possui várias características específicas. Os deuses gregos assemelham-se exteriormente aos seres humanos e apresentam, ainda, sentimentos humanos. A diferença em relação a outras religiões antigas, como o hinduísmo ou o judaísmo, consiste em não incluir revelações ou ensinamentos espirituais. Práticas e crenças também variam amplamente, sem uma estrutura formal, como uma instituição religiosa de governo, nem um código escrito, como um livro sagrado. Os gregos acreditavam que os deuses tinham escolhido o monte Olimpo, em uma região da Grécia chamada Tessália, como sua residência. No Olimpo, os deuses formavam uma sociedade organizada no que diz respeito a autoridade e poder, movimentavam-se com total liberdade e formavam três grupos que controlavam o universo conhecido: o céu ou firmamento, o mar e a terra. Os doze deuses principais, conhecidos como Olímpicos, eram Zeus, Hera, Hefesto, Atena, Apolo, Ártemis, Ares, Afrodite, Héstia, Hermes, Deméter e Posídon. A mitologia grega enfatizava o contraste entre as fraquezas dos seres humanos e as grandes e aterradoras forças da natureza. O povo grego reconhecia que suas vidas dependiam completamente da vontade dos deuses. Em geral, as relações entre os humanos e os deuses eram amigáveis. Porém, os deuses aplicavam severos castigos aos mortais que revelassem conduta inaceitável, como orgulho complacente, ambição extrema ou prosperidade excessiva.  A Mitologia Grega era assunto principal na aprendizagem das crianças da Grécia Antiga, como meio de orientá-las no entendimento de fenómenos naturais e em outros acontecimentos que ocorriam sem o intermédio dos humanos. Com a tecnologia precária da época, as ciências – como a medicina, a física, a matemática, e outras áreas voltadas para os estudos racionais – tinham muito menos desenvolvimento que áreas como a filosofia e, por isso, os gregos usavam a imaginação para atribuir a causa dos fenómenos ao seu redor. Fundamentalmente, os poetas da Grécia Antiga — tidos como pessoas escolhidas pelos deuses para relatar suas histórias — escreviam textos que não explicavam racionalmente a origem das coisas, mas utilizavam lendas, isto é, histórias imaginárias, para interpretá-las. Para o povo grego, embora a sabedoria plena e completa pertencesse aos deuses, os homens poderiam desejá-la e amá-la, tornando-se filósofos.
O Oráculo de Delfos foi um grande local sagrado da Grécia Antiga, dedicado ao deus Apolo (deus da luz, sol, profecia e verdade). Ele localizava-se no sopé do Monte Parnaso (região central da Grécia). No centro do oráculo havia um grande templo em homenagem ao deus Apolo. Os gregos recorriam ao oráculo para perguntar aos deuses sobre problemas quotidianos, questões de guerra, vida sentimental, previsões de tempo, etc. Os gregos acreditavam que os deuses ficavam neste oráculo, junto com ninfas e musas, orientando as pessoas. O Oráculo de Delfos tornou-se, na antiguidade clássica, um dos mais importantes centros religiosos da Grécia Antiga. Hoje, suas ruínas atraem muitos turistas do mundo todo.

 

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AFRODITE 

AGAMÉMNON

APOLO

AJAX

ARES
ATENA
AQUILES

ARTEMISA

BELEROFONTE

CADMO

CRONOS
DEMÉTER
DIONISO
ÉDIPO
ÉDIPO, LENDA de
GAIA

 

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GUERRA DE TRÓIA

HADES

HEFESTOS

HELENA DE TRÓIA

HERA
HÉRACLES
HERMES

HÉSTIA

IO   

LENDA

PERSEU

POSÍDON
TESEU
ULISSES
ZEUS
ZEUS - HINO


  

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